Wednesday, 30 September 2009

Vacinar ou não vacinar


A presente declaração foi elaborada com base na revisão de alguma bibliografia encontrada a respeito do assunto em causa, VACINAÇÃO,nomeadamente:

BLECH, Jorg – Os inventores de doenças: a denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica; Ambar, 2006.


LANCÔT, Guylaine – The medical mafia : how to get out of it alive and take back our health & wealth: here is the key; 1995.


MILLER, Neil Z. – Vaccines: are they realy safe & effective?; New Atlantean Press, 2006.


MILLER, Neil Z. – Immunization theory vs reality; New Atlantean Press, 1996


RAPPOPORT, Jon – "Vaccine dangers and vested interests: a retired vaccine researcher goes public on what the pharmaceutical industry and health authorities don't want us to know; tht vaccines are unsafe, untested and one of the greatest frauds of our time", in Nexus Magazine, vol. 13, n.º 2, 2006


Sites:

http://www.grifo.com.pt/

http://www.vaclib.org/

http://www.vaclib.org/

http://www.ctanet.fr/vaccination-information

http://alyccs.free.fr/


Após alugmas leituras de artigos e matéria relacionada com as vacinas verificámos e concordamos que muitas das vacinas não foram a verdadeira causa do declínio na incidência das doenças sendo que a melhoria das condições sanitárias e alimentares assumem o crédito por esse facto.
Para além disso, várias doenças também possuem o seu ciclo evolutivo.


Nenhuma das vacinas confere imunidade genuína e frequentemente o contrário é verdadeiro; a vacina aumenta a probabilidade de contracção da doença. No que diz respeito ás taxas de eficácia das vacinas,estas podem ser enganadoras e erróneas uma vez que normalmente são avliadas pela medição dos níveis de anticorpos e não pela compração das taxas de pessoas vacinadas e não vacinadas. Não existem estudoscom grupos de controle e as autoridades simplesmente consideram que"não vacinar" é antiético e recusam-se a estudar voluntários nãovacinados. Pelo contrário, se estudos de controle fossem realizadosde acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina certamenteseria proibida.

Na generalidade as autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e o único valor que os une é meramente económico. Resultado, os efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos às vacinas, na tentativa de distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.

O sistema imunitário

Vários investigadores referenciam que as vacinas apenas "enganam" o organismo ao concentrà-lo apenas numa função: produção de anticorpos. Deste modo o organismo tende a ignorar as demais funções e estratégias integradas do sistema imunitário. Uma doença contraída naturalmente é"fitrada" através de uma série de etapas defensivas do sistema imunitário, contudo, quando é injectado o vírus/vacina directamente na corrente sanguínea da criança, este tem acesso a todos os grandes tecidos e órgãos do corpo sem as naturais vantagens inerentes a uma resposta imunitária total. Os anticorpos (linfócitos-T) que respondem aos microorganismos/Agentes invasores da vacina, tornam-se empenhados na produção de Anticorpos contra esses microorganismos e são incapazes de reagir eficientemente contra outros desafios relativos à saúde das crianças.


Os investigadores referem ainda que o sistema imunitário imaturo de um bebé é estimulado, fortalecido e amadurece ao responder aos desafiosda natureza, ou seja, quando a criança é exposta a vírus e microorganismos bacterianos no meio ambiente, o desenvolvimento normal do sistema imunitário é provável que aconteça. No entanto, se o sistema imunitário imaturo de um bebé é forçado a responder a uma sequência de vacinações injectadas directamente no organismo, inibindo (bypassing) as defesas externas do sistema imunitário, as funções protectoras do sistema imunitário interno podem ser sobrecarregadas. Portanto, quando a imunidade natural é restringida e o sistema imunitário é compelido a operar de forma não-natural, surgem questões relacionadas com a sua capacidade de proteger a criança ao longo da sua vida.


O sistema imunitário está concebido de forma a ajudar o organismo adiscriminar o "eu" de tudo o resto que é estranho e potencialmente perigoso. Assim, sob condições naturais, os microorganismos inimigos são atacados e tomados benignos pelo sistema imunitário contrariamente ao que sucede quando vírus estranhos são injectados no corpo fundindo-se com as células saudáveis e continuando a repliar-se conjuntamente com essas células. Este processo confunde o sistema imunitário que deixa de conseguir diferenciar condiçoes perigosas de condições inofensivas. Sob os auspícios destas condições induzidas, não só o sistema imunitário invadirá as suas células (cancro), como ignorará os sinais de perigo, deixando o organismo vulnerável a um vasto leque de doenças auto-imunes.


Autópsias realizadas a cadáveres nos quais se comparou a glândula do timo, produtora de células protectoras T, em adultos de países onde eram pouco vacinados versus USA, os investigadores descobriram que o Timo dos cadáveres americanos começara a atrofiar logo a seguir à puberdade. Por outro lado verificou-se que a deterioração da glândula Timo nos cadáveres de indivíduos de países onde estes eram pouco vacinados era mínima. As anomalias da glândula Timo estão associadas a todo um conjunto de doenças auto-imunes e a produção de tumores (ex:muitos tipos de cancro, leucemia, lúpus, artrite reumatóide). Alguns investigadores responsabilizam as instituições que defendem a disseminação mandatória dos programas de vacinas, afirma Neil Z.Mlller , sem esclarecer devidamente os pais o que levanta questões éticas profundas. Deixamos de falar de um "Sistema de Saúde" parafalarmos de um "Sistema de Doenças!..."


Guylaine Lancôt (1995) é peremtória em afirmar que as vacinas são onerosas e representam um custo de biliões de euros anualmente beneficiando a indústria e sobretudo os fabricantes mltinacionais. Afirma ainda que a vacinação encoraja a dependência médica e reforça a crença na ineficiência do corpo criando a falsa noção de permanente necessidade de assistência. Este aspecto conduz à perda de dignidade pessoal para não falar do facto de nos tornar financeiramente dependentes. Uma outra perspectiva interessante de Lancôt diz respeito ao facto de a vacinação encorajar a dependência moral e financeira dos países de terceiro mundo perpetuando o controlo social e económico dos países ocidentais e destes sobre os do terceiro mundo. A vacinação esconde e camulfla os verdadeiros problemas sociais e políticos da pobreza de uns a explorar os outros o que resulta em pseudo-soluções tecno-científicas que são tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não conseguem compreender. Por outro lado as vacinações desviam fundos que deviam ser investidos no melhoramento das condições de vida sobretudo ao nível sanitário e alimentar.


Em 1997 e novamente em 2004, surge um o artigo do jornal PHI que, saliente-se, nunca foi refutado que questionava a vacinação. É numerosa a literatura e os estudos que fundamentam a afirmação de que as vacinas representam um dos maiores erros da medicina actual sobretudo porque ainda não foram dadas provas da sua eficácia. Há mais de 40 anos o médico alemão G. Buchwald provou a inutilidade e nocividade das vacinas e demonstrou nas suas estatísticas que o ponto das doenças ocorre em tempo de guerra pelos muitos factores a esta associados nomeadamente subnutrição, pressão psíquica, água infectada entre outros. Obviamente o número de mortos e de doentes diminui com o melhoramento da situação e com o melhoramento das condições alimentares e sanitárias. Em todos os diagramas do Dr. Buchwald baseados em datas oficiais é possível detectar que o número de pessoas que adoecem diminui independentemente da vacinação em massa. Quanto aos falsos argumentos da medicina convencional relativamente ás vacinas, o primeiro diz respeito aos efeitos secundários que a esta afirma não existirem, ou, por outras palavras, só as sequelas causadas pela vacina e que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas. Pesquisas científicas honestas e imparciais mostraram que a vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da imunidade e constitui um factor de risco em muitas doenças, como:

  • - Síndrome de morte infantil súbita (SIDS);
  • - Disfunções dce desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental,hiperactividade, dislexia etc.);
  • - Deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
  • - Doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla,artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).

Todas as vacinas produzem efeitos secundários cujas reacções podem ir desde a ferida da injecção no local até danos cerebrais e morte. Os efeitos a longo prazo de todas as vacinas são desconhecidos e particularmente preocupante é o facto das implicações das vacinas no sistema imunitário imaturo das crianças poderem ser devastadoras. Foram apresentados estudos mostrando danos prejudiciais na protecção da saúde após as inoculações-encefalite pós vacina. Deste modo um número significativo de crianças é sujeito a crescer com incapacidades e deficiências de vários graus, quer sejam físicas, mentais ou emocionais sendo que estas condições afectarão o indivíduo, a sua família e a sociedade em geral. Algumas das vacinas podem ser particularmente perigosas, não obstante o complexo industrial das vacinas continua a manter a sua prática dissuadora, desvalorizando as reacções ás vacinas. A este facto soma-se ainda a propaganda criativa sobre os méritos das vacinas que representa um estratagema lucrativo já para não mencionar os mass media qe assustam a sociedade pelo medo de surtos epidémicos. Assustador é ainda o facto de em Inglaterra os serviços nacionais desaúde pagarem um bónus aos médicos que apresentem taxas de vacinação acima de determinadas percentagens. Nos E.U.A., por exemplo, as pressões informais e os incentivos para se obedecer ás autoridades não são suficientes daí que os próprios legisladores pessionem para a criação de leis contra a liberdade de escolha. Este padrão de coerção e negação é notório entre os membros iluminados da populaão incluindo os pais que questionam as vacinas, cujo despertar se tenha devido, infelizmente, à custa da vida das suas próprias crianças.

Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reacções adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control). As reacções adversas são consideradas"normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Ainda assim, os danos notificados são numerosos e apesar da obrigação legal actual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham. Fraude científica foi o nome atribuído por muitos profissionais renomados da área da saúde que ao longo da história demostraram a sua oposição relativamente à vacinação.

Um argumento questionável: As vacinas modernas são bem suportadas!

De que são feitas as vacinas? A resposta a esta pergunta deveria ser fornecida a todos os pais antes de qualquer intervenção; as bulas de vacinas contêm estas informações que deveriam ser disponibilizadas aos consumidores visto que são impressas para esse propósito apesar de tal nunca acontecer. Além das formas activas, obtidas de forma duvidosa há ainda uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc.

Apresentamos uma lista um tanto asustadora de venenos comprovados pela medicina. Alguns dos quais não podem ser eliminados pelo organismo e,retidos no corpo, continuam actuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular:

  • Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989;20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Esteproduto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. A pressão exercida sobre os fabricantes par remover esta substância química das suas vacinas data dos anos 90, no entanto o progresso tem sido frustrantemente vagaroso... Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 147-54). Segundo o Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky, o "Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço, eu não me lembro de nada que seja mais letal"
  • Formaldeído: um composto altamente tóxico e cancerígeno que, segundo afirmam os adeptos das vacinas, quando injectado directamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário. No mínimo duvidoso.
  • Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relaçãoentre o contacto com formol e a leucemia e cancro do cérebro, cólon e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA:North Atlantic Books, 1996).
  • Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reaccões que outras. O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente em Berlim escreve: "O modo de actuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores."
  • Fenol: um desinfectante e corante.
  • Glicol etilénio: o ingrediente principal anti-congelante.
  • Clorato de benzeónio: um antiséptico.
  • Metilparabeno, um conservante e antifungo.

Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a BSE fosse uma realidade. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a Glaxo Smith Kline, a Aventis e a American Home Products continuavam a utilizar estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as da paralisia infantil, difteria e tétano.

De acordo com Dr. Harold Buttram "As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas numa única aplicação do que quando aplicadas separadamente".



Casos reais:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação na Índia. Cerca de 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose, contudo e para grande consternação dos especialistas, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de protecção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27 anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose na Alemanha enquanto que na Áustria só foi suspensa em Março de 2000. No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de papeira durante 5 meses e o facto é que a Direcção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.

Relatórios oficias do governo norte americano e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebés morrem anualmente em consequência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.

O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebés com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que "a respiraçãodos bebés era afectada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injecções da vacina triplica. Soube-se também, através dos pais de bebés que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebé morrera após uma injecção de vacina triplica." À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berço e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. "Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação" afirma a Dra. Scheibner.

Esse facto levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. O seu aprofundado estudo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou no seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System" (Vacinação, a agressão médica ao Sistema Imunológico) cuja conclusão foi: "As imunizações, inclusive aspraticadas em bebés, não apenas deixam de prevenir doençasinfecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualqueroutra actividade humana em toda a história da intervenção médica." A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que oefeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principalcausa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo,o cancro e a leucemia.

Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheibner indica provas – inclusive num artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observadaentre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa.

Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até Agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão.

No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 paravacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.


PROMOÇÃO DA SAÚDE

O boletim dos professores, n.º 2 (2006)

A Educação para a Promoção da Saúde vai ser obrigatoriamente abordada no ensino básico, tanto de forma transversal com integrada numa das três áreas curriculares não disciplinares existentes.

LIEBERT, Ann Mary - The journal of alternative and complementary medicine: research on paradigm, practice, and policy; Inc Publishers.

As escolas promotoras de saúde "confessam" o paradigma médico, e este pressupõe um determinado perfil de abordagem a nível da promoção da saúde. Se a Constituição da República prevê a "liberdade de consciência" e afirma que o ensino público não é "confessional", então existe a possibilidade de tanto os professores como os encarregados de educação conscientes, recusarem algumas premissas do modelo de promoção de saúde e exigir a introdução de um diálogo médico mais respeitador da vida que articule uma postura mais madura e integradora de todas as abordagens médicas alopática e as consideradas de"alternativas e/ou complementares".
No parecer da ordem dos médicos sobre os projectos de diplomasreguladores do exercício das medicinas não convencionais presentado à comissão parlamentar de saúde refere que este diálogo é vedado em detrimento dos interesses dos utentes do sistema de saúde, não pelo facto inerente â ausência de validade ou cientificidade, mas pelo facto de pesistirem fortes resistências e preconceiros do actual paradigma médico-ientífico, na sua principal corrrente, à sua democratização e integração no SNS


A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Numa denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da Indústria Farmacêutica, Jorg Blech afirma na sua obra "Os inverntores de doenças" que a indústria farmacêutica realiza a venda de sintomas pouco frequentes como epidemias de extraordinária propagação e a venda de sintomas ligeiros como indícios de doenças mais graves. Referindo um estudo californiano, Thomas Bodenheimer, no New Enland Journal of Medicine, revela também uma influência clara, em ocasiões excessivas, dos padrões industriais sobre os estudos clínicos: as empresas farmacêuticas ocultam, retocam e modificam os resultados dos estudos que encomendam a investigadores vedadeiramente independentes. Seis dos doze investigadoes consultados por Bodenheimer admitiram que os seus trabalhos tinham sido objecto de intervenção. Dado o descontentamento do cliente, os resultados dos estudos nem sequer haviam sido publicados ou então tinham sido manipulados.


LEI DAS BASES DA SAÚDE – Aprovada pela Lei n.º 48/90, de 24 de Agosto,com as alterações introduzidas pela Lei n.º 27/2002, de 8 de Novembro.
A Assembleia da República decreta nos termos dos artigos:
164.º, alínea d); 168.º, n.º 1, alínea f) e 169.º, n.º 3 da Constituição, o seguinte:

Lei de Base XIV – Estatuto dos Utentes
1 – Os utentes têm direito a :

a) escolher, no âmbito do sistema de saúde e na medida dos recursos existentes e de acordo com as regras de organização, o seviço e agentes prestadores;

b) decidir, receber ou recusar a prestação de cuidados que lhes é proposta, salvo disposição especial da lei;

c) serem tratados pelos meios adequdos, humanamente e com prontidão, correcção técnica, privacidade e respeito;

d) ter rigorosamente respeitada a confidencialidade sobreo os dados pessoais revelados;

e) ser informados sobre a sua situação, as alternativas possíveis de tratamento e a evolução provável do seu estado;

f) receber, se o desejarem, assistência religiosa;

g) reclamar e fazer queixa sobre a forma como são tratados e, se for caso disso, a receber indemnização por prejuízos sofridos

;h) constituir entidades que os representem e defendam os seus nteresses;

i) constituir entidades que colaborem com o sistema de saúde, nomeadamente sob a forma de associações para a promoção e defesa da saúde ou de grupos de amigos de estabelecimentos de saúde.

Constituição da República Portuguesa

Artigo 41.º liberdade de consciência. (...);

6. É garantido o direito à objecção de consciència nos termos da lei.

Lei n.º 24/96, de 31. 07, alterada pelo Dec.-Lei n.º 67/2003 de 08.04(Lei de Defesa do Consumidor):

Artigo 3.º - Direitos do consumidor:

À qualidade dos bens e serviços;
À protecção da saúde e da segurança física;
À formação e à educação para o consumo;
À informação para o consumo;
À protecção jurídica e uma justiça acessível e pronta;
À participação por via representativa, na definição legal ou administrativa dos seus direitos e interesses.

1 comment:

Richard said...

Excelente post!!!Eu sofro de insônia desde de os 16 anos, hoje estou com 24 anos.Tenho forte desconfiança de que as vacinas podem ter me prejudicado.Apesar de ter entrado na faculdade de engenharia química, tenho sido muito prejudicado e tenho tido muitas dificuldades para seguir em frente. Às vezes, vou a provas sem dormir.Sim, muitas vezes simplesmente não tenho sono apesar de estar tranquilo. Apesar de a minha vontade sempre ter sido ser um bom aluno e me dedicar não consigo, sinto que tenho algum bloqueio.
Mas o problema não é só de insônia, tenho dificuldade de concentração e memória fraca muitas vezes, dificuldade de prestar atenção.
Esses filhos da puta com essas vacinas podem ter estragado a minha vida. Aparentemente sou um homem saudável, mas só aparentemente porque NÃO tenho levado um vida normal.
Que outras pessoas leiam esse post e possam evitar o que eu não pude.