Monday, 29 September 2008

Estratégias Mentais



ESTRATÉGIAS MENTAIS
(O que deve fazer de dentro para fora)


1.Pense sempre, de forma positiva. Toda a vez que um pensamento negativo vier à sua cabeça, troque-o por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Você não adquire isso do dia para a noite; assim como um “atleta”, treine muito.

2.Não tenha medo de nada e ninguém.
O medo é uma das maiores causas de nossas perturbações interiores.
Tenha fé em você mesmo. Sentir medo é acreditar que os outros são poderosos. Não dê poder ao próximo.

3. Não se queixe. Quando você reclama, tal qual um íman, você atrai para si toda a carga negativa das suas próprias palavras. A maioria das coisas que acabam dando errado, começa a se materializar quando nos lamentamos.

4. Risque a palavra “culpa” do seu dicionário. Não se permita esta sensação, pois quando nos punimos, abrimos a nossa retaguarda para espíritos opressores e agressores, que vibram com a nossa melancolia. Ignore-os.

5. Não deixe que interferências externas tumultuem o seu quotidiano. Livre-se de fofocas, comentários maldosos e gente deprimida. Isto é contagioso. Seja prestativo com quem presta. Sintonize com gente positiva e alto astral.

6. Não se aborreça com facilidade e nem dê importância às pequenas coisas. Quando nos irritamos, envenenamos o nosso corpo e a nossa mente.
Procure conviver com serenidade e quando tiver vontade de explodir, conte até dez.

7. Viva o presente. O ansioso vive no futuro. O rancoroso, vive no passado. Aproveite o aqui e agora. Nada se repete, tudo passa. Faça o seu dia valer a pena. Não perca tempo com melindres e preocupações, pois só trazem doenças.



ESTRATÉGIAS MENTAIS
(O que você deve fazer de fora para dentro)

1. A água purifica. Sempre que puder vá a praia, rio ou cachoeira. Em casa, enquanto toma banho, debaixo do chuveiro, de olhos fechados, imagine o seu cansaço físico e mental e que toda a carga negativa está indo embora por água abaixo.

2. Ande descalço quando puder, na terra de preferência. Em casa, massaje os seus pés com um creme depois de um longo dia de trabalho. Escalde-os em água morna. Acrescente um pouco de sal para se descarregar.

3. Mantenha o contacto com a natureza; tenha em casa um vaso de plantas pelo menos. Cuide dele com carinho. O amor que dedicamos às plantas e animais acalma o ser humano e funciona como relaxante natural.

4. Ouça músicas que o façam cantar e dançar. Seja qual for o seu estilo preferido, a vibração de uma canção tem o poder de nos fazer sentir vivos, aflorando a nossa emoção e abrindo o nosso canal com alegria.

Liberte-se!!! Sempre que puder livre-se da rotina e pegue a estrada, nem que seja por um único dia.
Conheça novos lugares e novas pessoas.
Viva a Vida!!!!!

“Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.”
O medo afasta-nos das derrotas....mas das vitórias também!!!!!!

Muito linda essa mensagem, hein!
Ela pode ficar ainda mais bonita quando aplicada nas nossa vida. Vamos meditar nela com muito carinho!
Tenha um dia repleto de novas estratégias e muita confiança!

Como manter-se jovem



1. Deite fora os números que não são essenciais.
Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso. Afinal, é para isso que lhes paga!.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
“Uma mente preguiçosa é trabalho do diabo.” E o nome do diabo é Alzheimer!

4. Aprecie as mais pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica connosco toda a nossa vida, somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não a consegue melhorar, procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde estiver a culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama, a cada oportunidade.


Um dia muito Bom. Positivo. Luminoso!

O que é o cancro da mama?


O que é o cancro da mama?
Miguel Pereira

O cancro da mama é uma das doenças com maior impacto nas sociedades contemporâneas. Segundo a Direcção-Geral de Saúde, surgem cerca de 4 mil novos casos por ano. A grande maioria dos infectados são mulheres, mas também pode atingir homens.

Um tumor maligno, uma massa dura e irregular, que se desenvolve no tecido mamário, por causa de um crescimento anormal do número de células que constituem as células mamárias. Todos os dias morrem em Portugal cerca de quatro pessoas morrem com esta doença e são detectados onze novos casos deste cancro, que é o que tem mais incidência no nosso país.

É comum pensar-se que este flagelo só atinge as mulheres. Esta doença também atinge os homens, embora seja raro: em Portugal, apenas um em cada cem casos de cancro na mama surge num homem. Logo, é nas mulheres onde a doença mais se propaga, sendo esta a principal causa de morte nas mulheres entre os 35 anos e 55 anos, sendo que anualmente há 1500 mulheres que morrem vítimas desta doença.

Desde 1986, para combater a terrível realidade da doença, a Liga Portuguesa Contra o Cancro desenvolve o Programa de Rastreio Nacional do Cancro da Mama. Esta iniciativa tem como objectivo diagnosticar os tumores na fase inicial, que assim podem ser curáveis e controláveis.

Principais factores de risco:
- Mais de 50 anos
- Antecedentes familiares
- Mestruação antes dos 12 anos
- Menopausa após os 54 anos
- Não ter filhos
- Ter o primeiro filho depois dos 30 anos
- Obesidade
- Ingestão excessiva de álcool

Como aceder ao Programa de Rastreio Nacional?
Todas as mulheres, entre as mulheres os 45 e os 69 anos, inscritas no Serviço Nacional de Saúde, pode aceder gratuitamente ao programa de rastreio.
Unidades móveis viajarão pelo país e estacionam em vários concelhos, onde voltam dentro de dois anos. As mulheres residentes nesse concelho são convidadas, por carta, a se deslocarem à unidade, de modo a efectuar uma “mamografia de rastreio”.

Os resultados negativos são informados através de uma carta emitida pelo Centro de Leituras do Núcleo da Liga Portuguesa do Cancro a que pertençam. Em caso de haver necessidade de efectuar mais exames complementares, haverá uma convocação para uma consulta de avaliação. Quanto mais cedo se detectar a doença, mais probabilidades há para uma cura.

Embora não se saiba uma causa específica para a doença, é aconselhado um estilo de vida de salutar: fazer exercício físico; ter uma alimentação saudável; restringir o consumo de álcool; não fumar, e despir o soutien sempre que possível.

Quais os métodos de diagnóstico precoce do cancro da
mama?

● Evite que o cancro se espalhe para outras partes do corpo,
antecipe-se, e faça um diagnóstico precoce:
● Realize a mamografia de rastreio.
● Faça um auto-exame das mamas mensalmente.
● Vá ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano.

O que é a Mamografia?

A mamografia é um simples Raio-X à mama. Normalmente é indolor e demora menos de 30 minutos.

Deve ser feita de quanto em quanto tempo?
De dois em dois anos, a partir dos 45 anos. Pode ser realizado antes dessa idade, sempre que o médico achar conveniente.

Para que serve a mamografia?

Serve para detectar alterações na glândula mamária, que indiciem a presença efectiva ou a possibilidade de vir a desenvolver o cancro da mama. Portanto, é um método de rastreio fundamental na detecção precoce desta patologia.

Onde se realiza?

Pode ser feita de forma gratuita, nas Unidades Móveis e Fixas de Rastreio do Programa Nacional de Rastreio de Cancro da Mama da LPCC.

Que cuidados deve ter antes de realizar uma
mamografia?
No dia do exame deve evitar, usar desodorizantes; perfumes; loções ou cremes sobre a mama ou na axila.
Durante o exame, a mama é comprimida por poucos segundos, algumas mulheres queixam-se de dor, pelo que será recomendável marcar o exame para alguns dias após o fim do ciclo menstrual, altura em que a mama está menos sensível.Faça um Auto – exame:
Como se faz?
1- Em pé, em frente ao espelho e com os braços esticados ao longo do corpo, observe as suas mamas.

2-Coloque uma mão atrás da nuca e palpe a mama esquerda (incluindo a área próxima da axila) com a mão direita, pressionando com a ponta dos dedos.

3-Repita os passos I e II na outra mama.
Todas as mulheres com mais de 20 anos devem realizar o auto-exame da mama como rotina mensal.

Que sintomas se deve procurar?
Observe com atenção tipo o de alterações que surjam, as mais comuns são: nódulos; veias salientes; secreções dos mamilos; sensibilidade no mamilo; retracção do mamilo (virado para dentro da mama) ou outras alterações na forma, no tamanho,
na consistência, na cor ou na pele de uma ou ambas as mamas.

Na maioria das vezes, estes sintomas não estão associados a cancro, mas é importante que, caso detecte alguns destes sintomas, consulte o médico de imediato.


Atenção:
O auto-exame da mama não substitui a mamografia regular de rastreio.
Nas consultas de ginecologia de rotina, o seu médico realizará, entre outros, um exame semelhante a este, a que se dá o nome de Exame Clínico da Mama.
Estar alerta para os sintomas é o primeiro passo para um diagnóstico precoce e um acompanhamento adequado, para evitar a progressão do cancro.

Fazer um exame clínico:
O que é?
Durante um exame clínico da mama, o médico palpa as mamas em diferentes posições, usando a ponta dos dedos para sentir quaisquer alterações e/ou nódulos. Um nódulo, geralmente, só é palpável quando apresenta um tamanho igual ou superior ao de uma ervilha. Um exame clínico completo da mama, pode demorar cerca de 10 minutos a ser realizado.

Qual a importância de detectar cedo?
Sabia que o tamanho médio de um tumor é:
• 0,5 cm-quando é detectado por mamografia.
• 1 cm – quando é detectado num exame médico.
• 2 cm – quando é detectado por uma mulher que faz a palpação mamária todos os meses.
• 3,5 cm – quando é detectado por uma mulher que não faz a palpação mamária todos os meses.
“A informação é a melhor prevenção” informe-se com o seu médico e faça dele o se melhor conselheiro.

Fonte: www.laco.pt

O leite e o Cancro da Mama


Esta é uma história real!

É a história da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey — uma prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia — pode constituir um significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o cancro.

E fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos da sua dieta. A sua história é parecida à de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram cancro da mama e confiada no bem saber e fazer dos oncologistas submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénios e se poderia curar o cancro. Mas tudo resultou falso. De facto o cancro reproduziu-se até 4 vezes.

Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa. Vieram os mais eminentes especialistas do meu país mas no meu íntimo estava certa que estava enfrentando a morte.E estive quase a ponto de “atirar a toalha", conta a professora Plant no seu livro “Your life in your hands” (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a sua própria experiência e explica como chegou à ideia que acabou por salvar a sua vida:

Teve origem numa viajem de meu marido à China — conta na sua obra — comecei a pensar que a minha enfermidade era virtualmente inexistente em tal país. De facto só uma em cada 10.000 mulheres morre de cancro de mama na China enquanto que só no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.

Então o meu marido — que também é cientista — e eu mesma, começámos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegámos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham cancro da mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca.

Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebés! E se pára para pensar, não pode ser uma simples casualidade que, mais de 70% da população mundial tenha sido incapaz de digerir a lactose. Hoje creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo, de que estamos comendo um alimento errado.

Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava a fazer quimioterapia ao seu quinto tumor mamário. E foi então quando decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite: Sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? — Em só uns dias - refere em seu livro — o tumor começou a encolher. Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e os seus derivados, o tumor começou a picar-me. Logo abrandou e começou a minguar. Umas seis semanas depois havia desaparecido.

De facto o meu oncologista, do Charing Cross — Hospital de Londres, no pôde reprimir um exclamar maravilhado:

“Não o encontro!” quando examinou a zona onde havia estado o tumor.

Pelo visto, não esperava que alguém com um cancro tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver.

Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar o seu cepticismo inicial e na actualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e a sua experiência no livro antes mencionado. E de imediato, mais de 60 mulheres afligidas de cancro de mama se puseram em contacto com ela para pedir-lhe conselho.

E os seus tumores também desapareceram.

Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substancia tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde —explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o cancro de mama é similar à que existe entre o tabaco e o cancro do pulmão.

Mas não só isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, determinou que estes produtos estão implicados na aparição do cancro dos ovários. E os dados sobre o cancro da próstata conduzem a conclusões similares. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem deste cancro na China, é de 0,5 por cada 10.000 enquanto que no Reino Unido o número é 70 vezes maior.

A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos.

Para a professora Plant o leite de vaca é um grande alimento... mas só para os bezerros! E afirma, convencida, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De facto estou convencida —conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca. Só desejo que a minha experiência possa servir a mais mulheres e homens que, sem o saberem, podem estar, ou virem a estar, enfermos por causa dos lácteos que consomem.

No seu livro, para além de detalhes da sua própria experiência e dados interessantes sobre as suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre a nossa saúde, reconhecem-se uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se basicamente de leite de soja, chá de ervas, sementes de sésamo, tofú, nozes, muita fruta e verduras frescas.

Healing Hugs

Always, Jeannette

Saturday, 27 September 2008

Tratamento para a osteoporose reduz risco de cancro da mama


Imagem retirada de: :http://cancrodasmamas.blogs.sapo.pt/2008/01/

Tratamento para a osteoporose reduz risco de cancro da mama

O cancro da mama é um dos problemas mais temidos pelas mulheres. A necessidade de ser descoberto cedo é primordial para que a cura seja possível. Este tratamento é mais uma esperança!

As mulheres que se submetem a um tratamento com raloxifeno para combater a osteoporose pós-menopáusica, apresentam uma diminuição significativa do risco de cancro da mama, ao longo de quatro anos. Estes dados foram revelados numa edição recente do Breast Cancer Research and Treatment, no âmbito do estudo MORE (Multiple Outcomes of Raloxifene Evaluation).

Raloxifeno, um modulador selectivo dos receptores de estrogénio, desenvolvido pela Eli Lilly, é a única terapêutica aprovada pela União Europeia para o tratamento e prevenção da osteoporose em mulheres pós-menopáusicas e que está igualmente a ser estudado quanto à hipótese de redução do risco de cancro da mama nestas mulheres.

Os dados obtidos no âmbito do estudo MORE ao fim de 48 meses, demonstram uma redução na ordem dos 72% de novos diagnósticos de cancro da mama invasivo e de 84% de cancro da mama invasivo receptores de estrogénio positivos – o tipo de cancro mais frequente nas mulheres pós-menopáusicas. Estes dados representam as conclusões finais sobre cancro da mama obtidas neste ensaio- um estudo multi-centrico sobre osteoporose, no qual a redução do risco de cancro da mama era, à partida, um objectivo secundário.

As mulheres que participaram no MORE não tinham como condição factores de risco relacionados com cancro da mama. No estudo MORE, um total de 7 705 mulheres receberam doses de 60mg/dia, 120 mg/dia de raloxifeno ou placebo. As doentes realizaram regularmente mamografias durante o estudo e um conselho independente de oncologistas confirmaram os dados relativos ao cancro da mama.

Alguns aspectos a realçar: foram diagnosticados e confirmados 39 cancros da mama invasivos nas 2 576 mulheres do grupo de placebo, em comparação com 22 cancros nas 5 129 mulheres que tomaram raloxifeno. Este facto traduz-se numa redução de 72% no risco de cancro da mama invasivo no grupo de raloxifeno em comparação com o grupo de placebo. O grupo de placebo registou 31 cancros da mama invasivos estrogénio-positivos, em comparação com 10 cancros nos grupos sujeitos a raloxifeno, o que demonstra uma redução de 84% no risco de contrair este tipo de cancro.

"Não só as reduções do risco de cancro de mama são significativas, mas o tipo de cancro que o raloxifeno demonstrou reduzir neste estudo é um dos mais graves que afecta as mulheres pós-menopáusicas"- refere J. Rauley, principal autora do trabalho. O cancro de mama invasivo é considerado como sendo o cancro mais mortal para a mulher e o cancro de mama estrogeno-positivo é mais comum nas mulheres pós-menopáusicas.

O MORE, um estudo a longo prazo, controlado com placebo, para o tratamento da osteoporose, foi concluído em 1999 e contou com a participação de 7 705 mulheres em fase pós-menopáusica que sofriam de osteoporose. No seu todo, o MORE contribuiu para a divulgação de informação importante sobre a eficácia do raloxifeno na prevenção de fracturas, o seu perfil lipídico favorável e a segurança apresentada na mama e útero.

Fonte:
http://www.mulherportuguesa.com/content/view/2285/55/

Friday, 26 September 2008

Novos medicamentos para o tratamento do Cancro da Mama


Uma nova geração de substâncias promete sobrevivência prolongada após a doença. Combatem a reincidência do tumor e o aparecimento de novos no organismo.

Por Mariza Figueiredo

Há vida após o cancro. O número de pessoas a sobreviver ao diagnóstico desta doença nas suas mais variadas vertentes triplicou nos últimos 30 anos nos Estados Unidos. E dos 10 milhões de sobreviventes que hoje existem naquele país, 60 por cento são pessoas que venceram a batalha contra cancros da mama, próstata, cólon e aparelho ginecológico.

Entre os adultos diagnosticados com esta doença, estima-se que 64 por cento sobreviverá, pelo menos, cinco anos depois de constatada a sua existência, e a possibilidade de sobrevivência revela-se cada vez mais alargada. É o que indicam dados referidos pelo American Society of Clinical Oncology (ASCO), uma das mais respeitadas organizações internacionais no âmbito da Oncologia, que reúne cerca de 23 mil membros provenientes de mais de 100 países, e dita normas de procedimento no cuidado dos pacientes com cancro em todo o Mundo, além de desenvolver e apoiar investigação na área da prevenção, diagnóstico e tratamento deste mal. Esta realidade estende-se para além das fronteiras norte-americanas, apresentando valores semelhantes um pouco por todo o mundo ocidental.

Esta melhoria significativa nas expectativas de vida daqueles que, dia-a-dia, enfrentam a dura realidade do cancro ajuda a desmistificar a doença que, aos poucos, vai perdendo o seu cunho de fatalidade. Os especialistas mais entusiastas já conseguem prever, para um futuro não muito longínquo, a passagem do cancro para o grupo das doenças crónicas como a hipertensão ou a diabetes.

A prevenção, assim como os avanços tecnológicos – que permitem diagnósticos mais precisos, tratamentos cada vez menos agressivos, e que trazem ao mercado novas drogas –, são os grandes responsáveis por esta boa nova.
Mais novidades

O Encontro Anual da ASCO foi também palco para a apresentação de outros estudos. No campo do cancro da mama, estes foram alguns dos destaques:
Trastuzumab e quimioterapia – Cerca de um quarto dos cancros detectados na mama são positivos em HER2, gene envolvido no controle do crescimento das células, que leva a um crescimento acelerado do cancro e a um maior risco de disseminação pelo resto do organismo. Um estudo desenvolvido pelo North Central Cancer Treatment Group revelou que a combinação simultânea da quimioterapia com a substância trastuzumab, em vez da utilização sequencial destes tratamentos, mostrou ser mais eficaz na redução do risco de reincidência e do risco de morte.

Dieta pobre em gorduras – Um estudo levado a cabo junto de 2400 mulheres demonstrou que a alimentação pode ter um papel importante durante o tratamento padrão do cancro (cirurgia, radiação e quimioterapia ou terapia hormonal). Quando comparado com mulheres que mantiveram uma dieta normal, o grupo de mulheres pós-menopáusicas que se submeteram a uma dieta baixa em gorduras apresentou 24 por cento menos
risco de reincidência num período de cinco anos.
Os malefícios do álcool – De acordo com um estudo apresentado por investigadores do Dana-Farber Cancer Institute, do Brigham and Women’s Hospital e da Harvard School of Public Health, as mulheres pós-menopáusicas que consomem álcool, mesmo em quantidades reduzidas, podem estar sujeitas a um risco maior de virem a sofrer de cancro da mama.

Isto leva a uma nova atitude. Enquanto prevenção e investigação se mantêm na ordem do dia para que a expectativa de vida após um cancro seja cada vez maior, a sobrevivência e a qualidade de vida após a retirada do tumor ganham relevo entre as preocupações dos especialistas. Este foi um dos aspectos amplamente focados ao longo do Encontro Anual promovido pela ASCO, um impressionante evento que reuniu no primeiro semestre deste ano cerca de 25 mil especialistas de todo o Mundo e em que foram apresentados mais de três mil traba-lhos de investigação.

Entre as novidades apresentadas nesta ocasião, um dos destaques foi para um novo grupo de drogas denominado inibidores de aromatase, substâncias já conhecidas dos especialistas, mas que em estudos se têm revelado verdadeiramente eficazes na redução do risco de recorrência do cancro da mama e do surgimento de outros tumores no organismo das mulheres na pós-menopausa. A esperança de vida livre da doença torna-se, assim, uma realidade. Trata-se de um novo tipo de terapia hormonal que visa inibir os efeitos do estrogénio, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento do cancro da mama. Cerca de 10 por cento das mulheres corre o risco de um dia vir a sofrer deste tipo de cancro da mama. E mais de dois terços destes cancros são do tipo estrogeno-sensitivos. São tumores que crescem “alimentados” pelo estrogénio que circula no organismo.

Após a menopausa, a produção desta hormona nos ovários é bastante reduzida. A sua presença no organismo da mulher deve-se então à transformação do androgénio em estrogénio, a qual é feita através de uma enzima denominado aromatase. Os inibidores de aromatase ligam-se a esta enzima e bloqueiam-na, impedindo a conversão de androgénio em estrogénio. Assim, este novo grupo de drogas foi apontado pela ASCO como sendo de grande interesse e indicado como terapia complementar para as mulheres pós-menopáusicas que foram diagnosticadas com cancro da mama na forma de tumores com receptores de estrogénio.

A terapia inicial envolve normalmente a cirurgia para remover o tumor e o tecido envolvente. Após a cirurgia, a terapia pode incluir radiação e/ou quimioterapia, seguida de um tratamento hormonal para os casos de tumores hormono-receptores, para evitar a reincidência do tumor ou o aparecimento de novos em outras partes do organismo. Durante décadas, esta terapia tem sido feita à base de uma substância denominada tamoxifen, com excelentes resultados. Os estudos que envolvem os inibidores de aromatase visam me-lhorar ainda mais os resultados nesta fase do tratamento.
Adeus passividade

De pacientes a doentes activas. Este é o desafio do futuro.
A atitude dos doentes face ao seu percurso desde o diagnóstico até ao controlo da sobrevivência tem ganho cada vez mais espaço em reuniões como a que foi promovida pela ASCO. São organizadas palestras específicas para associações de pacientes com o objectivo de informar e também de ouvir as suas principais preocupações.

Os pacientes são cada vez mais incentivados a defender os seus direitos, a controlar todas as etapas do seu tratamento e a revelar à equipa médica as suas necessidades ao longo de todo este percurso.

Os pacientes são desafiados a verem-se como parceiros dos seus especialistas em oncologia, em lugar de meros agentes passivos. O objectivo final é melhorar e humanizar os tratamentos, e promover uma melhor qualidade de vida.

O papel dos médicos como “defensores” (advocates) dos seus pacientes também tem sido estimulado. São desafiados a assegurar que os seus doentes, além do melhor tratamento possível, tenham acesso à informação, apoio e ajuda prática às suas necessidades.

Começa a haver também preocupação de proporcionar aos especialistas formação adequada para a relação com os doentes. É que ao longo das suas carreiras são levados por centenas ou mesmo milhares de vezes a dar notícias difíceis e lidar com temas sensíveis, o que nem todos estão preparados para fazer.
O letrozole é um destes inibidores de aromatase de terceira geração. Tem sido amplamente investigado pelo International Breast Cancer Study Group desde 1998, num estudo que envolveu oito mil mulheres a quem foram diagnosticados e tratados cancros da mama. De acordo com os resultados até agora apurados, o letrozole revelou ser mais eficaz que o tamoxifen, reduzindo o risco de reincidência em mais 19 por cento dos casos. E mesmo em relação às mulheres em que o risco de reincidência era maior – aquelas cujo cancro já tinha alastrado aos nódulos linfáticos por altura do diagnóstico ou que foram tratadas com quimioterapia –, a eficácia foi maior, com taxas de redução de risco de 29 e 30 por cento, respectivamente.

“Nesse estudo, não só investigámos qual a melhor droga – letrozole ou tamoxifen – mas também em como usá-las da melhor forma”, explicou à Máxima Beat Thürliman, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do estudo. O objectivo era estabelecer qual a metodologia indicada: se a substituição do tamoxifen pelo letrozole ou a combinação de ambas as substâncias. Num artigo publicado recentemente no Journal of the National Cancer Institute, a ASCO indica a terapia com o letrozole após cinco anos de utilização do tamoxifen. “A maioria dos casos de reincidência entre as mulheres tratadas com o tamoxifen teve lugar ao fim de cinco anos de tratamento.
Mãos amigas

Em Portugal é possível contar com associações preparadas para orientar e também apoiar as mulheres com cancro da mama em todos os sentidos, desde o primeiro momento em que a doença é diagnosticada. Conheça algumas delas.


Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama http://www.apamcm.com.pt/

A sua acção centra-se no suporte terapêutico, na intervenção social e jurídica, na formação aos profissionais e na actividade lúdica/ocupacional das mulheres com cancro da mama.

Tem como objectivo possibilitar uma melhor qualidade de vida ao doente, permitindo-lhe usufruir dos seus direitos e deveres, tendo em vista a sua reintegração social e familiar, bem como estimular a sua participação num conjunto de serviços e actividades.

Esta associação oferece acesso gratuito ao atendimento e acompanhamento com vários profissionais: psicólogos, sexólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, médicos, juristas e advogados. Oferecem também actividades lúdicas e ocupacionais como reiki, yoga, chi kung, pintura, informática e aulas de inglês. E a partir de 30 de Outubro disponibiliza uma linha SOS gratuita: 800 102 122.

Associação Viva Mulher Viva
www.vivamulherviva.cjb.net


Nasceu na Consulta Multidisciplinar de Cirurgia da Mama do Hospital São José da necessidade de dar voz às necessidades das pacientes e sua família, de melhorar a comunicação entre pacientes, familiares e profissionais. Tem como principal objectivo o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares ao longo de todas as fases da doença e tratamento. O que faz estabelecendo a ligação das doentes com outras mulheres na mesma situação ou que tenham superado o cancro, com profissionais de diversas áreas de apoio, para assegurar apoio psicossocial ao longo de todo o processo de doença.

Liga Portuguesa Contra o Cancro

http://www.ligacontracancro.pt/

Esta associação cultural e de serviço social está voltada para todos os doentes oncológicos, oferecendo apoio específico para cada tipo de cancro. Promove a prevenção primária e secundária do cancro, o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico e a formação e investigação em oncologia. Entre outras finalidades, destacam-se: divulgar informação sobre o cancro e a promoção da educação para a saúde, privilegiando a prevenção; contribuir para o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico; a cooperação com instituições envolvidas na área da oncologia, nomeadamente com os Centros do Instituto Português de Oncologia de Francisco Gentil; o estabelecimento e manutenção de relações com Instituições congéneres, nacionais e estrangeiras.


O estudo provou que a utilização do letrozole nos cinco anos subsequentes mostrou ser capaz de reduzir por mais tempo o risco de reincidências.” E a preocupação agora é mesmo essa: depois de assegurar a retirada do cancro, garantir um período cada vez maior livre da doença. E que este período seja vivido com qualidade.

A utilização do letrozole, no entanto, não é indicada para pacientes com osteoporose moderada ou grave, assim como para alguns casos de mulheres com problemas cardiovasculares.

Fonte:
www.maxima.pt/1105/corpo/100.shtml

Prevenção do Cancro da Mama


Nota de Patrícia Pilar à imprensa 17 de Fevereiro de 2008

“Eu tive uma forma rara de cancro da mama, que está no exterior da mama, no mamilo ou auréola, surge com uma vermelhidão que depois se torna uma lesão com bordas com crostas.

Eu nunca teria suspeitado que fosse um cancro da mama, mas era...

O meu mamilo nunca pareceu diferente para mim, mas a vermelhidão incomodou, por isso eu fui ao consultório do meu médico.

Às vezes fazia comichão e doía, mas outras vezes não atrapalhava.

Era só feio e incómodo, e não desaparecia com todos os cremes prescritos pelo dermatologista, como a dermatite nos olhos que tive antes disso.

Aí fui ao consultório para ser examinada. Eles pareciam um pouco preocupados, mas não me avisaram que poderia ser cancro.

Agora suspeito que não haja muitas mulheres por aí que saibam que uma lesão ou vermelhidão no mamilo ou auréola pode ser cancro da mama.

Estes são os sintomas:

- O meu começou como uma simples pápula (espinha) na auréola.
- Um dos maiores problemas com a Doença de Paget do mamilo é que os sintomas parecem inofensivos.
- Pensa-se frequentemente que é uma inflamação ou infecção de pele, levando a indesejáveis adiamentos na detenção e tratamento.

Os sintomas incluem:

- Uma persistente vermelhidão e crostas no seu mamilo levando a ter comichão e a provocar uma sensação de queimadura (como falei, o meu não coçou ou ardeu, mas tive uma crosta na borda externa de um dos lados).
- Uma dor no seu mamilo que não diminui (a minha era na área da auréola com uma área grossa e esbranquiçada no centro de meu mamilo).
- Geralmente só um mamilo é afectado. <

Como é diagnosticado:
O seu médico fará um exame físico, e pedirá uma mamografia bilateral imediatamente.
Apesar da vermelhidão, inchaço e crosta parecerem dermatite (inflamação da pele), o seu médico deve suspeitar de cancro se a lesão for em apenas uma mama.

O seu médico deverá pedir uma biopsia na sua lesão para confirmar o que está a acontecer.
Se o Cancro for só no mamilo e não na mama, o seu médico pode recomendar retirar só o mamilo e o tecido ao redor, ou sugerir radioterapia.

Se o médico cuidasse do meu rapidamente ao invés de ter tratado como dermatite, talvez pudessem salvar a minha mama e a doença não iria para meus nódulos linfáticos.


NOTA:
Esta mensagem deve ser levada a sério e repassada para tantas amigas quanto possível.
O meu cancro da mama espalhou-se e metastatizou para os meus ossos, isso depois de receber mega doses de quimioterapia, 28 tratamentos de radioterapia e tomar Tomoxipan.

Talvez se eu soubesse dessa doença anteriormente, ela não teria se espalhado.

Tentei relatar o meu caso num programa de TV, mas não houve interesse sobre esse tema.

DIVULGUE ESTA MENSAGEM A TODAS AS MULHERES COM QUE VOCÊ SE PREOCUPA E PARA OS HOMENS QUE VOCÊ CONHECE E QUE AMAM AS MULHERES QUE EXISTEM NAS SUAS VIDAS, PARA QUE POSSAM TAMBÉM AJUDÁ-LAS NO COMBATE CONTRA O CANCRO DA MAMA.

Sunday, 21 September 2008

Reduzir as gorduras e o colesterol

É muito desejável manter um nível conveniente de colesterol no sangue. Dado que o colesterol e as gorduras saturadas fazem aumentar o nível total do colesterol no sangue, aqui ficam algumas sugestões que podem ajudar a manter uma dieta mais saudável e reduzir a absorção de gorduras e de colesterol.


Nas compras
• Não se esqueça de ler os rótulos. Compre apenas produtos com o menor número possível de colesterol e de gorduras saturadas.
• Escolha carnes magras, peixe e criação. Feijões, ervilhas, lentilhas e legumes podem ser usadas com um bom substituto das proteínas da carne.
• Prefira produtos lácteos magros.
• Compre mais frutos e vegetais frescos.
• Prefira pão com cereais que contenham fibras e grãos integrais.
• Para as sobremesas, escolha sorvetes de frutas.

Na preparação da refeição

• Use iogurtes magros em receitas que exijam cozedura.
• Retire a pele às aves.
• Depois de fazer um caldo com ossos ou aves, leve-o ao frigorífico durante umas horas e escume a gordura antes de usar.
• Em relação às carnes, prefira grelhados, mesmo no microondas, para deixar escorrer a gordura durante a cozedura.
• Coza os vegetais frescos a vapor, em vez de os saltear.
• Habitue-se a beber um copo de sumos vegetais caseiros.
• Use vegetais com fibras (como cenouras, aipo, etc.).
• Bolos de arroz.
• Frutos (como maçãs, laranjas, pêssegos, etc.).
• Água fria com umas gotas de limão.
• Cereais, com leite magro.

Comer fora
• Encomende alimentos simples como carne grelhada, salada de alface não temperada, batatas cozidas (com margarina, sumo de limão ou natas azedas) ou uma juliana de vegetais com sumo de limão.
• Escolha vegetais frescos para as saladas.
• Peça carne cozida, peixe ou aves (sem a pele) em vez de fritos. Exija que sejam omitidos os molhos ou que sejam servidos à parte.
• Limite as quantidades - compartilhe uma entrada com o vizinho.
• Para almoços de negócios é bom conhecer locais onde possa encomendar refeições relativamente baixas em calorias.

Fonte: http://pirilampobrilha.no.sapo.pt/saude%20homens.html

Cuidado com as intoxicações alimentares!


"Deve ter sido alguma coisa que comi!" Quantas vezes as pessoas dizem estas coisas quando apresentam náuseas, vómitos, cólicas ou diarreia? De facto, estes podem ser os sintomas de intoxicação alimentar causados por ingestão de alimentos contaminados.

As bactérias que causam intoxicação alimentar são difíceis de ser detectadas através da aparência, cheiro ou gosto dos alimentos. Porém, podem causar a doença em vários graus de gravidade, variando desde casos leves até casos muito severos ou que coloquem em risco a vida.

O corpo humano, normalmente, é bem resistente a agressões desta natureza provocadas por bactérias. Porém, indivíduos que tenham o sistema imunológico deprimido por qualquer razão são mais susceptíveis à doença.

Quando estas pessoas contraem uma intoxicação, com sintomas severos de vómitos e diarreia, torna-se mais difícil o tratamento.

Visto que a maior parte das intoxicações alimentares resultam de manuseio impróprio dos alimentos, as pessoas devem consciencializar-se em seguir os procedimentos de manuseio higiénico dos alimentos.


Os requisitos de higiene alimentar aqui listados pretendem ajudar a reduzir o risco de intoxicação alimentar, prevenindo a deterioração da sua saúde.

Existem vários tipos de intoxicação alimentar, havendo três que são muito frequentes: Campylobacter, Listeria e Salmonella.


• Campylobacteriose
Os sintomas de infecção por Campylobacter incluem dor abdominal aguda, diarreia (que pode ser aquosa ou conter sangue), náusea, dor de cabeça, dor muscular e febre. Os sintomas podem começar a surgir entre dois a cinco dias após o consumo do alimento contaminado e geralmente duram de sete a 10 dias. As bactérias do género Campylobacter são mais encontradas em alimentos crus ou frango mal cozido, leite cru e água não potável.


Listeriose
A doença causada pela Listeria é caracterizada por sintomas semelhantes à gripe, incluindo calafrios, febre e dor de cabeça, algumas vezes acompanhadas de náuseas e vómitos. Estes sintomas podem aparecer entre dois a 30 dias após a exposição. Alimentos mais contaminados por Listeria podem ser o leite e queijo cru, carne crua ou mal passada, carne de frango e peixe.


Salmonelose
A Salmonelose é a doença que pode desenvolver-se após a ingestão de alimentos contaminados com Salmonella. Caracteriza-se por apresentar sintomas semelhantes à gripe, podendo ser seguido de náusea, vómitos, cólicas abdominais e diarreia. Os sintomas normalmente aparecem entre seis a 48 horas após o consumo do alimento suspeito e podem durar até uma semana. Os alimentos mais associados à salmonelose incluem carne crua ou mal passada, carne de frango, peixe e ovos.
Cuidados ao comprar alimentos

Cada vez mais, é fundamental estabelecer o hábito de confirmar os prazos de validade e ler os rótulos dos alimentos, de forma a seleccionar alimentos com menor risco de intoxicação alimentar. Por exemplo, é importante verificar se o leite ou queijo adquirido são produtos pasteurizados e se têm inspecção oficial.

Um bom hábito é colocar os pacotes de carne, frango ou peixe dentro de embalagens plásticas, de forma a evitar que possam pingar nos outros alimentos dentro do carrinho do supermercado, evitando assim a contaminação cruzada entre alimentos.

A venda de produtos com embalagens danificadas ou a exposição inadequada dos alimentos ao consumo (como por exemplo vender camarões cozidos próximo de gelo ou peixes crus), trabalhadores com pobres condições de higiene e condições que dificultem a limpeza são situações que podem aumentar o risco de intoxicação alimentar.

Nestes casos, o consumidor deve evitar adquirir o produto, bem como notificar as autoridades de fiscalização.

Após a compra, os alimentos refrigerados ou congelados devem ser guardados o mais rapidamente possível. Deve-se evitar mantê-los dentro de carros quentes ou escritórios, ou mesmo ficar "passeando" pelo supermercado com estes produtos no carrinho, para diminuir o risco de multiplicação dos microorganismos.


Em casa

A maioria dos casos de intoxicação alimentar são causados por manuseio impróprio dentro das nossas próprias casas. Manter prateleiras, bancadas, arcas congeladoras, frigoríficos, utensílios, esponjas e toalhas limpas é uma das melhores maneiras de evitar a contaminação dos alimentos em casa. É especialmente importante lavar todos os utensílios e as mãos com sabão e água após manusear um alimento e antes de manusear outro alimento.

Desta forma, evitaremos a contaminação cruzada dos alimentos, como por exemplo a transferência de bactérias de carne crua para outros alimentos, tais como saladas ou vegetais. Pela mesma razão, tábuas de cortar de madeira não devem ser utilizadas para cortar carne crua, frango ou peixe.

Tábuas de plástico são mais apropriadas, pois são mais fáceis de ser lavadas e higienizadas. Fruta e vegetais frescos devem ser lavados em água corrente e guardados no frigorífico a temperatura abaixo de 10 graus, para evitar a sua deterioração.

Ao arrumar os ovos no frigorífico não deite fora a embalagem, caso contrário deixa de saber qual o seu prazo de validade. Se tiver dúvidas quanto à procedência dos ovos que habitualmente consome poderá optar por usar ovos pasteurizados no lugar de ovos comuns.

A cocção apropriada dos alimentos é outro importante factor contra a intoxicação alimentar, pois o calor elimina as bactérias. O ideal seria utilizar um termómetro para verificar se o alimento alcançou 75 graus centígrados no seu interior.

Alimentando-se fora de casa

Se quando comemos em casa é importante termos cuidado com a higiene dos alimentos e utensílios que manipulamos então esse cuidado deve ser ainda maior quando jantamos ou almoçamos fora de casa.

É imperioso verificar as condições de higiene do estabelecimento, incluindo a aparência, higiene e postura dos funcionários.

Por uma questão de precaução opte por alimentos bem passados ou bem cozidos. Uma boa forma de verificar se o alimento está bem passado é cortar ao meio um bife, hamburguer ou outro pedaço de carne. Se houver o menor sinal de sangue ou partes avermelhadas, deve-se solicitar que o produto seja mais bem passado. O peixe deve estar solto, em pedaços e não mole, quando cortado.

Os ovos, por seu turno, devem ser solicitados para serem bem fritos, não devendo ser consumidos se aparentarem estar mal cozinhados. Saladas ou outros alimentos devem ser evitados se tiver dúvidas quanto à sua lavagem.

Tenha cuidado com o consumo de peixe cru fora de casa. Mariscos crus, assim como carne crua de vaca ou frango podem estar contaminadas com bactérias patogénicas. Apesar de constituírem verdadeiras delícias para os apreciadores, ostras, sushi e sashimi são pratos que só devem ser consumidos se o restaurante for da sua confiança

Fonte:http://pirilampobrilha.no.sapo.pt/saude%20homens.html

O chocotate emagrece!



Desde que o homem aprendeu a contar calorias, o chocolate tem a fama de nos fazer ganhar quilinhos extras.
Não é por menos: tem cerca de 500 calorias em 100 gramas, pesando (bastante!) no cardápio de qualquer uma de nós.
Logo, quem iria imaginar que a guloseima mais amada pelas mulheres tem algum efeito emagrecedor?
Isso mesmo: os cientistas descobriram que, dependendo da concentração de cacau, ele pode ajudar o ponteiro da balança a descer.
Surpresa?
Nós também ficámos!
Mas é um facto: o tipo amargo – chocolate com maior concentração de cacau – aumenta a sensação de saciedade.


A comprovação, publicada na conceituada revista científica International Journal of Obesity, veio de uma pesquisa coordenada pelo médico dinamarquês Arne Vernon Astrup, chefe do Departamento de Nutrição Humana da Universidade Real de Copenhague, na Dinamarca.
Dois grupos participaram do estudo e o que comeu chocolate amargo pela manhã, ainda em jejum, ficou mais saciado.
Resultado: consumiu 15% menos calorias ao longo do dia em comparação ao grupo que optou pelo chocolate ao leite.
Qual é o mecanismo de acção no organismo?

Astrup e seus colegas ainda não conseguiram chegar a uma conclusão:
“A regulação do apetite é um sistema muito complexo”, afirma, com exclusividade para a BOA FORMA, Lone Brinkmann Sorensen, da equipa de Astrup. “Mas o estudo apontou que os pacientes que comeram chocolate amargo sentiram inclusive menos vontade de comer doces”, completa.

Antes de achar que 15% não é grande coisa, vamos fazer algumas contas.
Uma mulher de altura e peso medianos (1,65 metro e 58 quilos) consome cerca de 2 mil calorias diárias para manter a saúde a funcionar a pleno vapor e as curvas no lugar.
Assim, se reduzir o consumo em 15%, economizará 300 calorias por dia. Isso significa um almoço leve (saladinha verde, uma porção pequena de macarrão com molho de tomate e um bife pequeno). E, se fizer uma caminhada em ritmo de passeio, gastará 360 calorias numa hora.
Quer dizer: essa economia não é nada desprezível.
Também no Brasil, profissionais na área da alimentação apostam na delícia dos deuses para afinar a cintura.

A nutricionista Edina Sakamoto, de Campinas, inclui na dieta de emagrecimento das suas pacientes uma pequena porção de chocolate amargo.
O motivo?
“Algumas substâncias do cacau, como a 2-feniletilamina e a N-aciletanolamina, agem no cérebro fechando os receptores que pedem doce”, explica Edina.
Sabe: quando o desejo de açúcar diminui, fica bem mais fácil decontrolar a balança.
Só para ficar claro: é preciso optar pelo tipo amargo.
E lógico, numa porção diária moderada – 30 gramas, o equivalente a uma barra pequena ou dois bombons também pequenos.
É pouco para si?
Pode ser, mas não vai existir nadinha de culpa!


Bom para o humor
Ok, você tem direito a mais um pedacinho (só um, hein!) quando estiver triste, cansada ou stressada.
“Como também age no sector límbico – área do cérebro que alia a emoção à comida –, o chocolate tem o poder de diminuir aquela vontade louca de doce que aparece especialmente em situações emocionais negativas”, diz a nutricionista Edina Sakamoto.
Além disso, o cacau concentra vários componentes que melhoram o humor, alguns de nomes complicados: teobromina (um primo mais fraco da cafeína), triptofano, feniletilamina e magnésio – combinação que ajuda a combater até a depressão.

Mais: o principal ingrediente do chocolate carrega compostos que inibem a degradação da anandamida, substância que prolonga a sensação de bem-estar.
“Produzida pelo nosso cérebro, ela tem acção parecida com a dos canabinóides da maconha”, diz a médica ortomolecular e naturóloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro.
“Enfim, são vários os efeitos positivos que, juntos, facilitam o controle do apetite”, completa Márcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso).
Para potenciar os benefícios do chocolate, a sugestão é reservá-lo para o lanche da manhã. “Além de melhorar o bem-estar, o triptofano presente no cacau participa da produção do neuropeptídio Y. Essa substância é responsável pela sensação de saciedade e tem maior ação no período da manhã”, explica a nutricionista Daniela Jobst, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, em São Paulo.


O amargo é melhor
Sim, vale a pena tentar descobrir o prazer do chocolate com maior concentração de cacau, o amargo.
No chocolate ao leite, os efeitos terapêuticos são menores porque o leite enfraquece o poder do cacau.
E, por ter mais açúcar, apresenta um alto índice glicémico – é só comer para disparar a produção de insulina, hormona que faz o corpo armazenar mais gordura.
Sem falar do efeito contrário: a insulina tira o açúcar rapidamente de circulação e o seu organismo pede mais doce, fazendo comer um atrás do outro.

Carla Conte
Revista: Boa Forma

Mitos e Verdades do Chocolate


É afrodisíaco e vicia? Causa acne e celulite? Tire todas as teimas!

Afinal, o que há de tão especial no chocolate?
Existem pessoas com verdadeira compulsão e que chegam a fazer acompanhamento psicológico para tratar do vício, tamanho é o desejo irrefreável que sentem pelo chocolate.
Além disso, bombons são um presente bastante comum entre casais apaixonados - mas de onde vem esta sua fama romântica?


O chocolate é afrodisíaco e vicia
Parece que o chocolate, assim como o café e o chá, possui uma capacidade incomum para interagir com a química cerebral.
Uma equipa de cientistas da Universidade de Michigan, descobriu que, bloqueando quimicamente receptores opióides no cérebro, era capaz de diminuir pela metade o consumo de chocolate em comedores compulsivos. As suas conclusões apontam indicam que "os opióides estão implicados no desejo intenso por alimentos ricos em açúcar e gorduras, particularmente chocolates".

Os pesquisadores também descobriram que o chocolate - assim como a cafeína - estimula a produção de um produto químico chamado feniletilamina. Esta substância tem sido associada há algum tempo ao "sentir-se apaixonado". É provável que explicação da sensação de extremo bem-estar ao devorarmos uma caixa de bombons passe por este caminho.

O chocolate contém nutrientes essenciais para a energia, bom humor e prevenção da insónia. Alguns destes nutrientes estão ausentes em boa parte da dieta e os cientistas acreditam que o chocolate seja a sua principal fonte. Comer vegetais folhosos verdes, como brócolos, é uma boa maneira de evitar o desejo intenso por chocolate, pois substitui algumas das substâncias que produzem o "vício".



O chocolate causa acne
Muitos dos velhos mitos sobre o chocolate e a saúde estão desmoronando sob o peso de factos científicos. Nas últimas duas décadas, as pesquisas mostraram que ele não causa - nem tão pouco agrava - os casos de acne. Um estudo, realizado no Departamento de Dermatologia da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, demonstrou que o consumo de chocolate não estava relacionado com o desenvolvimento ou agravamento da acne.



Chocolate provoca a cáries
Todos os alimentos que contêm hidratos de carbono fermentáveis podem contribuir para formação de cáries, mas o papel do chocolate nesta doença tem sido sobre-valorizado. Pesquisas no Forsyth Dental Center, em Boston, e na Escola de Odontologia da Universidade da Pensilvânia mostraram que o chocolate é capaz de anular o potencial acidificante do seu açúcar. Ainda, ele reduz a desmineralização - um processo directamente relacionado ao surgimento de cáries.

Pesquisas no Eastman Dental Centerin, em Rochester (estado de Nova Iorque) mostraram que o chocolate é rico em proteínas, cálcio, fosfatos e outros minerais, todos eles reconhecidamente protectores do esmalte dentário. Em resumo, o açúcar contido no chocolate pode causar cavidades nos dentes, mas não é mais perigoso que o açúcar contido nos demais alimentos. O que importa é uma boa higiene bucal, e não o tamanho da caixa de bombons.




O chocolate não contém nutrientes e ainda por cima engorda
As pessoas tendem a superestimar as calorias do chocolate. Uma barra média contém cerca de 210 calorias. Ao contrário da crença popular, a maioria das pessoas acima do peso ideal não comem quantidades excessivas de bolos, doces e similares. Na verdade, a ingestão de açúcar nestas pessoas tende a estar abaixo da média. Mais importante para o controlo do peso é o total de calorias consumidas por dia e a quantidade de energia gasta em actividades físicas.

O chocolate contém mais de 300 substâncias químicas diferentes e vários nutrientes necessários ao corpo. Calcula-se que uma barra média contenha:
3 gramas de proteína
15% da necessidade diária de riboflavina
9% da necessidade diária de cálcio
7% da necessidade diária de ferro

A gordura (manteiga) presente no cacau dá ao chocolate a sua textura característica. Pesquisadores mostraram que esta gordura não aumenta os níveis sanguíneos de colesterol, principalmente devido ao alto conteúdo de ácido esteárico. Mais ainda: pesquisas recentes na Universidade da Califórnia mostraram que o chocolate apresenta níveis elevados de produtos químicos conhecidos como flavonóides e fenólicos - e sabe-se que alguns fenólicos podem diminuir o risco de doenças cardíacas.

Recentemente, por exemplo, pesquisas mostraram que doses moderadas de vinho tinto (um cálice por dia) exercem efeitos benéficos sobre o coração e acredita-se que isto se deva exactamente à presença destes compostos na bebida. Pois eles também estão presentes no chocolate.



Compulsão por doces
O consumo compulsivo de doces está ligado a problemas psíquicos e orgânicos. Esta é a conclusão de especialistas em nutrição que se basearam em pesquisas e entrevistas com mulheres que têm uma vontade quase irresistível de comer doces, que verificaram que a voracidade por bombons pode ser tão doentia quanto a dependência do álcool ou drogas.
A ingestão de doces geralmente é para compensar algum problema ou melhorar o humor de quem sofre da compulsão. Mas, depois, irremediavelmente, os devoradores de doces começam a ter pesadelos com a balança. É natural.
Nas últimas décadas as pessoas seguem padrões de beleza que as obrigam a desejar um corpo esguio e perfeitamente modelado e, nos consultórios, as queixas são conhecidas: se a pessoa é gorda, o consumo de doces é seguido de complexo de culpa e de recriminações sobre a falta de força de vontade.

Investigadores afirmam que a compulsão pode ser uma adaptação do organismo para suprir a deficiência de seretonina, um dos neuro-transmissores responsáveis pela comunicação entre os neurónios.
A serotonina também interfere no estado de humor e na sonolência e, quando há uma diminuição dessa substância no cérebro, a pessoa sente necessidade de ingerir açúcar.

Mas é possível comer sem culpa, desde que haja um mínimo de autodisciplina. Quem tiver uma vontade incontrolável de comer doces e não for diabético, pode optar por compotas de fruta ou outros doces sem gordura.
O doce parece ter um significado afectivo na maioria das famílias. E, em casos de carência de afectiva, a compensação acaba no próprio doce.

Fonte
:http://mulher.sapo.pt/articles/bem_estar_e_nutricao/alimentacao_saudavel/741420.html


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Lábios hidratados
Chocolate negro


Os amantes deste doce têm uma nova desculpa para se deliciarem : o chocolate negro ajuda a hidratar os lábios ressequidos pelo sol. Derreta dois quadradinhos no microondas, deixe arrefecer e aplique antes de solidificar.

Fonte:
in "Maria" nº 1455

Saturday, 20 September 2008

Café, chocolate e sexo - A fórmula química que estimula o cérebro

Esqueça as palavras cruzadas, o Sudoku ou os jogos de computador. Se quer estimular o cérebro, coma chocolate preto, faça bastante sexo, beba café moderadamente e consuma alimentos frios ao pequeno-almoço. Também é melhor que não passe muito tempo com quem só sabe reclamar da vida e ainda não fume marijuana, não veja telenovelas e não consuma muito álcool e carnes vermelhas. Será na conjugação destes elementos que surgirá a fórmula química para treinar e impulsionar a capacidade cerebral. A tese é defendida no livro “Teaching Yourself: Training Your Brain” (Ensine a você mesmo: treine o seu cérebro), que será publicado em Janeiro na Grã-Bretanha e que posteriormente será lançado noutros países.

Na obra, os autores Terry Horne e Simon Wootin analisam como a dieta, o ambiente e o stress afectam a capacidade mental das pessoas. Grande parte das sugestões feitas no livro baseiam-se no efeito provocado por certas substâncias químicas, quando são libertadas no organismo a partir de determinadas actividades, tais como comer chocolate, beber café ou fazer sexo.

De acordo com a obra, a penetração durante o acto sexual aumenta os níveis de oxitocina, que estimula o cérebro a pensar em novas ideias e soluções para problemas, enquanto que o pós-coito aumenta a quantidade de serotonina, estimulando a criatividade e o pensamento lógico. No que se refere à comida, os autores acreditam que ingredientes encontrados no chocolate amargo, como magnésio e antioxidantes, aumentam a oxigenação cerebral. E comer alimentos frios, ovos ou peixes ao pequeno almoço, como é usual na Escandinávia, também dá mais energia e facilita a absorção de nutrientes pelo organismo.

«Durante décadas, pensámos que a capacidade do cérebro é geneticamente determinada, mas agora ficou claro que é uma questão de estilo de vida», explica Terry Horne, autor do livro. Os autores aconselham os leitores a seguirem um “conceito de vida” chamado BLISS (prazer corporal, alegria, envolvimento, satisfação e sexo, na sigla em inglês) para aumentar o desempenho mental. E, claro, evitar certas situações: «Relacione-se com pessoas que o façam rir. Evite as pessoas que reclamam demais, porque elas podem deixá-lo deprimido»”, aconselha Hornes, que ainda defende a baixa ingestão de álcool e de carnes vermelhas, o não ver telenovelas e não fumar marijuana.

Ainda na lista das actividades para estimular a “massa cinzenta”, os autores defendem que as crianças devem fazer os trabalhos de casa acompanhadas pelos colegas ou pelos pais e que, desde cedo, as crianças sigam uma dieta baixa em gordura, rica em bróculos, peixes com ômega 3, pães e massas integrais.

Fonte: BBC Brasil

Sexo tântrico - Perca-se no tempo e no prazer...


O sexo tântrico está na moda e começa já a despertar mentes e consciências.
Mas afinal de que trata essa panaceia sexual, que despertou adeptos ferrenhos no cantor Sting, em Madonna e mesmo, diz-se, entre um certo residente da casa do Big Brother2

O sexo tântrico não é apenas uma técnica sexual capaz de intensificar os orgasmos e prolongá-los por "horas", de acordo com a crença popular, mas sim uma forma de ligação mais íntima e amorosa com o seu parceiro durante o acto sexual, quantas vezes demasiado superficial ou mecânico, ou desgastado pela monotonia.
Isto se pensarmos que, segundo estudos recentes, um homem americano leva menos de dois minutos, após a penetração, a ejacular e, possivelmente, a adormecer para o outro lado...

De facto, a “revolução tântrica” está a provocar em muitos casais uma maior abertura em relação à sua sexualidade, um movimento algo semelhante àquele iniciado nos anos 60 pelos sexólogos William Masters e Virginia Johnson.

O que entendemos hoje como “Tantra” é uma mistura de fontes diversas: algumas artes sexuais da Índia (incluindo os famosos Kama Sutra e o Ananda Ranga), alguns conceitos taoistas e técnicas de meditação do ioga. A juntar a esta sabedora, de origem oriental, o ocidente moldou o tantra aos conhecimentos da sexologia clínica moderna, juntando-lhes os trabalhos de Freud, Jung e Reich.

Acima de tudo, o casal aprende a comunicar de uma forma mais íntima. O acto sexual é entendido não como um meio para o orgasmo, mas como uma experiência física e espiritual extremamente rica. Este é o conceito fundamental.

Mas como chegar lá?
O ênfase é posto em técnicas que permitem intensificar e prolongar o acto sexual - nomeadamente retardando a ejaculação no homem - através de carícias, beijos, sexo oral e técnicas de fortalecimento dos músculo pélvicos no homem e na mulher (os famosos exercícios de Kegel e a outras técnicas de auto-contenção).

As práticas tântricas envolvem ainda a meditação e técnicas respiratórias, através das quais o casal aprende a conciliar o ritmo respiratório mútuo, de forma a conseguir um fluxo energético recíproco.

Porque estas técnicas envolvem concentração e intimidade, logicamente desenvolvem os laços afectivos entre o homem e a mulher, que perduram para lá do acto sexual, construindo um sentimento de união muito mais profundo e duradouro.

Fonte: http://mulher.sapo.pt/articles/sexualidade/sexo_sem_tabus/670546.html

Sexo tântrico


Tantra
No Tantra nós aprendemos a usar a energia sexual de forma ampliada, sem negar o plano físico, mas indo mais além, mais profundo e mais alto. O sexo é vivido como a União Cósmica de opostos para criar a carga polar que se une com a energia primordial; a origem de tudo o que existe no universo.

Tantra ou tantrismo é uma filosofia essencialmente prática que tem por objectivo o desenvolvimento integral do ser humano nos seus aspectos físico, mental e espiritual.
E é o nome de um vasto leque de ensinamentos práticos que têm como objetivo expandir a consciência e libertar a energia primal do ser humano, chamada kundalini.

As Três Chaves do Tantra (Respiração, Movimento e Som)
Através da respiração nós começamos a dar energia a todas as células do nosso corpo. Isto provoca uma vibração no corpo que resulta no movimento do próprio corpo, e este começa a emitir sons.
Geralmente, o despertar da Kundalini é acompanhado pela experiência de uma luz mística de várias cores.

Tantra e Consciência
“Se tu podes aprender a ser consciente do corpo e da respiração, tu podes te tornar consciente do Universo.”
Nós, de facto, criamos a nossa própria realidade, diz o Tantra; e esta realidade pode ser aqui e agora – no corpo através do Orgasmo Tântrico.

Origem da expressão

A palavra "tantra" é composta por duas raízes acústicas: "tan" e "tra". "Tan" significa escuridão e "Tra" libertação. Dispondo de imensos significados e interpretações, tais como libertação da escuridão, fusão, teia, tecer, trama ou entretecido.

Lendas
Conta a lenda, que o coito de Shiva e Shakti durou vinte e cinco anos, sem que Shiva vertesse nela o sémen.
Lendas tântricas como esta tentam ilustrar a visão de mundo dos tantristas, a plenitude mágica e transformadora, alcançada quando integramos as energias masculina e feminina dentro de nós.

Mas o Tantra não é só isto.
O sexo tântrico não é apenas uma forma de fazer sexo, é uma forma de ligação, uma ferramenta que entrelaça tudo, que cria uma sucessão de energia que passa de um organismo para o outro.
A sexualidade no Tantra é assim sagrada: sexo é uma forma de comungar e unir-se com a manifestação divina dentro de nós.

A Relação
O Tantra muda o ponto de vista sobre as relações, também. Os Tantrikos são menos co-dependentes, menos ciumentos ou menos neuróticos.
Têm tendência para serem harmoniosos, divertidos e energéticos. No caminho do Tantra, descobrimos ainda que a relação que procuramos no exterior já existe dentro de nós.

Simplesmente precisamos de aprender e cultivar a visão tântrica, uma aproximação vital e harmoniosa do sexo, do amor, e da vida em geral.
Nós entendemos mal as relações; e, acreditamos que as relações são algo para tirarmos, enquanto que são algo onde damos e partilhamos aquilo que temos em abundância.
Este é o único caminho para o amor incondicional.

Uma relação é também uma experiência de desenvolvimento pessoal; “se tiveres amado alguém, se tiveres tido apenas um pequeno momento espontâneo de amor, esse amor pode ser ampliado até um nível onde se alcança Deus.
Mas se nunca amaste, então não tens nada em ti que possa crescer!” (palavras de Ramanuja para o seu discípulo, in “From sex to super consciousness” de Osho).

No Tantra aprendemos a nos abrirmos aos outros, não só no nível físico, mas em todos. O “Sim” tornou-se mais frequente no nosso vocalulário...

Sexo
O sexo é considerado como a base física da criação e da evolução.
É a união cósmica de opostos, os princípios masculino e feminino.
Os Hindus acreditavam que através da unificação espiritual e sexual com Shiva, Shakti deu forma ao seu espírito e criou o Universo.
O Tantra porém, vê a criação do Mundo como um acto de amor erótico.

Para o Osho o sexo é o ponto de partida de todas as jornadas para o amor.
A evolução do amor não é nada senão a energia sexual transformada. Agora esta tarefa tornou-se em algo totalmente duro na nossa cultura onde nos têm ensinado a lutar contra o sexo.
Como poderemos transformar algo que consideramos hostil? Nós devemos fazer as pazes com o sexo!

A energia do sexo é energia divina. Isto é porque esta energia cria a vida! É a maior e a mais misteriosa força de todas.
Se queremos conhecer o fenómeno chamado Amor, devemos aceitar a sacrallidade do sexo com todo o coração.
Quanto maior a totalidade, de maior “todo-o-coração” se aceita o sexo; mais livres nos tornamos.
Quanto maior a aceitação, mais livres seremos!
À total aceitação da vida, de tudo o que é natural na vida, pode-se chamar de religiosidade.
E é esta religiosidade que liberta uma pessoa.

O amor é a experiência da Unidade.
O amor só pode nascer do vazio; dois vazios não têm nenhuma barreira entre eles.
O amor está sempre pronto a se inclinar; o ego nunca.
O ego tenta sempre estar apaixonado pelo maior!
Quem se torna maior num mundo de ambições encontra cada vez menos tempo para o amor.

Em sânscrito há uma palavra linda para sexo que é Kama, que significa sexo e amor juntos, individidos e indivisíveis. No Tantra o sexo é sempre amar!
O sexo torna-se sagrado e divino quando nos aproximamos dele com o coração e o corpo, em vez de ser com a mente.

É comum para os Tantrikos “deixarem a mente” quando começam a fazer o amor tântrico.
Quando a energia vem de um espaço profundo do “eu” (o eu essencial), une-se com Deus. Isso é... mover-se para o estado do espírito.

O corpo é apenas um conjunto de camadas de energia invisível que adquirem uma forma; e pode ser despertado se nós deixarmos fluir na energia sexual. Deste modo, as pessoas sentem-se completas e auto-confiantes, com uma visão panorâmica de tudo positiva.

No Tantra nós aprendemos a usar a energia sexual de forma ampliada, sem negar o plano físico, mas indo mais além, mais profundo e mais alto.
O sexo é vivido como a União Cósmica de opostos para criar a carga polar que se une com a energia primordial, a origem de tudo o que existe no universo.

Dançando com o corpo de força electromagnética do nosso parceiro, nós caminhamos para a Unidade Cósmica.
Quando esta energia é igualada e equilibrada correctamente através da entrega de amor com o parceiro, uma grande luz se manifesta!

Fonte: www.bioatividades.com/maintantra_pt.htm

Urucum (Bixa orellana L.)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Urucum (Bixa orellana L.)

O urucum tornou-se muito conhecido graças ao pigmento extraído de suas sementes. Originária da América tropical, é planta espontânea na região que vai das Guianas até a Bahia.
A pintura do corpo com o pó de urucum faz parte das tradições indígenas, sendo usada há séculos, em cerimónias e rituais.Na medicina popular, o urucum é utilizado desde o século XVII. Os indígenas usam o pó das sementes como afrodisíaco e como um remédio contra a intoxicação pela ingestão da mandioca-brava.

Tomilho (Thymus vulgaris)

Flores, plantas e óleos afsrodisíaco

Tomilho (Thymus vulgaris)

Desde a Antiguidade, o tomilho tem sido amplamente usado em terapias por suas propriedades estimulantes e purificadoras. O aroma desta planta é considerado energizante.
O tomilho empregue na cozinha e como planta medicinal é o Thymus vulgaris.
Encontra-se em abundância no Norte e Este da Península Ibérica assim como no Sul de França.
Uma tradição muito antiga recomendava que, no final de um dia cansativo, era só amassar levemente entre as mãos alguns ramos de tomilho e aspirar o perfume para recuperar a energia e aumentar a disposição para o sexo. Não há comprovação científica que ateste o efeito, mas também não há qualquer contra-indicação - assim, não custa nada experimentar...

Propriedades medicinais do Tomilho:

a) Bom para a digestão (favorece a boa digestão dos alimentos).
b) Evita os espasmos gástricos e intestinais.
c) Evita a formação de gases e retenções putrefactas no intestino....*em caso de emergência, beber três chávenas de infusão de flores do tomilho por dia.
d) Estimulante do apetite (bom para casos de anorexia) *juntar folhas e flores a qualquer prato cozinhado.
e) Anti-séptico e expectorante: bom para casos de dor de garganta ou anginas. *gorgolejar ou beber uma infusão de tomilho; preparar um xarope com tomilho, camomila e açúcar.
f) Alivia as dores de menstruação e diminui os efeitos colaterais como as dores de cabeça, de estômago, a retenção de líquidos e a irritabilidade. *beber infusão de tomilho na semana anterior à menstruação.
g) Eficaz para combater os problemas orais, como as inflamações, aftas e mau hálito.
h) Cicatrizante e anti-séptica.
i) Relaxante e sonífero suave: em situações de fadiga extrema pode-se juntar ao banho de emersão uma infusão de tomilho. A infusão pode ajudar a adormecer.
j) Erva aromática: na cozinha pode ser utilizada para temperar muitos pratos, com um toque muito próprio que realça as propriedades medicinais da refeição. Também é utilizado para aromatizar queijos e é mesmo comido directamente (apenas os rebentos mais tenrinhos).
h) Favorece a circulação sanguínea.
i) Reduz o teor de colesterol e evita o sintoma de indigestão.
j) Bom repelente de mosquitos devido à alta concentração de álcoois e de óleos essenciais (por isso também utilizado na industria como desinfectante e fungicida). *basta pôr uns raminhos de tomilho nas janelas e nas Portas.
k) Utilização de alguns óleos na fabricação de perfumes.

Nota:
Para quem tiver com dores de garganta, uma tisana de tomilho pode fazer maravilhas. A flor de Sabugueiro também ajuda e também é bom para as infecções respiratórias, catarro e gripe).

Como é óbvio, nunca deve andar por aí sem trazer um raminho de tomilho consigo...

Guaraná (Paulinia cupana)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Guaraná (Paulinia cupana)

Quando os primeiros europeus chegaram ao Brasil, os índios já consumiam o guaraná como alimento e para afastar o cansaço. A planta foi estudada pela primeira vez pelo botânico Karl von Martius que, em 1826, visitou a região amazónica. A sua fama como afrodisíaco viria do fato de que a planta apresenta propriedades tónicas e estimulantes que afastam o esgotamento físico e mental, aumentando a disposição geral do organismo.

Narciso (Narcissus poeticus)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Narciso (Narcissus poeticus)

Os bulbos são muito ricos em vários alcalóides e um deles - a narcisina - mesmo sendo utilizado na medicina popular é altamente tóxico.
Tidos como potentes afrodisíacos, os bulbos do narciso eram usados no preparo de infusões, "filtros do amor" e, principalmente, na produção de uma água destilada que aumentaria a secreção de esperma. Mas, é provável que o efeito produzido era mais narcótico do que estimulante.

Jacinto (Hyacinthus)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos
Jacinto (Hyacinthus)

A raiz desta flor era utilizada cozida, para tratar tumores dos testículos. Considerada uma flor masculina, era usada por povos antigos como um tónico para aumentar o vigor e o desempenho sexual nos homens.

Ginseng (Panax ginseng)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Ginseng (Panax ginseng)

A raiz do ginseng, contorcida e ramificada, lembra uma figura humana. Chineses e indianos consideram a planta como um dos melhores afrodisíacos, pois ao agir contra o stress, o cansaço e a falta de energia, melhoraria o desempenho sexual, equilibrando o indivíduo como um todo.

Catuaba (Trichilia catigua)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Catuaba (Trichilia catigua)

Este afrodisíaco tipicamente brasileiro tornou-se conhecido no internacionalmente. A planta, abundante no Brasil, é usada na forma de chás e tinturas.
Acredita-se que as suas propriedades estimulantes (como as do guaraná) actuem para combater o stress e aumentar a disposição orgânica.

Sândalo (Santalum album)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Sândalo (Santalum album)

Considerada uma árvore sagrada na Índia.
Existem registos em documentos antigos escritos em sânscrito e chinês que atestam o seu uso como incenso em cerimónias religiosas e rituais onde se busca a elevação da alma. A destilação da madeira interna produz um óleo grosso e amarelado, de fragrância doce, picante, intensamente oriental.
Na Aromaterapia, o óleo de sândalo é utilizado no tratamento de problemas ligados ao aparelho genito-urinário, especialmente impotência e frigidez. Pela sua acção tónica e estimulante das funções sexuais, é considerado um afrodisíaco.

Ylang Ylang

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Ylang Ylang (Cananga odorata):
Assim como o óleo de jasmim, a Aromaterapia considera o óleo obtido das flores do Ylang Ylang um poderoso afrodisíaco, que estimula o apetite sexual aguçando os sentidos.
Aplicado em massagens ou simplesmente vaporizado no ambiente, acredita-se que esse óleo essencial é capaz de maravilhas.
Na Indonésia, por exemplo, era costume cobrir a cama dos recém-casados com flores do Ylang Ylang., para inspirar uma óptima noite de lua-de-mel.

Jasmim (Jaminum officinalis)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Jasmim (Jaminum officinalis)
Outra flor considerada afrodisíaca há séculos.
Várias espécies de jasmim apresentam um perfume doce e envolvente. O óleo desta flor - um dos mais caros do mundo - é usado como ingrediente na preparação dos mais valiosos perfumes que hoje existem no mercado (o Chanel no. 5 é um deles).
Muito ligado ao aspecto feminino, o jasmim inspirava as canções ardentes e lascívas dos poetas árabes. Era, também, uma das flores mais usadas pelas "favoritas" dos sultões, ao se enfeitarem para as longas noites de amor. Além disso, elas tomavam um banho com óleo de jasmim e, depois, espalhavam-no pelo corpo em massagens sensuais. Para os hindus, esta flor está intimamente ligada ao amor e, por isso, ainda hoje é utilizada na montagem de grinaldas nupciais.

Sobre o óleo de jasmim, é interessante reproduzir as palavras de Marcel Lavabre, na sua obra "Aromaterapia, a Cura pelos Óleos Essenciais":

"Graças aos supremos poderes sensuais, o jasmim é o melhor afrodisíaco que a Aromaterapia pode oferecer. No entanto, não deve ser considerado um mero estimulante para o sexo. O jasmim desfaz a inibição, solta a imaginação e deixa a pessoa num estado jubiloso. Num certo sentido, o poder do jasmim só pode ser experimentado por completo por quem se ama de verdade, pois ele transcende o amor físico e liberta toda a energia sexual tanto do homem quanto da mulher. É o melhor estimulante do chakra sexual".

Rosa (Rosa sp.)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Rosa (Rosa sp.)
Uma das flores mais famosas é, também, considerada um afrodisíaco. Ninguém menos que Cleópatra, a rainha do Egipto, a utilizava com essa finalidade. Conta-se que a rosa era um dos ingredientes básicos das suas receitas de beleza e, além disso, a sábia rainha cobria o seu leito com pétalas de rosas para garantir uma "tórrida noite de amor" com seu amado Marco António. O óleo de rosas era muito usado pelas mulheres do Oriente - elas espalhavam-no por todo o corpo, ao se prepararem para o amor. Durante as pesquisas, descobri uma receita de Geleia com Pétalas de Rosas

Geleia com Pétalas de Rosas

Escolha uma panela de ágata ou de vidro. Separe as pétalas de 12 rosas, lave-as em água corrente e coloque-as para cozinhar em um litro de água filtrada, até que fiquem macias. Para cada chávena (chá) do preparado, adicione ¾ de chávena (chá) de açúcar. Junte 3 colheres (sopa) de limão, misture bem e mantenha no fogo brando até chegar ao ponto de geleia. Mexa de vez quando, durante o cozimento, para não pegar no fundo da panela.

Nota: considerada infalível, quando o assunto é despertar o amor. Aqui, é necessária uma observação importante: no preparo da geleia, nunca se deve utilizar rosas tratadas com insecticidas, fungicidas ou qualquer outro produto químico. Se quiser mesmo preparar a geleia, sugiro que produza seu próprio ingrediente pois, além do prazer de cultivar uma roseira, você estará garantindo que as flores estarão livres de qualquer substância tóxica.