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Saturday, 10 January 2009

Alecrim (Rosmarius officialis L.)


Alecrim
Rosmarius officialis L.


Família:
Lamiáceas (Labiadas)

Nomes vulgares:
Alecrim-da-terra, alecrinzeiro ,alicrizeiro. Brasil: Alecrim-do-jardim, alecrim-da-horta, alecrim-rosmaninho, alecrim-do-sul, erva-coroada, erva-da-recordação, flor-do-olimpo, rosmarino.

Planeta:
Sol

Habitat e distribuição:
Arbusto vivaz da zona europeia mediterrânica, cresce em solos secos e pobres, principalmente calcários. Encontra-se em charneiras e pinhais do Centro e Sul do Continente. É muito cultivado.

Origem:
A sua origem remonta às praias do Mediterrâneo. O nome rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar. Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Foi companheiro dos portugueses nas Entradas e Bandeiras. Antigamente, queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.


Partes utilizadas:

Folhas, flores e óleo essencial.

Constituintes:
Óleos essenciais, ácidos orgânicos, heterósidos, saponósidos, colina, taninos, princípios amargos, flavonóides

Propriedades:
Anti-séptico, antiespasmódico, colagogo, diurético, estimulante, estomáquico e tónico.

Propriedades Terapêuticas:
Bom para os rins e vesícula e equilíbrio da pressão arterial, auxiliando a boa circulação; auxilia nos estados de depressão, dores reumáticas, digestão, facilita a menstruação, combate gota, icterícia é anti-séptico, sedativo, fortalece a memória.
Bochechos de infusão são recomendados para aliviar aftas, estomatites e gengivites.
Asma: fumo de alecrim (reduzir a pedaços pequenos as folhas secas. Fazer cigarro e fumar quando ameaçar ataque de asma).
Reumatismo, eczemas e contusões: folhas cozidas no vinho usadas externamente.
Anti-séptico bucal: infusão comum.
Cicatrizante de feridas e tumores: folhas secas reduzidas a pó ou sumo.

Propriedades Cosméticas:

Vinagre de alecrim ou chá bem forte no cabelo depois de lavado estimula a saúde dos folículos capilares e evita a calvície; Champô para fortificar. Na pele, restabelece o ph natural (é ligeiramente adstringente).
O Óleo de alecrim é bom para passar no corpo após o banho.

Creme de alecrim para lábios sensíveis:
1 colher (de café) de manteiga de cacau, 1/3 de colher (de café) de glicerina, essência de alecrim. Derreta a manteiga, misture a glicerina e o alecrim. Impede rachadura dos lábios ou irritação dos mesmos.

Tónico facial de alecrim:
5 chávena de água, 1 maço de alecrim, 1/2 dose de conhaque. Ferver o alecrim na mistura de água e conhaque por 15 minutos. Filtre e conserve em vidro escuro. Para pele precocemente envelhecida: 50 gramas de alecrim em infusão em 1 litro de água por 10 minutos. Coe e faça compressa no rosto após a limpeza.

Usos Etnomédicos e Médicos:

Internamente: Como normalizador das perturbações digestivas associadas a disfunções hepatobiliares, flatulência, anorexia. Adstringente e diafiorético, aumenta a sudação. Como tónico circulatório e hipotensor.
Externamente: Coadjuvante, no tratamento de reumatismos musculares e articulares, como analgésico e anti-inflamatório nas mialgias, nevralgias e inflamações osteoarticulares, no couro cabeludo como estimulante.

Principais indicações:
Anorexia, digestões lentas e flatulência por disquinesia biliar. Em Balneoterapia, como activador circulatório e anti-reumatismal.

Contra indicações:
Não usar o óleo essencial por via interna durante a gravidez, a aleitação, em crianças menores de seis anos ou em doentes com gastrites, duodenite, síndrome do cólon irritável úlceras pépticas, doenças inflamatórias intestinais ou com doenças neurológicas acompanhadas de tremores ou convulsões e epilépticos

Efeitos Secundários e Toxicidade:
Não usar o óleo essencial puro, por via interna, pois pode produzir cefaleias, convulsões, espasmos, gastroenterites, lesão renal. Pode ser abortivo em doses elevadas. Topicamente o óleo essencial produz rubefacção dérmica, devendo evitar-se a aplicação sobre as mucosas e zonas cutâneas. Em caso de overdose pode causar gastroenterites e/ou nefrites.

Uso caseiro:
Insecticida natural, plantado na horta protege as outras plantas.
Ramos de alecrim frescos colocados entre as roupas defendem-nas do ataque de traças.

Desinfectante de alecrim:
Ferverfolhas e pequenos caules de alecrim por meia hora. Quanto menos água, mais concentrado. Espremer e usar para limpar louças e casas de banho. Para desengordurar melhor, misturar um pouco de detergente. Guardar no frigorífico, dura uma semana.
Os galhos floridos, secos num vaso da casa, estimulam a memória.

Aromaterapia:
Para dores musculares, reumatismo, artrite, prisão de ventre, tosse, sinusite, resfriados, bronquite, enxaquecas, deficiência de memória e cansaço.

História:
A sua origem remonta às praias do Mediterrâneo (o nome Rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar). Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Antigamente queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.

Lendas e Mitos:
Conta-se que numa viagem Nossa Senhora se sentou à sombra de um alecrim para dar de mamar ao menino Jesus: por isso acredita-se que a planta nunca atinja altura superior à de Jesus adulto. Outro conto diz que a Bela Adormecida foi acordada pelo príncipe com um ramo de alecrim. Diz-se que a Rainha Isabel da Hungria, septuagenária, depauperada pela doença, recuperou a saúde e rejuvenesceu graças ao alecrim.
Os gregos usavam coroas de alecrim em festas, como símbolo da imortalidade. A crendice popular usa o alecrim para afastar o mau-olhado (olho gordo), erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver. A erva colocada debaixo do travesseiro afasta os maus sonhos.
Tocar com alecrim na pessoa amada faz ter o seu amor para sempre. .

Wednesday, 29 October 2008

Alecrim (Rosmarinus officinalis)



O alecrim (Rosmarinus officinalis) é um arbusto comum na região do Mediterrâneo ocorrendo dos 0 a 1500 m de altitude, preferencialmente em solos de origem calcária. Devido ao seu aroma característico, os romanos designavam-no como rosmarinus, que em latim significa orvalho do mar.

Como qualquer outro nome vernáculo, o nome alecrim é por vezes usado para referir outras espécies, nomeadamente o rosmaninho, que possui exactamente o étimo rosmarinus No entanto estas espécies de plantas, alecrim e rosmaninho, pertencem a dois géneros distintos, Rosmarinus e Lavandula, respectivamente, e as suas morfologias denotam diferenças entre as duas espécies, em particular, a forma, coloração e inserção da flor.

Descrição
Arbusto muito ramificado, sempre verde, com hastes lenhosas, folhas pequenas e finas, opostas, lanceoladas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, enquanto a superior é quase prateada. As flores reúnem-se em espiguilhas terminais e são de cor azul ou esbranquiçada. O fruto é um aquênio. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins.

Toda a planta exala um aroma forte e agradável. Utilizada com fins culinários, medicinais, religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colónia, pois contém tanino, óleo essencial, pinemo, cânfora e outros princípios activos que lhe conferem propriedades excitantes, tónicas e estimulantes.
A sua flor é muita apreciada pelas abelhas produzindo assim um mel de extrema qualidade. Há quem plante alecrim perto de apiários, para influenciar o sabor do mel.

Utilização culinária
Fresco (preferencialmente) ou seco, é apreciado na preparação de aves, caça carne de porco, salsichas, linguiças e batatas assadas. Na Itália é utilizado em assados de carneiro, cabrito e vitela Em churrascos, recomenda-se espalhar um bom punhado sobre as brasas do carvão aceso, perfumando a carne e difundindo um agradável odor no ambiente. Pode ser utilizado ainda em sopas e molhos.

Aplicações medicinais
A medicina popular recomenda o alecrim como um estimulante para todas as pessoas atacadas de debilidade, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.
Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também se recomendam a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir.
Também apresenta propriedades carminativas, emenagogas, desinfectantes e aromáticas.
Uma infusão de alecrim faz-se com 4 gramas de folhas por uma chávena de água a ferver. Toma-se depois das refeições.

Utilização religiosa
Em templos e igrejas, o alecrim é queimado como incenso desde a antiguidade. Na Igreja Ortodoxa grega, o seu óleo é utilizado até aos nossos dias, para unção. Nos cultos de religiões afro, como umbanda e candomblé, é utilizado em banhos e como incenso.

Um cheirinho a Alecrim


Há dias em que se tem a impressão de se estar dentro dum espesso nevoeiro.
Tudo parece monótono e difícil e o coração fica triste.
É a noite escura da alma. Era justamente um destes dias estranhos, quando uma voz interior me disse: “Precisa tomar chá de alecrim!”

Fui ao jardim e lá estava nosso viçoso pé de alecrim.
Interessante é que quase todos que visitam os nossos jardins demonstram afeição e respeito pelo alecrim.
Confesso que nunca liguei muito para ele. Mas, naquele dia, com toda a reverência, colhi alguns ramos, preparei um chá e servi-o numa linda chávena.

O aroma era muito agradável e, a cada gole que bebia, senti a mente ir clareando.
Uma sensação de bem-estar e alegria foi se espalhando pelo corpo e senti uma enorme felicidade no coração.
Fiquei muito impressionada com a capacidade dessa planta transmitir alegria.

Aliás, o nome alecrim já lembra alegria. Resolvi pesquisar a respeito e - vejam só que maravilha!


O alecrim - Rosmarinos officinalis, planta nativa da região mediterrânea - foi muito apreciado na Idade Média e no Renascimento, aparecendo em várias fórmulas, inclusive a “Água da Rainha da Hungria”, famosa solução rejuvenescedora.

Elizabeth da Hungria recebeu, aos 72 anos, a receita de um anjo (um monge quando estava paralítica e sofria de gota. Com o uso do preparado, recobrou a saúde, a beleza e a alegria.
O rei da Polónia chegou a pedi-la em casamento!

Madame de Sévigné recomendava água de alecrim contra a tristeza, para recuperar a alegria. Rudolf Steiner afirmava que o alecrim é, acima de tudo, uma planta calorífera que fortalece o centro vital e age em todo o organismo. Além disso, equilibra a temperatura do sangue e, através dele, de todo o corpo.
Por isso é recomendado contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sanguínea.

Também actua no fígado.

E uma melhor irrigação dos órgãos estimula o metabolismo.

Um ex-viciado em drogas revelou que tivera uma visão de Jesus que o tornou capaz de livrar-se do vício. Jesus lhe sugeria que tomasse chá de alecrim para regenerar e limpar as células do corpo, pois o alecrim continha todas as cores do arco-íris.

O alecrim é digestivo e sudorífero. Ajuda a assimilação do açúcar (no diabetes) e é indicado para recompor o sistema nervoso após uma longa actividade intelectual

É recomendado para a queda de cabelo, caspa, cuidados com a pele, lesões e queimaduras; para curar constipações e bronquites, para cansaço mental e stress; ainda para a perda de memória, aumentando a capacidade de aprendizado.


Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim:
Quando Maria fugiu para o Egipto, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas.

O lilás ergueu os seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu o seu cálice.

O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar ao menino. Cansada, Maria parou à beira do Rio e, enquanto a criança dormia, lavou as suas roupinhas.

Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. “O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais.”

Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e sustentou-as ao Sol durante toda a manhã. “Obrigada, gentil alecrim!” - disse Maria. Daqui por diante, ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus, serão aromáticos. Eu abençoo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria”'


Bom chá de alecrim !!!

Algo mais sobre o Alecrim


O Alecrim tem aplicações muito vastas, que vão desde as afecções dos rins, cálculos biliares e renais, vómitos, indigestões, vertigens e tonturas, reumatismo, anemia, sistema imunitário, diarreia, epilepsia, etc.;

É anti-séptico; usa-se, em lavagens, para problemas de pele (juntamente com outras plantas) e usa-se também como tónico capilar e, juntamente com a salva, para combater a caspa;

Tal como o ginseng, é estimulante, favorece a actividade mental (memória), tónico cardíaco, mas também se usa para os nervos.Nos melhores tratamentos para os nervos e o stress usam-se estimulantes, de manhã e calmantes, ao fim da tarde…

O uso popular consagra o ALECRIM como remédio infalível para curar anemias, assim:

Receita:
colher um galho de Alecrim, juntar a um copo de água (cerca de 200 ml) e deixar ferver durante 5 a 10 minutos, em lume brando. Deixar descansar por 10 minuto, coar e beber meio cálice, todas as manhãs, em jejum, mantendo no frigorífico (geladeira).
"Dizem" que, repetindo este tratamento 5 vezes (cerca de 1 litro de chá) se consegue curar qualquer anemia, por mais rebelde que seja.

Tratamento (testado) para Tonturas e Sequelas de Derrames
Preparar um chá com:
· Uma colher de chá de erva-doce
· Uma colher de chá de alecrim
· Três cravos da Índia, sem cabeça
Tomar à noite antes de dormir.

Pode ser usado como tónico capilar e para a caspa: fazer um chá bem forte com Alecrim e Salva e juntar ao champô, na proporção de um quarto de chá para um frasco de champô. Ou então preparar uma tintura de Alecrim e juntar 10 ou 15 ml ao champô.

O Alecrim parece ter a particularidade de "sintonizar" o nosso sistema imunológico, adequando as resposta às "solicitações" do organismo, pelo que tem excelentes resultados nas doenças auto-imunes.

Nota: para tornar o chá de Alecrim menos desagradável pode-se juntar, sempre, um pouco de erva doce… O chá com estas duas plantas é óptimo também para combater o mau hálito, mas não aconselhável a hipertensos…

Sunday, 12 October 2008

Tipos de Incensos


Os incensos devem ser acesos para energizar e transmutar as energias aonde se encontram. Funcionam como purificadores e condutores de vibrações, sejam das pessoas ou dos locais. Para cada uso, existe um tipo específico e uma essência a ser utilizada. Podem ser em pastilhas, palitos, pó, e outras formas existentes no mercado.

Segue-se abaixo, uma pequena lista de alguns tipos e suas propriedades:

Arruda: Confere protecção espiritual e aumenta a segurança. É muito eficiente na eliminação de energias negativas e na sua purificação.

Acácia: Evita pesadelos e transmite um sono tranquilo.

Absinto: Favorece a clarividência, e também, para protecção e amor

Alecrim: Afasta a depressão, purifica o local em questão, e eleva o nível de pensamentos.

Alfazema: Eleva o astral e transmite tranquilidade.

Almíscar: Aumenta a sorte e o sucesso, assim como a intuição.

Angélica: Aumenta a protecção.

Artemísia: Faz aflorar a clarividência.

Anis estrelado: Atrai a boa sorte.

Benjoim: Aumenta a criatividade, seja em trabalhos artísticos ou escritos.

Camomila: Melhora as finanças e acalma emocionalmente.

Canela: É indicado para questões financeiras e tranquiliza o ambiente.

Cânfora:
Aumenta a realização emocional e profissional e elimina todo tipo de energia negativa.

Cedro: Aumenta a força física. Muito indicado para purificar os ambientes, pois atrai vibrações de harmonia. Quanto aos negócios, ajuda a ter sucesso com as vendas.

Cipreste: Aumenta a concentração, a firmeza e o equilíbrio. Proporciona prosperidade e fortuna.

Coco: Traz o equilíbrio emocional necessário para a tomada de decisões.

Cravo:
Abre os caminhos, atrai dinheiro, destrói as energias negativas reinantes e confere segurança.

Erva-cidreira:
Confere felicidade e sucesso; assim como promove o encontro de verdadeiro amor.

Erva-doce: Eficaz contra "olho gordo"; como também promove a harmonia e paz.

Eucalipto:
Renova as energias e promove uma verdadeira limpeza energética do local.

Hortelã:
Anula as energias negativas. É muito indicado para aumentar a compreensão, o poder de decisão, a ordem e a consciência ecológica.

Jasmim:
Aumenta a resistência física e melhora os negócios. Acalma o ambiente.

Lavanda:
Elimina a depressão e confere um sono tranquilo.

Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e protecção.

Mirra: Estimula a intuição.

Noz-moscada: Alegra o ambiente e atrai dinheiro, da maneira justa e merecida.

Orquídea:
Indicado para purificar o ambiente de trabalho e ajudar a encontrar soluções para problemas práticos.

Patchouli:
Traz abundância e reactiva a fertilidade.

Pimenta-da-jamaica:Elimina brigas dentro de casa; atrai dinheiro e boa sorte.

Pinho: Atrai protecção e aumenta a fertilidade.

Rosa-branca:
Limpa o ambiente contra as energias maléficas e acalma as pessoas que estão ao seu redor.

Sândalo:
Ajuda no desenvolvimento e expansão da intuição.

Sândalo branco:
Traz sucesso, protecção e aumenta o poder da meditação.

Vertiver:
É a fragrância que protege o comércio, favorecendo as boas vendas, atraindo dinheiro e a boa sorte.

Violeta:
Ajuda a espantar as energias negativas.

Os Incensos e os Signos



Carneiro: Mirra ou cipreste, almíscar, angélica, ópio, rosa musgosa, alecrim.

Touro: Sândalo, camomila, arruda, orquídea.

Gémeos:
Canela, âmbar indiano e eucalipto.

Caranguejo: Cânfora, jasmim, maçã rosada.

Leão: Amor-perfeito, cedro, lótus, rosa-branca, sândalo vermelho.

Virgem: Canela, cravo-da-índia, rosa-musgosa, angélica, benjoim.

Balança: Eucalipto, calêndula, cedro, jasmim, orquídea.

Escorpião: Almíscar canforado, flor do campo, lótus.

Sagitário:
Alfazema, alecrim, sândalo amarelo.

Capricórnio: Arruda, benjoim, cravo-da-índia, sândalo vermelho.

Aquário: Cedro, flores do campo, eucalipto, rosa-branca.

Peixes: Cânfora, jasmim, mirra, ópio, sândalo amarelo.

Friday, 29 August 2008

Cuidado com a indigestão!

(Carqueja)

A má digestão é um incómodo que apresenta sintomas como enjoos, sensação de estômago cheio, arrotos, azia, dores abdominais e flatulência, infelizmente é um mal que grande parte da população sofre. Por causa da própria correria do dia-a-dia, as pessoas mal têm tempo de se alimentar e engolem a comida rapidamente, sem uma boa mastigação. Alimentam-se mal, em excesso e incluem na sua dieta muita gordura e fritos, castigam o estômago que tem que trabalhar mais e não consegue trabalhar tanto.

Existem diversos alimentos e chás, que tem a finalidade de estimular a produção de enzimas e regularizar o sistema digestivo (estômago, pâncreas, fígado e intestino) o que ajuda a diminuir os sintomas citados acima.

Dentre os chás, destacam-se:


Hortelã e alecrim:
Para pessoas que sentem os sintomas da má digestão, recomenda-se a ingestão de 50 ml de destes chás 15 minutos antes das grandes refeições, eles estimulam a produção das enzimas necessárias para a digestão.

Boldo:

O Boldo é uma planta original do Chile e muito cultivada na região mediterrânea da Europa. Já é usada há décadas contra a má digestão. O Boldo contém diversos tipos de constituintes primários, incluindo óleos voláteis e flavonóides. A substância activa que estimula a produção da bilis (necessária para a digestão da gordura) é a boldina.

Carqueja:

A carqueja é uma erva original da floresta amazónica, exerce uma acção benéfica principalmente no fígado, em virtude dos seus princípios activos.

Dentre os alimentos, destacam-se o mamão e o abacaxi:

Colocar 1 pedaço pequeno de mamão ou de abacaxi na salada também ajuda a digestão, pois neles encontra-se papaína (mamão) e bromelina (abacaxi) que ajudam a digerir as proteínas.

Suplementos que podem ajudar:


Enzimas Digestivas:
Recomendadas para os casos mais graves, quando o organismo já não produz ou diminuiu a sua produção, necessita de uma quantidade extra onde a inclusão externa destas enzimas é imprescindível para uma boa digestão. Dependendo da composição, pode-se adquirir enzimas para a digestão de hidratos de carbono e/ou proteínas e/ou gorduras e/ou lacticínios. (pois grande parte da população tem diminuição da enzima lactase para a digestão correcta dos laticínios).

Lactobacilos:
Suplementos de probióticos (bactérias amigas) que restabelecem o equilíbrio da flora intestinal, inibem o crescimento de bactérias prejudiciais, promovem uma boa digestão, melhoram o sistema imunológico e melhoram a resistência a infecções. Pessoas com floras intestinais ricas em bactérias benéficas estão mais preparadas para lutar contra o crescimento de bactérias prejudiciais. Lactobacilos são muito usados para ajudar a reduzir a flatulência (gases). Como eles restauram o equilíbrio de bactérias no trato digestivo, eles impedem a multiplicação de bactérias produtoras de gases, dessa forma reduzindo a flatulência e inchaço. Alguns relatos dizem nos primeiros dias usando os lactobacilos pode haver um aumento no número de gases, mas esse efeito logo passa quando o intestino se ajusta a mudança de bactérias.

Sunday, 15 June 2008

Fitoterapia


A Fitoterapia é o recurso de prevenção e tratamento de doenças através das plantas medicinais, e a forma mais antiga e fundamental de medicina da Terra

Desde o surgimento dos animais na Terra, estes usam instintivamente determinadas plantas como alimento, cura ou mesmo para estimular o vómito e eliminação de substâncias nocivas.

Há mais de 6000 anos, o homem vem testando e escolhendo instintivamente as melhores plantas medicinais para curar as suas doenças. No último século, a medicina disseminou o emprego de antibióticos e remédios alopáticos, e a nossa medicina natural passada de geração em geração ficou esquecida.
Porém, a cada dia, as plantas ganham seu espaço como aliadas no reequilíbrio físico do ser humano: o predomínio da cor verde relaciona-se à saúde e equilíbrio, chaves para o homem saudável; as diversas nuances das flores complementam esta missão, trazendo alegria e optimismo (amarelo e vermelho), paz (branco), amor e fraternidade (rosa), espiritualidade (violeta) e harmonia (azul).

A fitoterapia é uma terapia com a propriedade de auxiliar na cura de males profunda e integralmente, de forma barata (os preços dos remédios estão "na lua" ) e não-agressiva, pois estimula as defesas naturais do organismo e reintegra o ser humano às suas raízes terrestres. Actualmente, diversos centros de pesquisa nacionais e estrangeiros dedicam-se ao estudo das substâncias presentes nas plantas medicinais.
A ciência começa então a render-se à força da natureza. Natureza presente junto a nós em todo o pedacinho de chão com terra, luz, ar e água.


Preparação
Você mesmo pode cultivar as suas plantas medicinais em casa, pequenos espaços também servem. O importante é a energia de cura que mentalizar. Seguem abaixo algumas dicas importantes na colecta e preparação das ervas medicinais: as plantas devem ser colhidas quando molhadas e de preferência, na lua cheia de madrugada molhadas pelo orvalho; secar as plantas à sombra; guardá-las então em lugar seco separadas por espécie; não usá-las caso apareça mofo ou humidade.

Após obtidas as ervas, mantenha-as armazenadas em recipientes de vidro ou cerâmica, longe do pó, humidade e calor. Caso as compre em algum lugar, esteja atento à qualidade e pureza das ervas, bem como se foram cultivadas longe de agrotóxicos.
Os mais conhecidos meios de se utilizar as plantas medicinais são:

Chá Tradicional:
a erva é colocada na água a ferver e deixada por cerca de 1/2 minuto a ferver em recipiente tampado. Deixá-lo tampado por alguns minutos.

Infusão: a água fervente é despejada sobre as plantas, e o recipiente tapado durante 10 a 15 minutos. Ideal para flores e folhas.

Decocção: a planta é fervida por algum tempo em recipiente tampado. Depois deixá-la tampada por alguns minutos. Esta forma é mais apropriada para raízes, cascas e sementes, porém estas devem ser cortadas em pequenos pedaços ou esmagadas antes de serem utilizadas.

Maceração: a planta fica de molho em água fria até 24 horas, de acordo com a sua qualidade. Neste caso, as vitaminas e sais minerais não são alterados pela fervura.

As doses de ervas a serem utilizadas variam muito, porém, pode-se utilizar, em média.
Para folhas secas: 4 colheres de sopa por litro de água.
Para folhas frescas: 8 colheres de sopa por litro de água.
Para raízes e cascas: depende muito da qualidade da erva

Os chás devem ser tomados puros ou adoçados com mel puro, longe das refeições, e várias vezes ao dia.

Tente trocar o café e o chocolate por um chazinho de erva-cidreira, erva-doce, camomila ou hortelã, você vai se sentir muito melhor!

Sumos
Podem ser obtidos espremendo-se as folhas das ervas através de um tecido fino de algodão, batendo-as no liquidificador ou amassando-as num pilão. São então coadas e diluídas em água e, caso necessário, adoçadas com mel. Para adultos, indica-se 5 gotas por colher de sopa de água.

Saladas
As ervas também podem ser comidas cruas em forma de saladas ou preparadas junto com os alimentos, como temperos. Porém muito cuidado deve ser tomado quanto à qualidade e limpeza das ervas. Lave-as bem com água corrente e depois deixe-as de molho por algum tempo em água, sal marinho e vinagre.

O dente-de-leão, língua-de-boi, língua-de-vaca, tanchagem, hortelã, salsa e mil-folhas estão dentre as inúmeras ervas boas para saladas.


Banhos
Algumas plantas podem ser acrescidas à água morna da banheira, e o banho deve durar uns 20 minutos.


Cataplasmas
As ervas frescas podem ser aplicadas soltas directamente sobre a pele ou sustentadas por uma gaze.
Podem também ser esmagadas até ficarem em forma de pasta, colocada entre dois panos finos ou gaze, e aplicada sobre o local afectado.
Podem ser usados para tratar nevralgias, dores de ouvido, asma, cãibras, etc.


Compressas
Embebe-se panos com uma decocção forte concentrada e aplica-se na região afectada. Os chás quentes têm efeito sedativo sobre inchaços, nevralgias, contusões, reumatismo, gota, etc.


Gargarejos e Inalações
Gargarejar algumas vezes ao dia chá preparado por decocção. Este tratamento actua sobre a cavidade bucal e garganta.
Para fazer inalações, prepare um chá forte de ervas, retire-o do lume, coloque um funil de papelão invertido sobre o recipiente, cubra a cabeça com um pano e respire o ar evaporado. As inalações são óptimas para tratamento de gripes, sinusites, constipações, pneumonia, etc.

Lavagens
Os chás podem também ser usados para lavagens intestinais, no caso de distúrbios digestivos, e vaginais, por exemplo no caso de corrimentos.


Tinturas
É a maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º.


Unguentos
Preparados misturando-se ervas com uma substância gordurosa como vaselina.


Cápsulas, pomadas, pastilhas e comprimidos
Preparadas por técnicas especiais incluindo esmagamento, prensagem, extracção e outras.


Observações:
Nunca use um chá por mais de 24 horas depois de preparado, pois este entra em fermentação; e não use o mesmo tipo de chá por mais de 30 dias seguidos, porque o seu organismo vai responder cada vez menos.

Evite preparar as ervas em utensílios de metal, pois podem causar alterações no efeito e sabor do chá devido a oxigenação. Prefira recipientes de barro, louça ou esmalte.


PLANTAS MEDICINAIS

Abacateiro – Persea gratissima
Polpa, folhas, sementes e casca
Polpa do fruto: anti-raquitismo e afrodisíaco
Infusão das folhas: diurético, digestivo, rins e bexiga, dores de cabeça, febre, bronquite e tuberculose
Sementes em cataplasma: abscessos; raladas em álcool: reumatismo.
Cascas: vermífugo


Abacaxi /Ananás - Ananas sativus
Polpa e casca
Suco, chá e casca: diurético, vermífugo, calmante da tosse e expectorante.
Polpa : digestivo; em aplicação externa: aftas


Abóbora - Cucurbita pepo
Polpa e sementes secas e tostadas com sal.
Decocção da polpa: diarreia e gases.
Sumo da polpa: prisão de ventre.
Cataplasma das folhas: queimaduras, inflamações e dores de ouvido.
Folhas cruas frescas, refogadas ou pó : anemia e avitaminose.
Sementes: vermífuga.
Flores: otite.


Agrião - Nasturtium officinale
Folhas e flores
Saladas cruas: excitante, combate o escorbuto, anemia, digestivo e diurético. Contra febre e dores de dentes.
Infusão: bronquite, depurativo, diurético, febre, icterícia.
Sumo: combate o fumo.


Aipo - Aipum graveolens
Caule, folhas e raiz
Decocção das folhas e raízes: diurético, depurativo e carminativo.
Artrite, reumatismo, cálculos biliares.
Infusão das sementes: gases, má digestão
Alcachofra - Cynara scolymus
Folhas e raiz.
Decocção e cápsulas: cálculos biliares e distúrbios hepáticos, diurético, combate a anemia, raquitismo, hemorróidas, varizes e reumatismo, auxiliar nos regimes de emagrecimento.


Alecrim de Jardim - Rosmarinus officinalis
Folhas e flores - aromática
Compressas: abcessos; compressa de alecrim + alfavaca: protege os seios durante a amamentação.
Fumaça de alecrim (vapor): tosse, bronquite, asma e gripe.
Óleo: queda de cabelo.
Vinho de alecrim: diurético, hidropisia, exaustão física e intelectual.
Decocção e tintura : digestivo, gases, febre, cansaço.
Banhos: reumatismo.
Pomada: sarnas, reumatismo.
Alface - Lactuca sativa
Folhas frescas
Cataplasma: contusões e inchaços.
Decocções : insónia, calmante e intestino.


Alfavaca - Ocimum basilicum - Manjericão
Folhas frescas ou secas
Infusão: mau-hálito, debilidade, cólicas e vômitos.
Folhas dentro do feijão: gases intestinais.
Decocção: boca e garganta.


Alfazema - Lavandula officinalis - Lavanda
Folhas secas:
Infusão: conjuntivite.
Flores secas:
Infusão: asma, bronquite, faringite, laringite, coqueluche, tosse, reumatismo, nervosismo, insónia, nevralgias, digestiva, queimaduras, enxaqueca.
Óleo para Massagem: cansaço, contusões, estômago, vertigens, hemicrania.


Alho - Allium sativum - Alho manso, alho comum e alho-hortense.
Bulbo e caule
Unguento: calos
Óleo e Infusão: insónia, hipertensão, tuberculose, resfriados, tosse, bronquite, feridas infecciosas, reduz o colesterol ruim.
Cataplasma: reumatismo
Decocção: vermes

Obs.: Em excesso, pode gerar dor de barriga e de cabeça.
Contra-indicado para mães amamentando e pessoas com tensão arterial baixa.


Ameixeira - Pronus domestica
Folhas frescas e frutos maduros
Licor de ameixa: digestivo
Polpa do fruto: laxante e digestivo
Infusão das folhas e frutos secos : resfriado, tosse, rouquidão
Cataplasma das folhas : vermífugo


Amoreira - Morus alba, Morus nigra
Frutos, folhas, casca e raiz
Gargarejo com infusão ou suco do fruto: aftas, amigdalite e dor-de-dentes
Decocção da casca e raízes: dor de dente, estômago, intestino, vermífugo
Infusão das folhas: diurético, hipertensão
Xarope: tosse, garganta
Cataplasma das folhas : eczemas, erupções cutâneas
Banho : revigorante.


Angelica - Angelica officinalis
Raiz, folhas, flores e sementes
Infusão: digestivo, diurético, depurativo, histeria
Decocção: diarreia
Cuidado: as folhas da angelica são muito semelhantes às da venenosíssima cicuta.


Arnica - Arnica montana - Tabacode Savóia
Raízes e flores
Pomada: acne, furúnculos
Infusão das flores: tónico estomacal
Tintura: contusões, quedas, distensões, hematomas, dores reumáticas musculares.
Atenção: A arnica é uma planta venenosa, assim a administração oral de medicamentos à base de arnica deve ser feita sob prescrição médica.


Aroeira - Schinus molle L - aroeira-salsa,
Casca e Folhas
Decocção: garganta, feridas, tumores, inflamações em geral.
Banho: sarnas e hemorróidas.


Arroz - Oryza sativa
Decocção para lavagens: hemorróidas
Decocção: colite, enterite, infecção intestinal


Arruda - Ruta graveolens - Ruta sativa - Arruda fedorenta, doméstica e de jardim.
Folhas frescas
Cataplasma das folhas: abscessos e otite
Infusão das folhas: gases, nevralgias, vermes (em azeite), enxaqueca, piolhos, sarnas, pulgas.
Decocção das folhas para lavagens: inflamação nos olhos
Obs.: Não usar na gravidez.


Artemísia - Artemisia vulgaris
Folhas, flores e raízes
Pó: convulsões infantis, epilepsia
Infusão das folhas e flores : menstruação dolorosa, dismenorreia, febre, gota, reumatismo, vermes
Folhas: "Moxa" utilizada no tratamento de acupunctura
Sumo: doenças femininas
Obs.: Não usar na gravidez e amamentação.


Assa-Peixe - Vernonia sp.
Folhas, flores e frutos
Infusão : gripe, bronquite, asma, tosse
Avenca - Adiantum capillus veneris - Cabelo-de-Vênus; Avenca Comum e
Avenca-do-Canadá
Folhas
Decocção e infusão: gripe, tosse, rouquidão, bronquite, regula a menstruação.
Uso externo : caspa e queda de cabelos
No álcool: verrugas.


Babosa - Aloe vera
Uso interno: estomáquico e laxante
Sumo - uso externo : anti-caspa, antifúngico, antibacteriano, cicatrizante, repelente, glaucoma
Supositório : hemorróidas


Beldroega - Portulaca oleracea
Folhas e sementes
Infusão das folhas: diurética, inflamação dos olhos
Saladas e sementes: vermífugo
Uso externo: feridas


Boldo-do-Chile - Peumus boldus
Folhas
Decocção : cálculos biliares, distúrbios estomacais e hepáticos
Chá : tranquilizante, insónia


Cabelo de Milho - Barba de Milho
Chá : diurético, cálculos renais, infecções urinárias, ácido úrico, albuminúria


Calêndula - Calendula officinalis - Mal-me-quer - Verrucária
Flores e folhas
Infusão: gripe, escorbuto, icterícia, inflamação dos olhos, artrite
Uso externo: inflamações cutâneas
Sabonetes: queimaduras
Folhas: calos e verrugas


Cambará - Lantana camará- camará
Flores e folhas
Chá: tosse, resfriados, gripes, bronquite, asma, coqueluche


Camomila comum - Matricaria chamomilla
Flores
Infusão : febre, insônia, nevralgias, cólicas, gases, indigestão, dispepsia, falta de apetite, infecções intestinais
Compressas e lavagens : conjuntivite, inflamações nos olhos e vista cansada


Camomila Romana - Anthemis nobilis
As mesmas propriedades da camomila comum, porém mais fortes.


Cana-do-Brejo - Costus sp.
Cistite, infecção renal, pressão alta, circulação e enemas.


Capim-Limão - Cymbopogon citratus Stapf
Folhas
Infusão: ansiedade, histeria, calmante, gases, má digestão.
Infusão com mel e inalação: bronquites.


Carqueja - Baccharis trimera
Folhas
Infusão e cápsulas: fraqueza orgânica, fígado, indigestão, diarreia, falta de apetite, diabetes, reumatismo, gota, dietas para emagrecimento.


Cáscara Sagrada - Rhammus purshiana
Casca
Decocção e cápsulas : fígado, estômago, intestino, laxante, hemorróidas.
Chapéu-de-Couro - Echinodorus grandiflorus Mitch
Folhas
Decocção: reumatismo, infecções urinárias, dores, artrite, aterosclerose, diurético, sífilis, depurativo, gota
Uso externo e chá : dermatites


Chá Preto - Thea sinensis- Chá da Índia - Chá da China - Chá Pekoe
Folhas
Infusão : estomatites, má digestão, resfriado, excitante, diurético,
analgésico, sudorífico, estimulante nervoso.


Cebola - Allium cepa
Bulbos
Infusão de vinho: calos, diurético
Tintura: diurético
Unguento: hemorróidas, frieiras
Decocção: infecções intestinais, prisão de ventre
Bulbo : hemorragia nasal, picada de abelhas
Infusão: constipações, tosse, vermes


Cenoura - Daucus carota
Raízes e sementes
Cataplasma : queimaduras
Decocção : rouquidão, tosse


Confrey - Symphytum officinalis
Folhas, raiz
Chá : infecções, hemorragia, úlceras, leucemia, corte e feridas
Cataplasma : fraturas ósseas, varizes, cicatrizante, úlceras, feridas,
queimaduras, antiinflamatório, fraturas


Copaíba
Resina - óleo
Óleo: sífilis, bronquite, tosse, dermatite, urticária, cicatrizante, úlcera, feridas, antiséptico, leucorreia, infecções urinárias


Cravo-da-Índia - Eugenia caryophyllata
Flores
Chá e pó : excitante, dores de dente, digestivo, afrodisíaco, depurativo
Infusão de vinho : bronquite, gripe, tosse, resfriado


Dente-de-Leão - Taraxacum officinale
Flores, folhas e raiz
Salada : depurativo do sangue, fígado
Decocção e infusão : depurativo, hidropisia, afecções do fígado,
acidose, icterícia, diabetes
Sumo das folhas : cálculos renais e fígado.
Uso externo: vitiligo.


Erva Baleeira - Cordia verbenacea - Catinga de Mulata
Folhas
Infusão, Tintura e Pomada: anti-inflamatória, dores de coluna, reumatismo, limpeza e cicatrização de feridas.


Erva-Cidreira - Lippia sp.
Flores e folhas
Infusão e tintura: úlceras, digestiva, calmante, anti-inflamatório, vias respiratórias, gases, icterícia, tónico cardíaco.
Compressas: feridas
Banho: calmante


Erva-Doce - Pimpinella anisum -Funcho - Anis
Sementes
Infusão : intestino, gases, cólicas, obesidade, cãibra, reumatismo, diabetes, olhos, memória, depurativa, estimula a secreção láctea.
Azeite - uso externo: piolhos


Erva-de-Macaé - Leonurus sibiricus L.
Folhas
Infusão: Azia, infecção intestinal, poderoso antibiótico, verminoses, diabetes


Erva-Mate - Ilex paraguayensis / brasiliensis
Folhas
Infusão : excitante, tonificante, ativa a circulação, diurético,
digestivo, laxante, dispepsia, distúrbios estomacais e hepáticos


Erva de Passarinho - Struthanthus concinnus Mart.
Folhas e Flores
Infusão: diabete, hemorragias, lavagem de feridas, úlceras, doenças do útero, pneumonia, asmas, pressão alta.


Erva-de-Santa-Maria - Chenopodium ambrosioides- Vomiqueira – Erva formigueira
Folhas e sementes
Infusão e tintura : bronquite, tosse, diurético, calmante, tuberculose
Sumo : vermífuga
Obs.: Não utilizar na gravidez. Em grandes quantidades é venenosa.


Erva-de-São-João - Ageratum conysoides L. - Catinga de Bode
Folhas
Infusão : diarreia, desinteria, cólicas e gases, reumatismo e depressão.
Obs.: Após usar a infusão, nãos se expor ao sol (usar boné e óculos), pois pode causar cataratas.


Espinheira Santa - Maytenus hicifolia- Salva-vidas - Espinho de Deus
Folhas
Infusão e cápsulas : analgésica, desinfetante, cicatrizante, dores, gastrite, úlcera, laxante, diurética
Sumo : feridas, acne, eczemas
Obs.: Não utilizar durante a amamentação


Eucalipto - Eucalyptus globulus
Folhas
Inalação - óleo : asma, bronquite, cicatrizante, desinfectante
Infusão das Folhas: bronquite, febre, estomatite, faringite, gripe, constipações, tosse, sedativo, desinfectante, sudorífero, papeira,tuberculose.
Óleo para Massagem diluído em óleo de amêndoas ou semente de uva: dores reumáticas.


Gengibre - Zingiber officinalis
Raiz e casca
Infusão, raiz mascada e cristais : excitante, dispepsia, gases, diarreia, gripe, tosse, bronquite, resfriado, asma, cólera, gota, infecções, mau-hálito, tártaros, inflamações gengivais, reduz o colesterol, estimula a imunidade, afrodisíaco.
Compressa: bursite.


Ginseng - Panax quinquefolium
Raiz
Infusão e raiz mascada : tonificante, resfriado, tosse, estomatite, prisão de ventre, inflamações urinárias e pulmonares, distúrbios nervosos, fadiga, úlceras gástricas


Girassol - Helianthus annus
Folhas e sementes tostadas
Tintura das folhas : febre, malária, resfriado, estomatite, hematúria
Infusão das sementes : excitação nervosa
Uso externo tintura : chagas, contusões, feridas


Goiabeira - Psidium guajava
Folhas
Cataplasma: varizes.
Suco: estomatite.
Banho de Assento: corrimento vaginal.
Brotos
Infusão: diarreia e desinteria.


Guaco - Mikania glomerata Spreng - Cipó Catinga
Folhas
Infusão e Tintura: reumatismo, artrite, sífilis, gota
Decocção: doenças respiratórias e da garganta.
Xarope: tosse, gripe.
Cataplasma: mordedura de cobra e insectos venenosos.