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Friday, 25 December 2009

Suco para combater a gripe


Ingredientes:
2 ramos de agrião
2 fatias de abacaxi
1 rodela de gengibre
2 colheres (sopa) de acerola ou kiwi (fruta ou polpa)
1 copo de sumo de limão

Preparação:
Bata tudo no liquidificador. Tome logo após a preparação, três vezes ao dia. Não é recomendável guardar o suco depois de pronto

Rendimento:
Um copo e meio

Fonte: Especial Vida Natural - Alimentos poderosos e seus efeitos curativos

Chá para combater inflamação na garganta



Ingredientes:
1 colher de chá de mel
Sumo de um limão
2 rodelas de gengibre
1 fatia de maçã ½ copo de água

Preparação:
Ferva a água e depois acrescente todos os ingredientes. Deixe ferver por mais 15 minutos.
Faça gargarejos até quatro vezes ao dia.

Fonte: Especial Vida Natural - Alimentos poderosos e seus efeitos curativos

Saturday, 18 October 2008

Alimentação Macrobiótica



A palavra macrobiótica deriva de macro (Grande) e bios (Vida), e significa Grande Vida, no sentido de que é uma concepção da vida orientada para o equilíbrio e longa duração dos indivíduos como atitude consciente que procura ajudar o organismo a integrar-se no sistema ecológico a que pertence, favorecendo as suas características, naturais de vitalidade.

O re­gime alimentar aparece na macrobiótica coma parte fundamental dos factores de promoção de vida longa com saúde, sem doenças nem desequilíbrios orgânicos e psíquicos, e corresponde a uma alimentação exclusiva, ou quase exclusiva, de produtos naturais, que são os vegetais silvestres ou cultivados sem adubos, pesticidas e adjuvantes artificiais, e de preferência na região em que as pes­soas vivem.
Utiliza como alimentos essenciais de base

* Todos as cereais integrais, sob a forma de grão - com prio­ridade para o arroz - ou de flocos, pastas, farinhas, sêmo­las, pão, na proporção de 50-90 % da alimentação diária;
* Sementes de frutos ricas em proteínas;
* Sal marinho natural (não refinado);
* Água natural.


Utiliza como alimentos complementares
* Produtos hortícolas seleccionados (folhas, cenoura, raba­netes), legumes (feijão, ervilha, lentilha), ervas silvestres, frutos, principalmente nativas, algas, na proporção de 10­-50% de alimentação diária;
* Temperos preparados segunda técnicas próprias;
* Bebidas, sob a forma de tisanas preparadas com plantas naturais.


Recomenda limitar a consumo de
* Leite, queijo e ovos fecundados;
* Frutos e alimentos silvestres não herbáceos.


Manda eliminar
* Carne e peixe (especialmente salgadas e em conserva) e gorduras animais;
* Açúcar e todos os produtos açucarados;
* Batata, tomate, beringela, frutos e verduras exóticas.


A macrobiótica
considera essencial equilibrar os efeitos opos­tos que terão os alimentos, de acumulação ou interiorização e de exteriorização ou agressividade, e de que dependeriam pratica­mente todas as doenças nos seres humanos.

Em consequência, encontram-se graves contradições entre a medicina científica e a macrobiótica, o mesmo se verificando com a ciência da nutrição.

A preparação dos vegetais, sopas e bebidas é considerada de importância fundamental em macrobiótica e obedece a regras que os praticantes são convidados a conhecer muito bem, para conseguirem a combinação de alimentos e de partes de alimentos recomendada.

Recapitulando a macrobiótica é baseada num princípio com mais de 5000 anos de existência original do Tibete e da China, inspirando-se numa filosofia primitiva, na ideia de que a Humanidade faz parte do meio ambiente e do cosmos e que a saúde e o raciocínio são um reflexo da nossa apreciação, ligação e intercâmbio com o mundo que nos rodeia.

Nos finais do séc. XIX um médico do exército japonês, Sagen Ishizuka, que se curou duma doença de rins intratável pela medicina moderna adoptando um regime alimentar baseado em cereais integrais e vegetais, fundou a primeira organização macrobiótica e foi extremamente famoso no Japão nos finais do século XIX e início do século XX.

Para Ishizuka todos os problemas de saúde e sociais tinham como origem uma má nutrição, particularmente um desequilíbrio entre sódio e potássio nos alimentos e, para ele, todos os problemas podiam ser corrigidos adoptando uma prática alimentar de acordo com a constituição biológica humana, em especial a utilização de cereais integrais e vegetais como alimentos predominantes.

O trabalho de Ishizuka foi continuado e desenvolvido por George Ohsawa, escritor americano de ascendência nipónica, que acreditou ter sido a alimentação macrobiótica a responsável pela cura da tuberculose de que sofria.

Nos anos 30 este escritor trouxe os seus ensinamentos para a Europa, em especial para a França e Bélgica. Ohsawa prescrevia segundo a condição individual, pois para ele praticar macrobiótica era comer de acordo com as necessidades em constante mutação de cada um. Nascia assim uma nova era da nutrição, em estreita relação com a filosofia Zen.
O que é a Macrobiótica?

A macrobiótica preocupa-se em adequar os alimentos energicamente segundo as necessidades individuais de cada um, tendo em conta a idade, o sexo, a actividade física e o estado de saúde.

Em todos os alimentos aconselhados o único que é considerado equilibrado é o “Arroz Integral”, que tem energias opostas e equilibradas.

Ao aderir a esta dieta é suposto evoluir ao longo de sete níveis. Os primeiros níveis para um principiante consistem, basicamente, em eliminar os alimentos Yin e Yang e manter o consumo preferencial de alimentos neutros e intermédios.

Gradualmente vão-se eliminando também os alimentos intermédios até ser alcançado o nível sete, que consiste em comer apenas Arroz Integral.

O nível sete é o extremo da macrobiótica, o qual raramente é conseguido, pois apresenta deficiências nutricionais graves podendo causar a morte.

Pratica-se a macrobiótica a partir de uma disciplina inicial, com o objectivo de proporcionar a cada um através de uma reeducação do organismo, os meios para se libertar dos maus hábitos, vícios e condicionamentos alimentares impostos por uma sociedade consumista, de modo, a alcançar o bem estar físico e psíquico.

Para ser alcançado o equilíbrio não basta uma preocupação só com os alimentos, mas também com a quantidade de líquidos ingerida que deverá ser em função da sede que se sente, uma vez que um excesso de líquidos conduz a uma maior fadiga e uma sobrecarga nos rins.

Muito importante para fazer uma correcta alimentação macrobiótica é também a forma como se ingerem os alimentos sendo a mastigação um factor determinante.

Deve-se mastigar bem os alimentos, 50 vezes se for possível pois deste modo nunca se come em demasia, parando-se naturalmente sem ter ultrapassado as devidas proporções, obtendo-se um melhor sabor e maiores benefícios na digestão, alimentando também o espírito.

A Macrobiótica é representada por um símbolo que define um estado de equilíbrio onde fica bem claro que nada é 100% Yin ou 100% Yang.

Segundo a filosofia Macrobiótica é justamente este dinamismo Yin-Yang que nutre o nosso organismo, não as calorias.

Por ser muito importante para este tipo de dieta todo o equilíbrio, é sugerido o consumo preferencial dos alimentos produzidos de acordo com as estações do ano, para não desestabilizar o equilíbrio da Natureza.

Os alimentos são também agrupados de acordo com a sua Energia sendo aconselhado o seu consumo de acordo com as necessidades de cada um.


Alimentos neutros, ou seja, com um bom equilíbrio yin/yang:
* Cereais integrais (arroz, aveia, cevada, milho, centeio, trigo, trigo sarraceno, painço, etc.);
* Sementes (de gergelim ou sésamo, de girassol, de abóbora, linhaça, etc.);
* Legumes.

Alimentos Yin:
Milho, centeio, aveia, cevada, beringela, tomate, pimento, favas, pepino, espargos, espinafre, alcachofra, abóboras, cogumelos, ervilhas, beterraba, alho, couve-roxa, couve-flor, lentilhas, polvo, pescada, truta, porco, vaca, iogurte, natas, manteiga e margarinas, frutos frescos, mel, açúcares, café, vinho, cerveja, chá verde, tília, hortelã-pimenta, camomila.


Alimentos Yang:
Arroz, milho-miúdo, trigo, alface, repolho, alho-porro, grão-de-bico, rabanete, nabo, cebola, salsa, cenouras, agrião, linguado, atum, salmão, camarão, sardinhas, pato, peru, ovos, leite, queijos, amêndoa, azeitonas, óleos vegetais não refinados, alecrim, malte, chá mu, vinagre, mostarda, baunilha, açafrão, sal marinho não refinado.


Alimentos principais:
Cereais integrais (arroz, trigo, painço, aveia, centeio, cevada).


Alimentos secundários:
Chá, sal marinho, legumes , verduras, raízes, frutas, óleos extraídos a frio.


Alimentos opcionais:
Peixes, aves e ovos (quanto menos, melhor para a saúde), leite e derivados (preferir os de soja ou cabra).


Alimentação Macrobiótica Padrão

50 a 60% da alimentação diária devem consistir de cereais integrais.

Cereais integrais incluem arroz integral, cevada, millet, aveia, milho, trigo, centeio, trigo sarraceno, cuscuz, bulgur, flocos de aveia, flocos de cevada, carolo de milho, massas, pão, crepes, panquecas, etc.

Deve dar-se preferência a cereais integrais em grão, em particular se existirem problemas de saúde sérios, uma vez que os cereais sob a forma de farinha são mais difíceis de digerir e as farinhas ao oxidarem perdem muitas das propriedades originais do cereal em grão.

A Sopa deve ser consumida 1 a 2 vezes por dia.

As sopas são em geral de vegetais mas podem também incluir cereais, leguminosas, algas, peixe. Uma sopa particularmente aconselhada é a sopa de miso ou sopa de pasta de soja, devido aos efeitos benéficos que o miso tem na reconstrução da flora intestinal.

25 a 35% incluem os mais diversos vegetais (para além dos vegetais utilizados nas sopas).

Os vegetais devem ser cozinhados de diferentes formas mas é importante que alguns sejam bem cozinhados e outros levemente cozinhados ou consumidos sob a forma de salada crua.

Vegetais para uso diário incluem cebolas, cenouras, abóbora, brócolos, couve, agrião, nabos, couve de bruxelas, cogumelos, germinados, nabiças entre outros.

Vegetais como batatas, tomates, beringelas são geralmente desaconselhados ou devem ser utilizados muito ocasionalmente se se gozar de boa saúde.

10 a 15% da alimentação consistem de leguminosas, derivados das leguminosas e algas.

As leguminosas incluem grão de bico, lentilhas, feijão azuki, feijão frade, feijão catarino, feijão manteiga e todos os feijões disponíveis nos diversos climas; derivados das leguminosas como tofu, tempeh, natto, seitan (neste caso derivado do trigo mas sendo um alimento com alto teor proteico) podem e devem também ser usadas regularmente.

As algas foram durante muitos anos utilizadas em diferentes culturas e utilizam-se em pequena quantidade neste regime, cozinhadas em conjunto com os vegetais, leguminosas ou cereais. As algas para uso regular têm nomes como wakame, kombu, aramé, hiziki, nori entre outras.

Para além dos alimentos mencionados a Alimentação Macrobiótica Padrão inclui em quantidades variáveis os seguintes alimentos:

Sementes e oleaginosas
- Sementes de sésamo, de abóbora, de girassol; amendoins, amêndoas, pinhões e nozes.

Frutos da estação e da área geográfica em que vivemos
- Maçãs, pêras, morangos, castanhas, pêssegos, melão, melancia, uvas, etc.

Peixe, preferencialmente de carne branca
- Pescada, linguado, robalo, cherne, dourada, tamboril entre muitos outros.

Bebidas diversas, em especial chás tradicionais, cafés de cereais, sumos de vegetais ou de frutos
- Se se gozar de boa saúde ou em situações especiais, pequena quantidade de bebidas alcoólicas como cerveja, vinho ou whisky de malte.

Óleos e temperos
- Como óleo de sésamo, de girassol, de milho, azeite e temperos como vinagre de arroz, vinagre de ameixa, gengibre, algumas ervas aromáticas entre outros. Os óleos devem ser de primeira pressão a frio e não extraídos a altas temperaturas com solventes químicos à base de petróleo.

Condimentos para uso de mesa
- Estes devem ser utilizados em quantidades mínimas, são bastante importantes em especial se houver problemas de saúde; os condimentos principais são gomásio (sementes de sésamo com sal), umeboshi (pickleS de ameixa), tekka (condimento produzido a partir de diferentes raízes), sementes de sésamo, condimento de cebolinho e muitos outros.


OS PRINCIPAIS ALIMENTOS MACROBIÓTICOS

Com a difusão da macrobiótica por todo o mundo, muitos alimentos usados pelos povos antigos foram reintegrados na nossa cultura, sendo muitos deles provenientes da culinária tradicional japonesa o que leva a que seja difícil a sua aquisição em Portugal.


Abóbora-moranga

Menor que a abóbora comum, a moranga tem sua energia mais concentrada. Deve ser comida com casca, assim como a maioria dos legumes da alimentação orgânica.


Açúcar mascavado
É o açúcar natural, que não passa pelo processo industrial de refinamento. Castanho claro ou escuro.

Juntamente com o mel, é a melhor opção para substituir o açúcar branco, tratado quimicamente.


Algas marinhas
Por assimilar da água do mar grande quantidade de minerais (como iodo, cloreto de sódio, cobre, ferro e zinco), as algas marinhas possuem várias propriedades alimentícias e medicinais.

São indicadas principalmente para a obesidade provocada pela retenção de líquidos, no tratamento de anemia e na recuperação de pacientes portadores de leucemia. Podem ser ingeridas cruas, cozidas ou fritas, adicionadas a pães, bolos, tortas, cereais cozidos, em forma de pasta ou no chá tradicional.


Ameixa salgada (umeboshi)
Uma conserva muito usada no Japão, de onde é importada.

As ameixas são acondicionadas num barril de madeira, com sal marinho natural, por 3 anos ou mais.


Arroz integral
Base da alimentação macrobiótica, este cereal promove a renovação do organismo e fornece diversos tipos de proteínas e vitaminas, entre outros elementos. Existem vários tipos nas casas de produtos naturais, mas o que se aconselha é o de grão mais arredondado, com característica mais Yang que os outros, portanto dotado de maior quantidade de energia.


Aveia
A aveia usada na alimentação integral é semelhante à que se encontra nos supermercados, mas nela os adubos químicos e insecticidas não estão presentes.


Ban-chá
Usado como digestivo após as refeições, este chá suaviza as portas irritadas do aparelho digestivo e proporcional leveza para os organismos inflamados.

Deve ser tomado sem açúcar ou outro aditivo, como todos os chás macrobióticos.

A quantidade ideal no preparo é 1 colher de sopa de erva levemente torrada para 1 litro de água. Meio copo após as refeições é o suficiente.


Bardana
Esta raiz é muito utilizada pelos macrobióticos como alimento e como remédio. Não é preciso descascá-la para cozinhar.

O seu chá, feito com 300 gramas de folha para 1 litro de água, é bastante indicado no tratamento das cólicas hepáticas, enfermidades cardíacas, furúnculos, bronquite, cálculo renal, cálculo biliar e afecções da bexiga, além de funcionar como antídoto para o envenenamento por mercúrio metálico e combater os efeitos de agentes poluentes, como o dióxido de enxofre e o monóxido de carbono.

O cataplasma da raiz é útil nas contusões, no reumatismo, artrite, impingem, herpes e queda dos cabelos.


Cevada
Com cevada natural preparam-se muitos pratos saborosos, que são ensinados em qualquer livro de receitas macrobióticas.

A cevada torrada, por sua vez, é um óptimo substituto para o café comum.


Chá de arroz integral
É preparado com arroz integral torrado e folhas torradas de ban-chá.

Útil para recuperar as forças perdidas nos exercícios físicos e mentais, é nutritivo e combate a estafa.

Para 1 litro de água, usa-se 3 colheres de sopa do chá.

Deve-se tomar meio copo após as refeições principais.


Dentie
Trata-se de um dentifrício natural feito à base de berinjela torrada e sal marinho.


Fécula de araruta
Extraída da araruta pura, serve para dar consistência a pudins, gelatinas, minguas e cremes. Misturada com shoyu (molho de soja), é um grande remédio contra gripe e infecções da garganta.


Feijão azuki
Estes grãos pequenos e vermelhos, têm um grau de fermentação bem inferior ao dos outros feijões.

É rico em energia, e devido às suas qualidades diuréticas é muito indicado para os diabéticos.

O modo de preparar é igual ao de qualquer feijão.

Com os grãos torrados, prepara-se um chá excelente, próprio para a maioria das doenças metabólicas, além do diabetes.

Esse chá é depurativo do sangue, elimina o excesso de ácido úrico e tonifica os rins. Também funciona como calmante.

Para fazer o chá bastam 2 colheres de sopa de grãos crus, que devem ser torrados numa panela.

Acrescentar 1 litro de água e ferver, até que a água adquira uma cor escura.

Tomar meio copo após as refeições principais.


Feijão de soja
Constitui um dos alimentos mais ricos em proteínas.

Meio quilo de grãos equivale a 1 quilo de carne, 30 ovos ou 6 litros de leite.

A sua proteína é a única que combina 10 aminoácidos essenciais, portanto é capaz de estimular o crescimento e a energia no mesmo nível que a proteína animal. A soja também é rica em cálcio, ferro e lecitina.

O óleo de soja é de fácil digestão, contendo vitaminas A, B, B2, C, D, E e R. No entanto, por ser um alimento extremamente Yin, a soja deve ser consumida com moderação. Essa restrição não cabe aos subprodutos, como o leite, o queijo, o óleo e o shoyu, pois nesses casos as toxinas são eliminadas durante o preparo.


Gengibre
O óleo extraído do rizoma constitui óptimo remédio para problemas respiratórios, como catarro, rouquidão, asma e bronquite, devendo ser esfregado no peito.

O gengibre pode ser usado também como chá.

Corta-se um tubérculo pequeno em fatias e coloca-se para ferver durante 10 minutos em meio litro de água. A quantidade a ser tomada varia de acordo com o gosto ou a necessidade individual.

Tem um valor excepcional na atonia estomacal, cólicas, infecções, inflamações, acne, furúnculos e vómitos.


Ginseng

Esta raiz medicinal nativa da Manchúria e da Coreia, que nasce uma vez a cada 7 anos, é um poderoso estimulante, aumentando a resistência física e a capacidade mental.

Constitui também uma óptima protecção atómica, sendo considerado um rejuvenescedor de todo o sistema orgânico, particularmente das glândulas.


Leite de cereais

Esse leite é uma mistura de sete cereais bem moídos, facilmente solúvel em água.

Pode ser usado por adultos e crianças, puro ou no preparo de outros alimentos.


Misso

Molho feito à base de soja amassada, que se mistura a cereais como o trigo, o arroz e cevada, fermentada junto com sal marinho.

Como todos os alimentos orgânicos, o misso também é antitóxico. Costuma-se utilizá-lo para temperar sopas, cereais e carnes, substituindo o vinagre e a massa de tomate.


Molho de soja (shoyu)
Feito à base de soja salgada e fermentada por 6 meses, muito usado como condimento alimentar. Contém vários tipos de aminoácidos e vitaminas.


Rábano (Daikon- Nabo branco comprido)
É um dos remédios mais usados para combater deficiências visuais como a miopia, o estigmatismo, etc.

A macrobiótica recomenda comer 100 gramas diárias do nabo ralado, cru.

Com as folhas dele pode-se preparar um banho de assento, muito indicado no combate às infecções genitais, principalmente femininas. É especialmente útil na recuperação pós-parto.


Óleo de gergelim
Trata-se de um excelente remédio no combate da gripe e do resfriado, bastando tomar 1 colher de sopa pela manhã, em jejum, e outra antes de dormir.

Esse óleo também é usado no preparo de um colírio para as inflamações e as irritações da vista.


Sal marinho
É o sal natural, que não passa pelos processos industriais.

Pode ser encontrado sob a forma de cristais grossos ou finos.


Tahine
Preparado com sementes de gergelim moídas e prensadas, é um óptimo substituto para a manteiga comum, excelente fonte de proteínas vegetais e um remédio eficaz para a anemia.


Trigo integral
Com ele são feitos pães, bolos, tortas, biscoitos e macarrão.

Possui grande qualidade terapêutica, pois fortifica a flora intestinal e auxilia no funcionamento dos intestinos.


Trigo mourisco (ou sarraceno)
É um grão pequeno, esbranquiçado, macio ao mastigar, com o qual podem ser preparados todos os pratos que usam outros tipos de trigo ou farinha de trigo.


Vantagens e desvantagens da alimentação macrobiótica

Vantagens
* Reduz o risco de obesidade;
* Reduz o risco de colesterol elevado;
* Reduz o risco de diabetes;
* Ajuda a controlar a tensão arterial;
* Regula o trânsito intestinal;
* Provavelmente previne alguns tipos de cancro.

Estas vantagens provém do facto de esta ser uma alimentação pobre em calorias, gorduras saturadas e rica em fibras.

Desvantagens
* Aumenta o risco de anemia;
* Aumenta o risco de osteoporose;
* Em crianças e adolescentes pode provocar atrasos de crescimento, raquitismo e subnutrição;
* Este tipo de dieta não tem em conta a biodisponibilidade dos nutrientes, o que leva à necessidade de complementá-la com diversos suplementos de minerais e de oligoelementos.

Jacqueline Dias Fernandes - Nutricionista

Wednesday, 17 September 2008

O real poder dos alimentos afrodisíacos


Saiba quais os alimentos que realmente estimulam o desejo sexual, aumentando a produção da hormona testosterona, decisivo na libido

*Sheila Pasquarell

A palavra “afrodisíaco” tem origem no grego aphrodisiakos e faz referência à deusa do amor, Afrodite. Afrodisíacos são agentes químicos ou odores que estimulam o desejo sexual ou elevam a potência masculina. Um prato bem arranjado e apetitoso à percepção de seus odores e a sua degustação tende a gerar um estado de euforia, capaz de conduzir ou resultar em ampliação do desejo sexual. Uma comida gostosa e saudável, preparada com especiarias, pode sim estimular a paixão.

Estes alimentos estimulam o desejo sexual ou elevam a potência masculina e garantem excelentes resultados

Alguns deles podem reacender a chama de uma velha paixão e só fica de fora quem quer, pois eles podem estar na mais requintada ou simples comida preparada.

Algumas especiarias podem ser usadas para estimular o apetite sexual por produzirem odores estimulantes do apetite e criarem um clima no ambiente. São elas: açafrão, cravo, noz-moscada, pimentas de vários tipos, gengibre, tomilho, ginseng, canela, aipo, mostarda, coentro, jasmim e almíscar (espalhando-se o pó sobre a comida).

Para si esses alimentos podem ser apenas especiarias, mas para seu organismo é um “prato cheio”, capaz de conduzir ou resultar em ampliação do desejo sexual. Essas especiarias ainda trazem a vantagem de não conter calorias. Com elas, é possível fazer pratos light e saborosos.

Um cardápio apetitoso feito com um punhado de nozes como aperitivo, ostras no prato principal e uma torta de chocolate de sobremesa, seria algo romântico não é mesmo? Claro! Pode não perceber, mas por trás desse delicioso cardápio estão escondidas muita energia e disposição para a noite toda.

Há alimentos que aumentam a produção, tanto dos espermatozóides e da testosterona (hormona decisiva na libido) como da secreção lubrificante vaginal, estimulando ainda mais a vida sexual dos casais. É o caso das ostras frescas, um alimento energético, que têm fósforo, iodo, zinco e contêm pouca gordura. Isso aumenta a disposição para o sexo.

No caso do ovo de codorniz, um mito popular, é um alimento riquíssimo em proteínas, possui grande quantidade de vitamina B1 e B2, ferro, manganês, cobre, fósforo e cálcio, tem baixa taxa de colesterol, mas não possui nenhuma substância que potencialize o apetite sexual.

Já o amendoim, outro mito, é um alimento altamente energético, de alto valor calórico, por ser uma oleaginosa, e contém grande quantidade de vitamina B3, que colabora para a vasodilatação sanguínea, por isso é relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual.

Para uma vida sexual activa é preciso conciliar a prática de actividades físicas a uma alimentação equilibrada que evite açúcar e gorduras saturadas e contenha hidratos de carbono, de preferência massas preparadas com farinhas integrais, sem deixar de lado proteínas como as carnes magras, peixes, frango sem pele, a clara do ovo bem cozida (sem a gema). Sem esquecer das frutas, vegetais folhosos e legumes.

Recomenda-se no mínimo cinco refeições, pois o jejum prolongado leva à hipotensão (pressão baixa), hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue), fadiga e desânimo. O poder afrodisíaco dos alimentos também está na combinação de cores e aromas. Com um pouco de imaginação e criatividade, o resultado com certeza é garantido. A vida sexual agradece!!!

* Sheila Pasquarelli é nutricionista, coordenadora do Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital Santa Helena/ Unimed Paulistana

Saturday, 13 September 2008

Alimentos afrodisíacos - Substâncias


(Guaraná)

- Marapuana (Ptychipetalum unicinatum anselmino)

- Catuaba (Eriotheca candolleana)

- Guaraná (Paullinia cupana)

- Ginseng (Panax ginseng)

- Ginseng brasileiro (Pfaffia paniculata)

- Gengibre (Zingiber officinale)

- Alho (Allium sativum)

- Cebola (Allium cepa)

- Gergelim (Sementes de Sésamo)

- Tahine (Pasta feita de sementes de sésamo)

Alimentos afrodisíacos - Condimentos


CONDIMENTOS

Açafrão:
Possui propriedades estimulantes das zonas eróticas. Os estudos têm provado que existem efeitos similares aos das hormonas. Especiaria vermelho-alaranjada, perfeita no uso com mariscos. Tradicionalmente utilizada em Espanha, em pratos com frutos do mar como a Paella, por exemplo. No Oriente é muito utilizado como estimulante. Atenção ao seu consumo: doses excessivas provocam risadas incontroláveis.

Açafrão-da-Índia:
Possui um gosto um pouco amargo. Deve ser usado moderadamente, porque pode encobrir os outros sabores.É a especiaria mais cara do mundo, muito por culpa de na Índia ter a fama de possuir efeitos estimulantes a nível sexual. Somente o açafrão oriundo da planta asiática (crocus sativus) possui um poder especial sobre a libido masculina.

Alcaparras:
Frutos redondos e pequenos, de sabor muito forte, que acompanha o peixe.

Anis:

É uma planta de flores brancas e sementes pequenas e aromáticas. Confeitos, xaropes, essências, temperos e licores podem ser feitos com esse ingrediente.

Baunilha:

Possui efeitos eufóricos e pode ser consumida a vontade. Combate a astenia sexual, agindo no sistema nervoso central e, por meio do seu odor, age indirectamente como estimulante sexual. Tempero indispensável para doces, bolos, sorvetes, cremes, café, chocolate, etc. Vem em estojos (ou cápsulas), extracto ou essência. Se puder escolher, evite a baunilha sintética, de sabor grosseiro e às vezes tóxica.

Borragem:
Usa-se para cozinhar carnes e peixes, assim como em saladas...

Canela:
Extraída da casca da árvore da canela. É usada em lascas e em pó. Coloca-se em doces mas também em carnes e diferentes tipos de carril, na Ásia e no Oriente Médio.

Cardamomo:
Pode ser vendido em sementes, que são moídas para cozinhar, ou em pó, que perde o aroma rapidamente. Nos países árabes é colocado no café para enriquecer o sabor e estimular a benevolência entre os amigos. As sementes são mastigadas para refrescar a boca.

Caril:

Não é uma especiaria mas uma mistura de várias especiarias: coentro, cardamomo, pimenta cayenna, pimenta, gengibre, canela, sementes de mostarda, açafrão-da-índia etc.

Chocolate - cacau
Pesquisas demonstram que o consumo de chocolate liberta endorfinas e cria uma sensação de bem-estar. Outros estudos têm tentado atribuir propriedades excitantes aos componentes do chocolate.

Cominhos:
O seu óleo é utilizado em loções balsâmicas e filtros de amor. Na culinária é empregado no tempero de lentilhas e feijões.

Cravo-da-índia
É um dos mais potentes afrodisíacos naturais. Além disso, é muito eficaz para combater o cansaço mental, como também a perda de memória. Usado nas sobremesas, carnes e presunto, para dar um toque especial.

Coentro
As suas sementes secas tem efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres. É utilizado em infusões com vinho. Todavia recomenda-se aos homens para não abusarem desta substância, pois neles, pode causar efeitos opostos.

Endro:

As folhas e sementes são usadas sobretudo no peixe. As sementes, colocadas numa garrafa de óleo ou vinagre , aromatizam delicadamente.

Erva-cidreira:
Serve para maionese, receitas com queijo fresco e creme, molhos, saladas e algumas sobremesas de frutas. Usado também como chá para alivio de dores menstruais e indisposição do estômago.

Estragão:

Utilizado em carnes. É melhor quando fresco.

Gengibre:
O seu sabor é característico, aroma forte, pungente e um pouco picante.O gengibre possui propriedades estimulantes que ajudam a tornar o sangue mais líquido, contribuindo para aumentar e prolongar a função eréctil.É utilizado em bebidas destinadas a despertar a sensibilidade. Ingerido com moderação, em dose excessiva, irrita o intestino. Pode ser adquirido em pó, xarope e como raiz fresca. O seu sabor característico é um pouco picante. Muito utilizado na cozinha japonesa, mas também em comidas exóticas e no preparo de sobremesas.

Hortelã:
O seu sabor fresco é bastante popular em doces e bebidas. Também é usado em muitos pratos de diferentes origens. Em Inglaterra acompanha o cordeiro, entre os árabes, as carnes variadas.

Jasmim
Essa deliciosa flor é cultivada no mundo inteiro, mas é principalmente o jasmim espanhol a ser utilizado para aromatizar licores. Atenção: as sementes de jasmim são venenosas.

Lavanda:
As sementes aromatizam perfumes e sabonetes. Realçam a sopa, que terá de ser coada antes de servida.

Louro:
Na comida o louro é usado em pouca quantidade, só uma folha pequena ou média, porque tem um sabor muito forte, um pouco amargo.

Manjericão:
Produz mais efeito quando fresco e é usado nos pratos mais variados.

Mostarda:
Estimula a acção das glândulas sexuais. Existem três qualidades de mostarda: preta, branca e amarela, proveniente da Índia. A mostarda conheceu um notável sucesso na Idade Média. Pode ser comprado em semente, em pó e preparada.

Noz-moscada:
Não é particularmente eficaz para as mulheres, mas para os homens tem a reputação de ser a melhor aliada. Provém da ilha de Banda, na Indonésia. É uma noz dura usada para aromatizar doces e sobremesas, mas que também realça o sabor de alguns vegetais, como o espinafre e as carnes suaves.

Oregão:
Em infusão é um bom agente excitante. Típico da cozinha mediterrânica, possui aroma e sabor forte.

Pimenta:

Picante e ardida, acentua o sabor dos alimentos.

Pimenta de Cayenna:
Contém uma grande quantidade de vitamina C. É também um agente excitante que estimula a circulação. O pequeno chili vermelho ou verde mexicano possui as mesmas qualidades. Feita a partir do pimentão vermelho, seco e moído, é a base da paprica, da pimenta em pó, do tabasco e da santaka no Japão. Usa-se em pouca quantidade, para dar cor, sabor e um toque picante.

Salsa:

Existem mais de trinta variedades comestíveis. Usa-se em carnes, peixes, saladas, etc. A sua frescura alivia o hálito de cebola ou alho.

Sálvia:
Tem aroma muito penetrante e deve ser usada com moderação.
A carne de porco e as aves de caça são bem acompanhadas com esse tempero, que aprimora o sabor.

Sementes de sésamo
Estas sementes minúsculas incluem oito nutrientes «sensuais»: cálcio, ferro, magnésio, ácidos gordos essenciais ómega 3 e ómega 6, selénio, zinco e vitamina E. A fim de libertar os seus minerais essenciais, triture-as por breves instantes, num robô de cozinha.

Tomilho:
Erva que fornece óleo de poder anti-séptico. Da mesma erva igualmente obtêm-se um tónico nervoso com efeitos afrodisíacos. É ainda um bom purificador para o corpo.
Utilizado no preparo de vários molhos com vinho tinto. Acompanha as carnes vermelhas e é indispensável nos patês.

Saturday, 21 June 2008

O poder do gengibre!

O gengibre é muito conhecido como parte integrante da Fitoterapia Ocidental e Oriental.

Culinária:
Em muitos países é também utilizado na preparação de diversos pratos como é o caso do frango xadrez, prato típico chinês, ou ainda como condimento da comida tradicional da Índia.
O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado.
O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois os seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

Chá de Gengibre:
  • Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, constipações e até nas ressacas.
  • Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal e cólicas menstruais.
  • É utilizado na fabricação de xaropes para combater as dores de garganta.
  • A sua acção anti-séptica pode ser a responsável pela fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre.
    No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta "anestesia tópica" diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais.
Medicina Oriental:
  • No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações, também é utilizado para massajar o abdomén, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais, pois acredita-se que possua poder afrodisíaco.
  • Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" a sua acção mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio.
    É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarreia, vómitos e dor abdominal.
  • Aquece os pulmões e transforma as secreções.

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Pesquisas realizadas na Universidade de Minesota (EUA) comprovaram também os seus efeitos na prevenção do cancro intestinal.

Princípios activos:
  • Os seus princípios activos são o gingerol e a gengiberina, que têm acção funcional na prevenção de doenças crônico-degenerativas.

O seu período de safra vai de Janeiro a Outubro.


Benefícios do gengibre
O seguinte estudo feito com pacientes norte-americanos comprova os benefícios do gengibre.
Os pacientes ingeriram 500 a 600mg (aproximadamente um terço de uma colher de chá) de gengibre em pó misturado com água pura. Após um tempo entre 30 e 40 minutos percebeu-se o efeito no alívio da dor de cabeça.
Nos três ou quatro dias seguintes os pacientes continuaram a ingerir o preparado (5x ao dia) trazendo resultados no combate da enxaqueca.
Uma óptima dica é o chá de gengibre, basta ralar 25 gramas de gengibre fresco, misture a 500ml de água e ferva por 15 minutos.
Após ferver, coe o gengibre, deixe esfriar (ou mesmo morno) e beba.
De preferência não adicione açúcar ou adoçante.
O chá de gengibre pode ser consumido diariamente.




Gengibre Auxilia no Emagrecimento !!!
CHÁ DE GENGIBRE
1/2 Litro de Água + 2 Colheres de Sopa de Gengibre Ralado
Colocar a água para aquecer a 37º ( se deixar + perde todos os benefícios )
Adicionar o Gengibre ralado e deixar abafado por 1 hora
Tomar 5x ao dia sempre após as refeições.
OBS: É necessário tomar todos os dias para fazer efeito.
Benefícios do gengibre:
- Estimula a digestão, alivia a constipação e é um tónico cardíaco.
- Na medicina ayurvédica trata a obesidade, possui acção na doença asmática, resfriados, slipada (elefantíase) e rinite crónica.
- Poderoso anticoagulante.
- Trata problemas digestivos, circulatórios e dores articulares.
- Excelente remédio para enjôo ou náuseas.
- Fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, constipações, tosse, resfriados e até ressaca.
- Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal e cólicas menstruais.
- Na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta.
- Combate os gases intestinais (carminativo), vômitos, rouquidão; tônico e expectorante.
Dicas:
· Uma colher de gengibre fresco com uma pitada de sal funciona como aperitivo.
· Tomar lassi com uma pitada de gengibre ou cominho em pó ajuda na digestão.
· Um copo de leite com gengibre tomado antes de dormir é nutritivo e acalma a mente.
· Em caso de febre, é recomendável fazer um jejum com infusão de gengibre (chá).

Sunday, 15 June 2008

Outros caminhos para a cura



Cada vez mais pessoas procuram ajuda em técnicas da medicina complementar ou alternativa como a Acupunctura, o Shiatsu, a Homeopatia e os Florais



A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que um em cada cinco habitantes do planeta procura assistência médica em terapias não-convencionais.
Ou seja, busca ajuda em massagens, chás, luzes, cores, aromas e outras opções oferecidas pela chamada medicina alternativa.
Essa procura tão expressiva é reflexo da insatisfação com a medicina tradicional.
É compreensível.

Baseada na administração de remédios - eficazes, é verdade - mas que muitas vezes apresentam efeitos colaterais tão incómodos quanto os males que combatem, a medicina ocidental também costuma pecar pela falta de cuidado na relação médico-paciente.
Isso sem falar da resistência que muitos especialistas ainda manifestam quando se trata de avaliar a importância das emoções no desenvolvimento de muitas doenças.

Na medicina complementar, em geral os remédios não apresentam efeitos colaterais.
Os especialistas se dispõem a ouvir um pouco da história de cada um.
Afinal, eles acreditam que corpo, mente e alma não podem ser separados em compartimentos que não se misturam.
E, embora a ciência tradicional ainda não tenha confirmado a eficácia de várias dessas técnicas, a prática mostra que muitas, de fato, funcionam.

Conheça a seguir opções oferecidas por algumas delas para amenizar males comuns do corpo feminino.



Stress

FLORAIS: A combinação do Olive com o Rescue Remedy alivia a tensão. O primeiro funciona como tônico revitalizante, recuperando a força física esgotada pelo stress, enquanto o Rescue Remedy tem efeito tranqüilizador.

FITOTERAPIA: É empregada a raiz da erva kava-kava: (Piper methysticum) sob a forma de cápsula. A planta tem ação contra a ansiedade e a depressão e não causa dependência nem sedação.

SHIATSU: A massagem desfaz a tensão muscular acumulada e reequilibra os fluxos de energia dentro do organismo.





Insónia

AROMATERAPIA: Uma gota de óleo de lavanda no travesseiro é suficiente. O aroma aumentaria a produção de melatonina, hormônio relacionado ao sono.

MEDICINA TRADICIONAL CHINESA: Segundo a técnica, a insônia é causada por distúrbios da mente, problemas na corrente sanguínea ou por deficiência de energia. A fórmula magistral chinesa "Suan Zao Ren Tang" harmoniza a mente, ajuda a irrigação sanguínea e a circulação de energia.

ACUPUNTURA: O tratamento estimula os pontos relacionados com o fígado (responsável pela irritabilidade e pelo ódio), com o rim (ligado ao medo e à angústia) e com o baço (vinculado à preocupação e à culpa). Esses sentimentos, de acordo com a técnica, estão ligados à insónia.


Prisão de ventre

CROMOTERAPIA: A cor indicada é o amarelo, que atuaria como ativador energético das funções peristálticas.

FITOTERAPIA: As ervas mais apropriadas são a cáscara-sagrada (Rhamnus purshiana) e o sene (Cassia sp). Elas têm substâncias que aumentam os movimentos peristálticos e diluem o conteúdo intestinal. É contra-indicado na menstruação e em caso de hemorróidas.

REFLEXOLOGIA: É preciso massajar os pontos reflexos das regiões afectadas, como intestino grosso e reto. Para garantir o bom suprimento de energia para os intestinos, estimulam-se pontos reflexos da parte inferior da coluna.


Cólica menstrual

CROMOTERAPIA: Há duas cores indicadas. O verde, que agiria sobre o aparelho reprodutor, sistema muscular e cardiovascular como energia dilatadora e antiinflamatória. E o azul, que teria efeito calmante e analgésico.

FITOTERAPIA: São indicados o funcho (Foeniculum vulgare) e anis-estrelado. O gengibre também pode ser usado sob a forma de pastilhas ou na alimentação

AROMATERAPIA: Indica-se o uso de óleo essencial de lavanda da seguinte forma: diluir dez gotas em dois litros de água quente, embeber um pano e aplicar a compressa quente sobre o ventre até que ela atinja a temperatura do corpo. Em seguida, repetir o processo. Habitualmente, 20 minutos são suficientes para amenizar as dores. O calor tem efeito relaxante e a lavanda atua sobre a musculatura exercendo um efeito analgésico.


Suor excessivo

ANTROPOSOFIA: Dependendo do caso, pode-se tratar com talcos à base de calêndula e de amido.

AROMATERAPIA: São indicados banhos quentes com uma mistura de dez gotas de palma rosa, uma colher de sopa de leite e uma colher de sopa de óleo de semente de uva, duas vezes por semana, durante um mês. O banho estimula a eliminação de toxinas que causam o problema.

CROMOTERAPIA:
O verde equilibra a transpiração e o rosa ajuda a eliminar as toxinas que causam o problema.


Corrimento vaginal

ANTROPOSOFIA: O odor indica patologia. Pode ser feito um tratamento local, com banho de assento de chá de camomila. Além disso, o tratamento pode ser feito utilizando-se ervas da família botânica das Labiatas, que incluem a manjerona, o manjericão e a tormentila. Mais conhecidas como temperos, essas ervas ajudam na digestão, evitando gases, distúrbios menstruais e estimulando o bom funcionamento do ovário.

FITOTERAPIA: São usadas as seguintes ervas: tanchagem (Plantago major), sálvia (Salvia officinalis), barbatimão (Stryphnodendron barbadetimam). Todas têm acção antimicrobiana e são usadas sob forma de banho de assento.

ACUPUNCTURA: Segundo a técnica, o corrimento ocorre quando há excesso de humidade no corpo. A má alimentação contribui para agravar este problema. É necessário estimular os pontos associados ao baço, que, quando perturbado, produz humidade excessiva, e também trabalhar os pontos dos rins, que, em caso de deficiência, não conseguem eliminar essa humidade.

Nota: A Homeopatia não é citada como tratamento em decorrência da avaliação médica dos sinais e sintomas do paciente, que alteram de um para outro, variando, desta forma, o medicamento a ser ministrado.

Fitoterapia


A Fitoterapia é o recurso de prevenção e tratamento de doenças através das plantas medicinais, e a forma mais antiga e fundamental de medicina da Terra

Desde o surgimento dos animais na Terra, estes usam instintivamente determinadas plantas como alimento, cura ou mesmo para estimular o vómito e eliminação de substâncias nocivas.

Há mais de 6000 anos, o homem vem testando e escolhendo instintivamente as melhores plantas medicinais para curar as suas doenças. No último século, a medicina disseminou o emprego de antibióticos e remédios alopáticos, e a nossa medicina natural passada de geração em geração ficou esquecida.
Porém, a cada dia, as plantas ganham seu espaço como aliadas no reequilíbrio físico do ser humano: o predomínio da cor verde relaciona-se à saúde e equilíbrio, chaves para o homem saudável; as diversas nuances das flores complementam esta missão, trazendo alegria e optimismo (amarelo e vermelho), paz (branco), amor e fraternidade (rosa), espiritualidade (violeta) e harmonia (azul).

A fitoterapia é uma terapia com a propriedade de auxiliar na cura de males profunda e integralmente, de forma barata (os preços dos remédios estão "na lua" ) e não-agressiva, pois estimula as defesas naturais do organismo e reintegra o ser humano às suas raízes terrestres. Actualmente, diversos centros de pesquisa nacionais e estrangeiros dedicam-se ao estudo das substâncias presentes nas plantas medicinais.
A ciência começa então a render-se à força da natureza. Natureza presente junto a nós em todo o pedacinho de chão com terra, luz, ar e água.


Preparação
Você mesmo pode cultivar as suas plantas medicinais em casa, pequenos espaços também servem. O importante é a energia de cura que mentalizar. Seguem abaixo algumas dicas importantes na colecta e preparação das ervas medicinais: as plantas devem ser colhidas quando molhadas e de preferência, na lua cheia de madrugada molhadas pelo orvalho; secar as plantas à sombra; guardá-las então em lugar seco separadas por espécie; não usá-las caso apareça mofo ou humidade.

Após obtidas as ervas, mantenha-as armazenadas em recipientes de vidro ou cerâmica, longe do pó, humidade e calor. Caso as compre em algum lugar, esteja atento à qualidade e pureza das ervas, bem como se foram cultivadas longe de agrotóxicos.
Os mais conhecidos meios de se utilizar as plantas medicinais são:

Chá Tradicional:
a erva é colocada na água a ferver e deixada por cerca de 1/2 minuto a ferver em recipiente tampado. Deixá-lo tampado por alguns minutos.

Infusão: a água fervente é despejada sobre as plantas, e o recipiente tapado durante 10 a 15 minutos. Ideal para flores e folhas.

Decocção: a planta é fervida por algum tempo em recipiente tampado. Depois deixá-la tampada por alguns minutos. Esta forma é mais apropriada para raízes, cascas e sementes, porém estas devem ser cortadas em pequenos pedaços ou esmagadas antes de serem utilizadas.

Maceração: a planta fica de molho em água fria até 24 horas, de acordo com a sua qualidade. Neste caso, as vitaminas e sais minerais não são alterados pela fervura.

As doses de ervas a serem utilizadas variam muito, porém, pode-se utilizar, em média.
Para folhas secas: 4 colheres de sopa por litro de água.
Para folhas frescas: 8 colheres de sopa por litro de água.
Para raízes e cascas: depende muito da qualidade da erva

Os chás devem ser tomados puros ou adoçados com mel puro, longe das refeições, e várias vezes ao dia.

Tente trocar o café e o chocolate por um chazinho de erva-cidreira, erva-doce, camomila ou hortelã, você vai se sentir muito melhor!

Sumos
Podem ser obtidos espremendo-se as folhas das ervas através de um tecido fino de algodão, batendo-as no liquidificador ou amassando-as num pilão. São então coadas e diluídas em água e, caso necessário, adoçadas com mel. Para adultos, indica-se 5 gotas por colher de sopa de água.

Saladas
As ervas também podem ser comidas cruas em forma de saladas ou preparadas junto com os alimentos, como temperos. Porém muito cuidado deve ser tomado quanto à qualidade e limpeza das ervas. Lave-as bem com água corrente e depois deixe-as de molho por algum tempo em água, sal marinho e vinagre.

O dente-de-leão, língua-de-boi, língua-de-vaca, tanchagem, hortelã, salsa e mil-folhas estão dentre as inúmeras ervas boas para saladas.


Banhos
Algumas plantas podem ser acrescidas à água morna da banheira, e o banho deve durar uns 20 minutos.


Cataplasmas
As ervas frescas podem ser aplicadas soltas directamente sobre a pele ou sustentadas por uma gaze.
Podem também ser esmagadas até ficarem em forma de pasta, colocada entre dois panos finos ou gaze, e aplicada sobre o local afectado.
Podem ser usados para tratar nevralgias, dores de ouvido, asma, cãibras, etc.


Compressas
Embebe-se panos com uma decocção forte concentrada e aplica-se na região afectada. Os chás quentes têm efeito sedativo sobre inchaços, nevralgias, contusões, reumatismo, gota, etc.


Gargarejos e Inalações
Gargarejar algumas vezes ao dia chá preparado por decocção. Este tratamento actua sobre a cavidade bucal e garganta.
Para fazer inalações, prepare um chá forte de ervas, retire-o do lume, coloque um funil de papelão invertido sobre o recipiente, cubra a cabeça com um pano e respire o ar evaporado. As inalações são óptimas para tratamento de gripes, sinusites, constipações, pneumonia, etc.

Lavagens
Os chás podem também ser usados para lavagens intestinais, no caso de distúrbios digestivos, e vaginais, por exemplo no caso de corrimentos.


Tinturas
É a maceração das plantas a frio, em álcool de cereais a 60º ou a 70º.


Unguentos
Preparados misturando-se ervas com uma substância gordurosa como vaselina.


Cápsulas, pomadas, pastilhas e comprimidos
Preparadas por técnicas especiais incluindo esmagamento, prensagem, extracção e outras.


Observações:
Nunca use um chá por mais de 24 horas depois de preparado, pois este entra em fermentação; e não use o mesmo tipo de chá por mais de 30 dias seguidos, porque o seu organismo vai responder cada vez menos.

Evite preparar as ervas em utensílios de metal, pois podem causar alterações no efeito e sabor do chá devido a oxigenação. Prefira recipientes de barro, louça ou esmalte.


PLANTAS MEDICINAIS

Abacateiro – Persea gratissima
Polpa, folhas, sementes e casca
Polpa do fruto: anti-raquitismo e afrodisíaco
Infusão das folhas: diurético, digestivo, rins e bexiga, dores de cabeça, febre, bronquite e tuberculose
Sementes em cataplasma: abscessos; raladas em álcool: reumatismo.
Cascas: vermífugo


Abacaxi /Ananás - Ananas sativus
Polpa e casca
Suco, chá e casca: diurético, vermífugo, calmante da tosse e expectorante.
Polpa : digestivo; em aplicação externa: aftas


Abóbora - Cucurbita pepo
Polpa e sementes secas e tostadas com sal.
Decocção da polpa: diarreia e gases.
Sumo da polpa: prisão de ventre.
Cataplasma das folhas: queimaduras, inflamações e dores de ouvido.
Folhas cruas frescas, refogadas ou pó : anemia e avitaminose.
Sementes: vermífuga.
Flores: otite.


Agrião - Nasturtium officinale
Folhas e flores
Saladas cruas: excitante, combate o escorbuto, anemia, digestivo e diurético. Contra febre e dores de dentes.
Infusão: bronquite, depurativo, diurético, febre, icterícia.
Sumo: combate o fumo.


Aipo - Aipum graveolens
Caule, folhas e raiz
Decocção das folhas e raízes: diurético, depurativo e carminativo.
Artrite, reumatismo, cálculos biliares.
Infusão das sementes: gases, má digestão
Alcachofra - Cynara scolymus
Folhas e raiz.
Decocção e cápsulas: cálculos biliares e distúrbios hepáticos, diurético, combate a anemia, raquitismo, hemorróidas, varizes e reumatismo, auxiliar nos regimes de emagrecimento.


Alecrim de Jardim - Rosmarinus officinalis
Folhas e flores - aromática
Compressas: abcessos; compressa de alecrim + alfavaca: protege os seios durante a amamentação.
Fumaça de alecrim (vapor): tosse, bronquite, asma e gripe.
Óleo: queda de cabelo.
Vinho de alecrim: diurético, hidropisia, exaustão física e intelectual.
Decocção e tintura : digestivo, gases, febre, cansaço.
Banhos: reumatismo.
Pomada: sarnas, reumatismo.
Alface - Lactuca sativa
Folhas frescas
Cataplasma: contusões e inchaços.
Decocções : insónia, calmante e intestino.


Alfavaca - Ocimum basilicum - Manjericão
Folhas frescas ou secas
Infusão: mau-hálito, debilidade, cólicas e vômitos.
Folhas dentro do feijão: gases intestinais.
Decocção: boca e garganta.


Alfazema - Lavandula officinalis - Lavanda
Folhas secas:
Infusão: conjuntivite.
Flores secas:
Infusão: asma, bronquite, faringite, laringite, coqueluche, tosse, reumatismo, nervosismo, insónia, nevralgias, digestiva, queimaduras, enxaqueca.
Óleo para Massagem: cansaço, contusões, estômago, vertigens, hemicrania.


Alho - Allium sativum - Alho manso, alho comum e alho-hortense.
Bulbo e caule
Unguento: calos
Óleo e Infusão: insónia, hipertensão, tuberculose, resfriados, tosse, bronquite, feridas infecciosas, reduz o colesterol ruim.
Cataplasma: reumatismo
Decocção: vermes

Obs.: Em excesso, pode gerar dor de barriga e de cabeça.
Contra-indicado para mães amamentando e pessoas com tensão arterial baixa.


Ameixeira - Pronus domestica
Folhas frescas e frutos maduros
Licor de ameixa: digestivo
Polpa do fruto: laxante e digestivo
Infusão das folhas e frutos secos : resfriado, tosse, rouquidão
Cataplasma das folhas : vermífugo


Amoreira - Morus alba, Morus nigra
Frutos, folhas, casca e raiz
Gargarejo com infusão ou suco do fruto: aftas, amigdalite e dor-de-dentes
Decocção da casca e raízes: dor de dente, estômago, intestino, vermífugo
Infusão das folhas: diurético, hipertensão
Xarope: tosse, garganta
Cataplasma das folhas : eczemas, erupções cutâneas
Banho : revigorante.


Angelica - Angelica officinalis
Raiz, folhas, flores e sementes
Infusão: digestivo, diurético, depurativo, histeria
Decocção: diarreia
Cuidado: as folhas da angelica são muito semelhantes às da venenosíssima cicuta.


Arnica - Arnica montana - Tabacode Savóia
Raízes e flores
Pomada: acne, furúnculos
Infusão das flores: tónico estomacal
Tintura: contusões, quedas, distensões, hematomas, dores reumáticas musculares.
Atenção: A arnica é uma planta venenosa, assim a administração oral de medicamentos à base de arnica deve ser feita sob prescrição médica.


Aroeira - Schinus molle L - aroeira-salsa,
Casca e Folhas
Decocção: garganta, feridas, tumores, inflamações em geral.
Banho: sarnas e hemorróidas.


Arroz - Oryza sativa
Decocção para lavagens: hemorróidas
Decocção: colite, enterite, infecção intestinal


Arruda - Ruta graveolens - Ruta sativa - Arruda fedorenta, doméstica e de jardim.
Folhas frescas
Cataplasma das folhas: abscessos e otite
Infusão das folhas: gases, nevralgias, vermes (em azeite), enxaqueca, piolhos, sarnas, pulgas.
Decocção das folhas para lavagens: inflamação nos olhos
Obs.: Não usar na gravidez.


Artemísia - Artemisia vulgaris
Folhas, flores e raízes
Pó: convulsões infantis, epilepsia
Infusão das folhas e flores : menstruação dolorosa, dismenorreia, febre, gota, reumatismo, vermes
Folhas: "Moxa" utilizada no tratamento de acupunctura
Sumo: doenças femininas
Obs.: Não usar na gravidez e amamentação.


Assa-Peixe - Vernonia sp.
Folhas, flores e frutos
Infusão : gripe, bronquite, asma, tosse
Avenca - Adiantum capillus veneris - Cabelo-de-Vênus; Avenca Comum e
Avenca-do-Canadá
Folhas
Decocção e infusão: gripe, tosse, rouquidão, bronquite, regula a menstruação.
Uso externo : caspa e queda de cabelos
No álcool: verrugas.


Babosa - Aloe vera
Uso interno: estomáquico e laxante
Sumo - uso externo : anti-caspa, antifúngico, antibacteriano, cicatrizante, repelente, glaucoma
Supositório : hemorróidas


Beldroega - Portulaca oleracea
Folhas e sementes
Infusão das folhas: diurética, inflamação dos olhos
Saladas e sementes: vermífugo
Uso externo: feridas


Boldo-do-Chile - Peumus boldus
Folhas
Decocção : cálculos biliares, distúrbios estomacais e hepáticos
Chá : tranquilizante, insónia


Cabelo de Milho - Barba de Milho
Chá : diurético, cálculos renais, infecções urinárias, ácido úrico, albuminúria


Calêndula - Calendula officinalis - Mal-me-quer - Verrucária
Flores e folhas
Infusão: gripe, escorbuto, icterícia, inflamação dos olhos, artrite
Uso externo: inflamações cutâneas
Sabonetes: queimaduras
Folhas: calos e verrugas


Cambará - Lantana camará- camará
Flores e folhas
Chá: tosse, resfriados, gripes, bronquite, asma, coqueluche


Camomila comum - Matricaria chamomilla
Flores
Infusão : febre, insônia, nevralgias, cólicas, gases, indigestão, dispepsia, falta de apetite, infecções intestinais
Compressas e lavagens : conjuntivite, inflamações nos olhos e vista cansada


Camomila Romana - Anthemis nobilis
As mesmas propriedades da camomila comum, porém mais fortes.


Cana-do-Brejo - Costus sp.
Cistite, infecção renal, pressão alta, circulação e enemas.


Capim-Limão - Cymbopogon citratus Stapf
Folhas
Infusão: ansiedade, histeria, calmante, gases, má digestão.
Infusão com mel e inalação: bronquites.


Carqueja - Baccharis trimera
Folhas
Infusão e cápsulas: fraqueza orgânica, fígado, indigestão, diarreia, falta de apetite, diabetes, reumatismo, gota, dietas para emagrecimento.


Cáscara Sagrada - Rhammus purshiana
Casca
Decocção e cápsulas : fígado, estômago, intestino, laxante, hemorróidas.
Chapéu-de-Couro - Echinodorus grandiflorus Mitch
Folhas
Decocção: reumatismo, infecções urinárias, dores, artrite, aterosclerose, diurético, sífilis, depurativo, gota
Uso externo e chá : dermatites


Chá Preto - Thea sinensis- Chá da Índia - Chá da China - Chá Pekoe
Folhas
Infusão : estomatites, má digestão, resfriado, excitante, diurético,
analgésico, sudorífico, estimulante nervoso.


Cebola - Allium cepa
Bulbos
Infusão de vinho: calos, diurético
Tintura: diurético
Unguento: hemorróidas, frieiras
Decocção: infecções intestinais, prisão de ventre
Bulbo : hemorragia nasal, picada de abelhas
Infusão: constipações, tosse, vermes


Cenoura - Daucus carota
Raízes e sementes
Cataplasma : queimaduras
Decocção : rouquidão, tosse


Confrey - Symphytum officinalis
Folhas, raiz
Chá : infecções, hemorragia, úlceras, leucemia, corte e feridas
Cataplasma : fraturas ósseas, varizes, cicatrizante, úlceras, feridas,
queimaduras, antiinflamatório, fraturas


Copaíba
Resina - óleo
Óleo: sífilis, bronquite, tosse, dermatite, urticária, cicatrizante, úlcera, feridas, antiséptico, leucorreia, infecções urinárias


Cravo-da-Índia - Eugenia caryophyllata
Flores
Chá e pó : excitante, dores de dente, digestivo, afrodisíaco, depurativo
Infusão de vinho : bronquite, gripe, tosse, resfriado


Dente-de-Leão - Taraxacum officinale
Flores, folhas e raiz
Salada : depurativo do sangue, fígado
Decocção e infusão : depurativo, hidropisia, afecções do fígado,
acidose, icterícia, diabetes
Sumo das folhas : cálculos renais e fígado.
Uso externo: vitiligo.


Erva Baleeira - Cordia verbenacea - Catinga de Mulata
Folhas
Infusão, Tintura e Pomada: anti-inflamatória, dores de coluna, reumatismo, limpeza e cicatrização de feridas.


Erva-Cidreira - Lippia sp.
Flores e folhas
Infusão e tintura: úlceras, digestiva, calmante, anti-inflamatório, vias respiratórias, gases, icterícia, tónico cardíaco.
Compressas: feridas
Banho: calmante


Erva-Doce - Pimpinella anisum -Funcho - Anis
Sementes
Infusão : intestino, gases, cólicas, obesidade, cãibra, reumatismo, diabetes, olhos, memória, depurativa, estimula a secreção láctea.
Azeite - uso externo: piolhos


Erva-de-Macaé - Leonurus sibiricus L.
Folhas
Infusão: Azia, infecção intestinal, poderoso antibiótico, verminoses, diabetes


Erva-Mate - Ilex paraguayensis / brasiliensis
Folhas
Infusão : excitante, tonificante, ativa a circulação, diurético,
digestivo, laxante, dispepsia, distúrbios estomacais e hepáticos


Erva de Passarinho - Struthanthus concinnus Mart.
Folhas e Flores
Infusão: diabete, hemorragias, lavagem de feridas, úlceras, doenças do útero, pneumonia, asmas, pressão alta.


Erva-de-Santa-Maria - Chenopodium ambrosioides- Vomiqueira – Erva formigueira
Folhas e sementes
Infusão e tintura : bronquite, tosse, diurético, calmante, tuberculose
Sumo : vermífuga
Obs.: Não utilizar na gravidez. Em grandes quantidades é venenosa.


Erva-de-São-João - Ageratum conysoides L. - Catinga de Bode
Folhas
Infusão : diarreia, desinteria, cólicas e gases, reumatismo e depressão.
Obs.: Após usar a infusão, nãos se expor ao sol (usar boné e óculos), pois pode causar cataratas.


Espinheira Santa - Maytenus hicifolia- Salva-vidas - Espinho de Deus
Folhas
Infusão e cápsulas : analgésica, desinfetante, cicatrizante, dores, gastrite, úlcera, laxante, diurética
Sumo : feridas, acne, eczemas
Obs.: Não utilizar durante a amamentação


Eucalipto - Eucalyptus globulus
Folhas
Inalação - óleo : asma, bronquite, cicatrizante, desinfectante
Infusão das Folhas: bronquite, febre, estomatite, faringite, gripe, constipações, tosse, sedativo, desinfectante, sudorífero, papeira,tuberculose.
Óleo para Massagem diluído em óleo de amêndoas ou semente de uva: dores reumáticas.


Gengibre - Zingiber officinalis
Raiz e casca
Infusão, raiz mascada e cristais : excitante, dispepsia, gases, diarreia, gripe, tosse, bronquite, resfriado, asma, cólera, gota, infecções, mau-hálito, tártaros, inflamações gengivais, reduz o colesterol, estimula a imunidade, afrodisíaco.
Compressa: bursite.


Ginseng - Panax quinquefolium
Raiz
Infusão e raiz mascada : tonificante, resfriado, tosse, estomatite, prisão de ventre, inflamações urinárias e pulmonares, distúrbios nervosos, fadiga, úlceras gástricas


Girassol - Helianthus annus
Folhas e sementes tostadas
Tintura das folhas : febre, malária, resfriado, estomatite, hematúria
Infusão das sementes : excitação nervosa
Uso externo tintura : chagas, contusões, feridas


Goiabeira - Psidium guajava
Folhas
Cataplasma: varizes.
Suco: estomatite.
Banho de Assento: corrimento vaginal.
Brotos
Infusão: diarreia e desinteria.


Guaco - Mikania glomerata Spreng - Cipó Catinga
Folhas
Infusão e Tintura: reumatismo, artrite, sífilis, gota
Decocção: doenças respiratórias e da garganta.
Xarope: tosse, gripe.
Cataplasma: mordedura de cobra e insectos venenosos.