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Saturday, 21 November 2009

Las vacunas contra la gripe A llevan un peligroso conservante


Lunes 16 de noviembre de 2009.
En España ha comenzado la vacunación contra la “pandemia” de gripe A.
Como han advertido muchos profesionales sanitarios durante los últimos meses el remedio puede ser peor que la enfermedad.
Esta vacuna se ha vendido expandiendo el miedo entre la población para se inocule una vacuna que sin el marketing del miedo no se pondría, al menos en la medida que interesa a los laboratorios fabricantes de la misma.
La gripe A es una enfermedad leve, más que una gripe estacional y las vacunas siempre pueden producir reacciones adversas de diferente gravedad.
Han de saber que la Comisión Europea ha autorizado para toda Europa dos vacunas: Focetria, del laboratorio Novartis y Pandemrix, de GlaxoSmithKline.
Ambas llevan como conservante mercurio, el polémico timerosal.
Este excipiente puede producir autismo (trastorno generalizado del desarrollo que se caracteriza por una alteración de la interacción social y de la comunicación, así como por patrones de comportamiento repetitivos y estereotipados) en los niños, entre otros daños neurológicos

Fonte:
http://www.migueljara.com/

Friday, 20 November 2009

Blog brasileiro sobre vacinas


Vacina Gripe A

A talidomida chegou ao mercado pela primeira vez na Alemanha em 1 de Outubro de 1957.
A indústria farmacêutica acreditou que o medicamento era tão seguro que era propício para prescrever a mulheres grávidas, para combater os enjoos matinais.
Foi rapidamente prescrita a milhares de mulheres. Os bebés nascidos desta tragédia são chamados de "bebés da talidomida", ou "geração talidomida".
Em 1962, com mais de 10.000 casos de defeitos congénitos em todo o mundo, a Talidomida foi removida da lista de remédios indicados.

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Quantos fetos precisam de morrer para relacionarmos a sua morte com a vacina contra a gripe A?

GRIPE A: Seis casos de morte fetal após vacina na Europa


Já foram registados seis casos de morte fetais na Europa após a vacina contra a gripe A, mas nenhuma no Reino Unido, revelou hoje à Lusa a Agência britânica de Medicamentos (MHRA), sem referir se há uma relação directa entre as duas situações.
"A MHRA não recebeu até agora comunicações de morte de feto na sequência da vacinação com Pandemrix", afirmou uma porta-voz, em resposta a um pedido de informação da agência Lusa.
"Todavia, sabemos da existência de seis casos que ocorreram pela Europa", acrescentou a mesma fonte da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos Médicos britânica (MHRA).
Segundo a MHRA, a taxa de morte fetal no Reino Unido é de 5,4 em cada 1000 nascimentos.
Como as mulheres grávidas são um dos grupos prioritários na vacinação contra a gripe, "é inevitável que casos de morte fetal ocorram em algumas mulheres grávidas pouco depois de receberem a vacina".
A campanha de vacinação no Reino Unido começou em Outubro, mas não se sabe o número exacto de mulheres grávidas que já foram vacinadas.
"Se 100 mil tiverem sido vacinadas prevemos que mais de 500 destas resultem em morte fetais a certa altura da gravidez, independentemente da vacinação", estimou a Agência.
Segundo um relatório hoje divulgado pela MHRA, até 12 de Novembro foram registados nove casos suspeitos de reacções adversas à vacina Pandemrix em mulheres grávidas entre os cinco e sete meses de gestação, mas sem gravidade.
"Todos estes casos manifestaram efeitos adversos apenas para a mulher" e "em nenhum houve efeitos adversos registados para o feto ou na continuação da gravidez", lê-se no documento.
Todos os problemas, sublinha a Agência, "são não-graves e conhecidos como efeitos secundários da Pandemrix", nomeadamente reacções no local da injecção e sintomas de gripe.
Para a vacina sem adjuvante, Celvapan, também disponível no país, não foi relatado qualquer caso de reacção adversa.
Em Portugal, foram noticiados três casos de morte fetal após vacinação das grávidas contra a gripe A, negando as autoridades de Saúde que haja uma relação, embora as situações estejam a ser analisadas.


Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1425240

Wednesday, 28 October 2009

Artigo sobre a Gripe A


Há muita polémica em torno do tema e já ninguém sabe em que acreditar, este artigo que me
"chegou às mãos" pareceu-me credível, cada um ajuize por si se quiser passar os olhos...

Vale a pena ler o artigo que ODiario.info publicou em 11.10.2009.
Transcrevo aqui:
Gripe A: Uma reflexão e uma proposta
___________________________________
Ao ler este texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública, ninguém pode deixar de se interrogar sobre a capacidade dos seus governantes e autoridades de Saúde Pública do seu país - particularmente Primeiro-Ministro, Ministro da Saúde e Director-Geral de Saúde - sobre a sua honestidade e o seu grau dependência em relação aos grandes laboratórios internacionais.

Teresa Forcades i Vila*
- 11.10.09

Dados científicos
Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].

A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].

Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].

Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].

Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde - entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) -, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].

Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.

Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].
Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?
Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência - que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas - foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].

Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].

O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].
Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos...
É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim.

A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15].

E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].


Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.

Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.
No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.
No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes - entre eles a Directora-Geral da OMS -, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.
Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.
Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].
Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.


Notas:
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279

[2] 'The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens', Zimmer, Burke, op. cit., p. 282[

3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279

[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471

[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.

[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (http://www.ecdc.europa.eu/).

[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (http://www.ecdc.europa.eu/)

[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol '09): Debré: 'Cette grippe n'est pas dangereuse'; cf. La Razón (4 septiembre '09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A

[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.


[11] Cohen E. When a pandemic isn't a pandemic. CNN, 4 de mayo '09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/05/04/swine.flu.pandemic/index.html

[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471

[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre '09.

[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto '09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre '09. WBUR Boston.

[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H1N1-mefiance-des.htlm[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio '09.

Texto publicado no sítio da Coordenadora Antiprivatização de Saúde Pública, Madrid, (http://www.casmadrid.org/), em Setembro de 2009.

* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmaceuticas».

Tradução de José Paulo Gascão

Sunday, 4 October 2009

Na Fox News o especialista em doenças infecciosas, Dr. Kent Holtorf, afirmou: "Nunca daria a vacina da Gripe A aos meus filhos"

O Dr. Kent Holtorf é entrevistado na Fox News sobre os sintomas e o tratamento do H1N1 (a Gripe Suína ou Gripe A). O Dr. Holtorf é um especialista em doenças infecciosas e a sua opinião sobre a vacina que está a chegar ao mercado em Outubro (de 2009) é no mínimo alarmante.
Locutor da Fox News: Disseram-nos que as autoridades americanas vão entregar os estudos iniciais dessa vacina da Gripe A e vão testá-la em finais do mês de Setembro [de 2009].
Temos connosco agora o Dr. Kent Holtorf que é especialista em doenças infecciosas. Sr. Dr. muito obrigado, vamos colocar no ecrã a lista dos sintomas clássicos do H1N1 que recebemos da Organização Mundial de Saúde e do DCD [Centros para o Controlo e Prevenção de Doenças]. Se alguém apresentar estes sintomas [Tosse, Febre, Dor de garganta] o que deverá fazer? Ir ao hospital? Ir ao seu médico?
Dr. Kent Holtorf: Bem o que acho interessante destacar é que o vírus H1N1 está a perder está a perder a sua virulência e vimos que desde que chegou do México perdeu a sua virulência e os sintomas são muito mais brandos. E agora parece que se está a transformar numa gripe sazonal.
Portanto, basicamente, a recomendação é a mesma que se faria para uma gripe sazonal. E se tiver febre contínua por mais de três horas, telefone ao seu médico. E se a febre parar e depois reaparecer e se está na faixa de risco, incluindo crianças pequenas, deve falar com o seu médico se, digamos, a criança ficar com as unhas azuladas, vá às emergências. Não há diferença entre ir às emergências ou a um médico seja em caso de gripe sazonal ou de Gripe A.
Na verdade, se tivesse de escolher, provavelmente, nesta altura, escolheria a Gripe A em vez da gripe sazonal.
Locutor da Fox News: Muito bem. E o que é que o Dr. pensa da vacinação?
Dr. Kent Holtorf: Eu tenho uma preocupação maior com a vacina do que com a Gripe A. A vacina saiu muito rapidamente para o mercado, foi-lhe adicionada um alto nível de drogas que, basicamente, a tornam muito potente, e este tipo de método que usam requer altos níveis desses aditivos, incluindo...
Locutor da Fox News: O Timerasol que é um conservante anti-séptico e que foi relacionado, em alguns casos, com o autismo?
Dr. Kent Holtorf: Exacto, foi demonstrado que causa autismo em crianças com disfunção mitocondrial e agora toda essa controvérsia tem grandes implicações. O problema é que você provavelmente não sabe se a criança tem essa disfunção. Existe também a preocupação com as crianças e adultos que possuem a disfunção hematoencefálica, ou que não esteja completamente desenvolvida, o que inclui crianças, grávidas, pessoas com doenças neurológicas crónicas e casos significativos de fibriomialgia. Já vi pessoas devastadas por estas infecções [causadas pelo Timerasol, aditivo da vacina para a Gripe A].
Locutor da Fox News: Você daria a vacina aos seus filhos?
Dr. Kent Holtorf: De forma nenhuma!
Locutor da Fox News: Não daria. Para sermos justos, falei com três médicos em três dias e todos eles disseram que dariam certamente a vacina aos seus filhos e tomavam-na eles também, mas o Sr. diz que não o faria.
Dr. Kent Holtorf: Eu vi pessoas que sofriam de fibriomialgia a serem devastadas. Vi elevadas implicações em casos de autismo, acho que é estar a brincar à roleta russa. Foi provado que [o Timerasol, aditivo da vacina para a Gripe A] era uma neurotoxina 25 mil vezes mais tóxica que o nível de mercúrio que seria considerado tóxico se estivesse na comida ou na água. E os níveis ascendem a 100 vezes mais que o nível tóxico tolerável. É um risco demasiado grande.
Locutor da Fox News: Muito bem. Foi o Dr. Kent Holtorf, especialista em doenças infecciosas que nos trouxe o outro lado da questão. Muito obrigado.

Vídeo da entrevista legendado em português
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Também o Correio da Manhã, de 17 Setembro 2009, noticiava que a vacina da gripe A pode ser fatal. Que a nova vacina da gripe A pode provocar uma doença neurológica grave, a síndrome Guillain-Barré, que causa paralisia, insuficiência respiratória e pode levar à morte.
Dizia o jornal que a Agência Britânica de Protecção da Saúde (Health Protection Agency), entidade que supervisiona a saúde pública no Reino Unido, enviou uma carta confidencial aos neurologistas britânicos a exigir saber por que razão não foi tornada pública a informação sobre as possíveis consequências da vacina antes do início da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.
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E também no Jornal Nacional da TVI, de 7 de Setembro de 2009, o Dr. Fernando Maltês, Director do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital Curry Cabral e um dos homens que mais tem lidado com a Gripe A em Portugal, afirmava que a Gripe A vai matar menos gente do que uma simples gripe sazonal (gripe comum), que é mais inofensiva e que se trata, na maioria dos casos, com antipiréticos. O Director Geral de Saúde Espanhol é da mesma opinião.
No mesmo Jornal foi dito que saíra a sorte grande à Glaxo Smith Kline, o laboratório britânico a quem Portugal já encomendou seis milhões de doses da vacina contra a Gripe A (a 8 euros cada uma - 48 milhões de euros), que deverá ter um rendimento de cerca de dois mil milhões de euros, tendo em conta que as encomendas estão quase a atingir as trezentas milhões de doses.
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Comentário
Todo este frenesim em encomendar quantidades astronómicas de vacinas da Gripe A, cujo efeito cada vez mais especialistas consideram ser maligno, somado aos programas de vacinação massiva que se preparam em todo o mundo, incluindo Portugal, faz-me lembrar este relato de Eça de Queiroz de um caso que ocorreu durante a Guerra Russo-Turca em 1877:
Eça de Queiroz – Cartas de Inglaterra - Londres, 30 de Maio de 1877

"... Assim o Comissário Geral dos Fornecimentos do Exército [Russo] acaba de ser fuzilado sem processo. Este funcionário estimável introduziu na farinha tal quantidade de cal – que realmente não era possível deixar de lhe meter algumas balas no peito. Uma certa quantidade de cal na farinha como uma certa quantidade de pau campeche no vinho – são procedimentos razoáveis que dão honra, grandes proveitos e ordinariamente uma condecoração. Mas uma tal porção de cal, que torna a farinha mais própria para pintar paredes que para fazer pão, é realmente abusivo, e o Conselho de Guerra foi apenas justo dando àquele funcionário uma disponibilidade... na Eternidade."

Wednesday, 30 September 2009

Vacinar ou não vacinar


A presente declaração foi elaborada com base na revisão de alguma bibliografia encontrada a respeito do assunto em causa, VACINAÇÃO,nomeadamente:

BLECH, Jorg – Os inventores de doenças: a denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica; Ambar, 2006.


LANCÔT, Guylaine – The medical mafia : how to get out of it alive and take back our health & wealth: here is the key; 1995.


MILLER, Neil Z. – Vaccines: are they realy safe & effective?; New Atlantean Press, 2006.


MILLER, Neil Z. – Immunization theory vs reality; New Atlantean Press, 1996


RAPPOPORT, Jon – "Vaccine dangers and vested interests: a retired vaccine researcher goes public on what the pharmaceutical industry and health authorities don't want us to know; tht vaccines are unsafe, untested and one of the greatest frauds of our time", in Nexus Magazine, vol. 13, n.º 2, 2006


Sites:

http://www.grifo.com.pt/

http://www.vaclib.org/

http://www.vaclib.org/

http://www.ctanet.fr/vaccination-information

http://alyccs.free.fr/


Após alugmas leituras de artigos e matéria relacionada com as vacinas verificámos e concordamos que muitas das vacinas não foram a verdadeira causa do declínio na incidência das doenças sendo que a melhoria das condições sanitárias e alimentares assumem o crédito por esse facto.
Para além disso, várias doenças também possuem o seu ciclo evolutivo.


Nenhuma das vacinas confere imunidade genuína e frequentemente o contrário é verdadeiro; a vacina aumenta a probabilidade de contracção da doença. No que diz respeito ás taxas de eficácia das vacinas,estas podem ser enganadoras e erróneas uma vez que normalmente são avliadas pela medição dos níveis de anticorpos e não pela compração das taxas de pessoas vacinadas e não vacinadas. Não existem estudoscom grupos de controle e as autoridades simplesmente consideram que"não vacinar" é antiético e recusam-se a estudar voluntários nãovacinados. Pelo contrário, se estudos de controle fossem realizadosde acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina certamenteseria proibida.

Na generalidade as autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e o único valor que os une é meramente económico. Resultado, os efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos às vacinas, na tentativa de distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.

O sistema imunitário

Vários investigadores referenciam que as vacinas apenas "enganam" o organismo ao concentrà-lo apenas numa função: produção de anticorpos. Deste modo o organismo tende a ignorar as demais funções e estratégias integradas do sistema imunitário. Uma doença contraída naturalmente é"fitrada" através de uma série de etapas defensivas do sistema imunitário, contudo, quando é injectado o vírus/vacina directamente na corrente sanguínea da criança, este tem acesso a todos os grandes tecidos e órgãos do corpo sem as naturais vantagens inerentes a uma resposta imunitária total. Os anticorpos (linfócitos-T) que respondem aos microorganismos/Agentes invasores da vacina, tornam-se empenhados na produção de Anticorpos contra esses microorganismos e são incapazes de reagir eficientemente contra outros desafios relativos à saúde das crianças.


Os investigadores referem ainda que o sistema imunitário imaturo de um bebé é estimulado, fortalecido e amadurece ao responder aos desafiosda natureza, ou seja, quando a criança é exposta a vírus e microorganismos bacterianos no meio ambiente, o desenvolvimento normal do sistema imunitário é provável que aconteça. No entanto, se o sistema imunitário imaturo de um bebé é forçado a responder a uma sequência de vacinações injectadas directamente no organismo, inibindo (bypassing) as defesas externas do sistema imunitário, as funções protectoras do sistema imunitário interno podem ser sobrecarregadas. Portanto, quando a imunidade natural é restringida e o sistema imunitário é compelido a operar de forma não-natural, surgem questões relacionadas com a sua capacidade de proteger a criança ao longo da sua vida.


O sistema imunitário está concebido de forma a ajudar o organismo adiscriminar o "eu" de tudo o resto que é estranho e potencialmente perigoso. Assim, sob condições naturais, os microorganismos inimigos são atacados e tomados benignos pelo sistema imunitário contrariamente ao que sucede quando vírus estranhos são injectados no corpo fundindo-se com as células saudáveis e continuando a repliar-se conjuntamente com essas células. Este processo confunde o sistema imunitário que deixa de conseguir diferenciar condiçoes perigosas de condições inofensivas. Sob os auspícios destas condições induzidas, não só o sistema imunitário invadirá as suas células (cancro), como ignorará os sinais de perigo, deixando o organismo vulnerável a um vasto leque de doenças auto-imunes.


Autópsias realizadas a cadáveres nos quais se comparou a glândula do timo, produtora de células protectoras T, em adultos de países onde eram pouco vacinados versus USA, os investigadores descobriram que o Timo dos cadáveres americanos começara a atrofiar logo a seguir à puberdade. Por outro lado verificou-se que a deterioração da glândula Timo nos cadáveres de indivíduos de países onde estes eram pouco vacinados era mínima. As anomalias da glândula Timo estão associadas a todo um conjunto de doenças auto-imunes e a produção de tumores (ex:muitos tipos de cancro, leucemia, lúpus, artrite reumatóide). Alguns investigadores responsabilizam as instituições que defendem a disseminação mandatória dos programas de vacinas, afirma Neil Z.Mlller , sem esclarecer devidamente os pais o que levanta questões éticas profundas. Deixamos de falar de um "Sistema de Saúde" parafalarmos de um "Sistema de Doenças!..."


Guylaine Lancôt (1995) é peremtória em afirmar que as vacinas são onerosas e representam um custo de biliões de euros anualmente beneficiando a indústria e sobretudo os fabricantes mltinacionais. Afirma ainda que a vacinação encoraja a dependência médica e reforça a crença na ineficiência do corpo criando a falsa noção de permanente necessidade de assistência. Este aspecto conduz à perda de dignidade pessoal para não falar do facto de nos tornar financeiramente dependentes. Uma outra perspectiva interessante de Lancôt diz respeito ao facto de a vacinação encorajar a dependência moral e financeira dos países de terceiro mundo perpetuando o controlo social e económico dos países ocidentais e destes sobre os do terceiro mundo. A vacinação esconde e camulfla os verdadeiros problemas sociais e políticos da pobreza de uns a explorar os outros o que resulta em pseudo-soluções tecno-científicas que são tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não conseguem compreender. Por outro lado as vacinações desviam fundos que deviam ser investidos no melhoramento das condições de vida sobretudo ao nível sanitário e alimentar.


Em 1997 e novamente em 2004, surge um o artigo do jornal PHI que, saliente-se, nunca foi refutado que questionava a vacinação. É numerosa a literatura e os estudos que fundamentam a afirmação de que as vacinas representam um dos maiores erros da medicina actual sobretudo porque ainda não foram dadas provas da sua eficácia. Há mais de 40 anos o médico alemão G. Buchwald provou a inutilidade e nocividade das vacinas e demonstrou nas suas estatísticas que o ponto das doenças ocorre em tempo de guerra pelos muitos factores a esta associados nomeadamente subnutrição, pressão psíquica, água infectada entre outros. Obviamente o número de mortos e de doentes diminui com o melhoramento da situação e com o melhoramento das condições alimentares e sanitárias. Em todos os diagramas do Dr. Buchwald baseados em datas oficiais é possível detectar que o número de pessoas que adoecem diminui independentemente da vacinação em massa. Quanto aos falsos argumentos da medicina convencional relativamente ás vacinas, o primeiro diz respeito aos efeitos secundários que a esta afirma não existirem, ou, por outras palavras, só as sequelas causadas pela vacina e que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas. Pesquisas científicas honestas e imparciais mostraram que a vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da imunidade e constitui um factor de risco em muitas doenças, como:

  • - Síndrome de morte infantil súbita (SIDS);
  • - Disfunções dce desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental,hiperactividade, dislexia etc.);
  • - Deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
  • - Doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla,artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).

Todas as vacinas produzem efeitos secundários cujas reacções podem ir desde a ferida da injecção no local até danos cerebrais e morte. Os efeitos a longo prazo de todas as vacinas são desconhecidos e particularmente preocupante é o facto das implicações das vacinas no sistema imunitário imaturo das crianças poderem ser devastadoras. Foram apresentados estudos mostrando danos prejudiciais na protecção da saúde após as inoculações-encefalite pós vacina. Deste modo um número significativo de crianças é sujeito a crescer com incapacidades e deficiências de vários graus, quer sejam físicas, mentais ou emocionais sendo que estas condições afectarão o indivíduo, a sua família e a sociedade em geral. Algumas das vacinas podem ser particularmente perigosas, não obstante o complexo industrial das vacinas continua a manter a sua prática dissuadora, desvalorizando as reacções ás vacinas. A este facto soma-se ainda a propaganda criativa sobre os méritos das vacinas que representa um estratagema lucrativo já para não mencionar os mass media qe assustam a sociedade pelo medo de surtos epidémicos. Assustador é ainda o facto de em Inglaterra os serviços nacionais desaúde pagarem um bónus aos médicos que apresentem taxas de vacinação acima de determinadas percentagens. Nos E.U.A., por exemplo, as pressões informais e os incentivos para se obedecer ás autoridades não são suficientes daí que os próprios legisladores pessionem para a criação de leis contra a liberdade de escolha. Este padrão de coerção e negação é notório entre os membros iluminados da populaão incluindo os pais que questionam as vacinas, cujo despertar se tenha devido, infelizmente, à custa da vida das suas próprias crianças.

Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reacções adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control). As reacções adversas são consideradas"normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Ainda assim, os danos notificados são numerosos e apesar da obrigação legal actual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham. Fraude científica foi o nome atribuído por muitos profissionais renomados da área da saúde que ao longo da história demostraram a sua oposição relativamente à vacinação.

Um argumento questionável: As vacinas modernas são bem suportadas!

De que são feitas as vacinas? A resposta a esta pergunta deveria ser fornecida a todos os pais antes de qualquer intervenção; as bulas de vacinas contêm estas informações que deveriam ser disponibilizadas aos consumidores visto que são impressas para esse propósito apesar de tal nunca acontecer. Além das formas activas, obtidas de forma duvidosa há ainda uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc.

Apresentamos uma lista um tanto asustadora de venenos comprovados pela medicina. Alguns dos quais não podem ser eliminados pelo organismo e,retidos no corpo, continuam actuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular:

  • Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989;20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Esteproduto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. A pressão exercida sobre os fabricantes par remover esta substância química das suas vacinas data dos anos 90, no entanto o progresso tem sido frustrantemente vagaroso... Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros (Pediatrics, 2001; 107: 147-54). Segundo o Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky, o "Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço, eu não me lembro de nada que seja mais letal"
  • Formaldeído: um composto altamente tóxico e cancerígeno que, segundo afirmam os adeptos das vacinas, quando injectado directamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário. No mínimo duvidoso.
  • Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relaçãoentre o contacto com formol e a leucemia e cancro do cérebro, cólon e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA:North Atlantic Books, 1996).
  • Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reaccões que outras. O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente em Berlim escreve: "O modo de actuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores."
  • Fenol: um desinfectante e corante.
  • Glicol etilénio: o ingrediente principal anti-congelante.
  • Clorato de benzeónio: um antiséptico.
  • Metilparabeno, um conservante e antifungo.

Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a BSE fosse uma realidade. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a Glaxo Smith Kline, a Aventis e a American Home Products continuavam a utilizar estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as da paralisia infantil, difteria e tétano.

De acordo com Dr. Harold Buttram "As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas numa única aplicação do que quando aplicadas separadamente".



Casos reais:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação na Índia. Cerca de 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose, contudo e para grande consternação dos especialistas, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de protecção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27 anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose na Alemanha enquanto que na Áustria só foi suspensa em Março de 2000. No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de papeira durante 5 meses e o facto é que a Direcção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.

Relatórios oficias do governo norte americano e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebés morrem anualmente em consequência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.

O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebés com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que "a respiraçãodos bebés era afectada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injecções da vacina triplica. Soube-se também, através dos pais de bebés que morreram no berço que, na maioria das vezes, o bebé morrera após uma injecção de vacina triplica." À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berço e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. "Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação" afirma a Dra. Scheibner.

Esse facto levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. O seu aprofundado estudo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou no seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System" (Vacinação, a agressão médica ao Sistema Imunológico) cuja conclusão foi: "As imunizações, inclusive aspraticadas em bebés, não apenas deixam de prevenir doençasinfecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualqueroutra actividade humana em toda a história da intervenção médica." A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que oefeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principalcausa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo,o cancro e a leucemia.

Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheibner indica provas – inclusive num artigo da publicação médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observadaentre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa.

Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até Agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão.

No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 paravacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.


PROMOÇÃO DA SAÚDE

O boletim dos professores, n.º 2 (2006)

A Educação para a Promoção da Saúde vai ser obrigatoriamente abordada no ensino básico, tanto de forma transversal com integrada numa das três áreas curriculares não disciplinares existentes.

LIEBERT, Ann Mary - The journal of alternative and complementary medicine: research on paradigm, practice, and policy; Inc Publishers.

As escolas promotoras de saúde "confessam" o paradigma médico, e este pressupõe um determinado perfil de abordagem a nível da promoção da saúde. Se a Constituição da República prevê a "liberdade de consciência" e afirma que o ensino público não é "confessional", então existe a possibilidade de tanto os professores como os encarregados de educação conscientes, recusarem algumas premissas do modelo de promoção de saúde e exigir a introdução de um diálogo médico mais respeitador da vida que articule uma postura mais madura e integradora de todas as abordagens médicas alopática e as consideradas de"alternativas e/ou complementares".
No parecer da ordem dos médicos sobre os projectos de diplomasreguladores do exercício das medicinas não convencionais presentado à comissão parlamentar de saúde refere que este diálogo é vedado em detrimento dos interesses dos utentes do sistema de saúde, não pelo facto inerente â ausência de validade ou cientificidade, mas pelo facto de pesistirem fortes resistências e preconceiros do actual paradigma médico-ientífico, na sua principal corrrente, à sua democratização e integração no SNS


A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

Numa denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da Indústria Farmacêutica, Jorg Blech afirma na sua obra "Os inverntores de doenças" que a indústria farmacêutica realiza a venda de sintomas pouco frequentes como epidemias de extraordinária propagação e a venda de sintomas ligeiros como indícios de doenças mais graves. Referindo um estudo californiano, Thomas Bodenheimer, no New Enland Journal of Medicine, revela também uma influência clara, em ocasiões excessivas, dos padrões industriais sobre os estudos clínicos: as empresas farmacêuticas ocultam, retocam e modificam os resultados dos estudos que encomendam a investigadores vedadeiramente independentes. Seis dos doze investigadoes consultados por Bodenheimer admitiram que os seus trabalhos tinham sido objecto de intervenção. Dado o descontentamento do cliente, os resultados dos estudos nem sequer haviam sido publicados ou então tinham sido manipulados.


LEI DAS BASES DA SAÚDE – Aprovada pela Lei n.º 48/90, de 24 de Agosto,com as alterações introduzidas pela Lei n.º 27/2002, de 8 de Novembro.
A Assembleia da República decreta nos termos dos artigos:
164.º, alínea d); 168.º, n.º 1, alínea f) e 169.º, n.º 3 da Constituição, o seguinte:

Lei de Base XIV – Estatuto dos Utentes
1 – Os utentes têm direito a :

a) escolher, no âmbito do sistema de saúde e na medida dos recursos existentes e de acordo com as regras de organização, o seviço e agentes prestadores;

b) decidir, receber ou recusar a prestação de cuidados que lhes é proposta, salvo disposição especial da lei;

c) serem tratados pelos meios adequdos, humanamente e com prontidão, correcção técnica, privacidade e respeito;

d) ter rigorosamente respeitada a confidencialidade sobreo os dados pessoais revelados;

e) ser informados sobre a sua situação, as alternativas possíveis de tratamento e a evolução provável do seu estado;

f) receber, se o desejarem, assistência religiosa;

g) reclamar e fazer queixa sobre a forma como são tratados e, se for caso disso, a receber indemnização por prejuízos sofridos

;h) constituir entidades que os representem e defendam os seus nteresses;

i) constituir entidades que colaborem com o sistema de saúde, nomeadamente sob a forma de associações para a promoção e defesa da saúde ou de grupos de amigos de estabelecimentos de saúde.

Constituição da República Portuguesa

Artigo 41.º liberdade de consciência. (...);

6. É garantido o direito à objecção de consciència nos termos da lei.

Lei n.º 24/96, de 31. 07, alterada pelo Dec.-Lei n.º 67/2003 de 08.04(Lei de Defesa do Consumidor):

Artigo 3.º - Direitos do consumidor:

À qualidade dos bens e serviços;
À protecção da saúde e da segurança física;
À formação e à educação para o consumo;
À informação para o consumo;
À protecção jurídica e uma justiça acessível e pronta;
À participação por via representativa, na definição legal ou administrativa dos seus direitos e interesses.

Thursday, 10 September 2009

Vacinação contra a Gripe A


Uma carta confidencial do Governo britânico para médicos directores de departamentos de neurologia foi revelada ao jornal "The Mail":

- "A vacina contra a Gripe Suína causa uma doença nervosa fatal".


Levanta-se a questão: -Porque é que o Governo não avisou o público, uma vez que estão planeados milhões de vacinações - inclusivo a mulheres grávidas e crianças???