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Thursday, 11 June 2009

A importância das verduras



Uma Alimentação saudável é um assunto que precisa estar presente no dia-a-dia de qualquer indivíduo. Uma mesa balanceada com legumes e verduras pode evitar doenças provocadas pela falta de nutrientes. Quem consome grande quantidade desses alimentos garante o bom funcionamento do aparelho digestivo, diminui a chance de desenvolver câncer, doenças do coração e outras doenças crônicas, assim como combate a obesidade.Os vegetais devem-se comer crus ou pouco cozidos.

Os vegetais são constituídos por glúcidos não digestíveis. São ricos em vitamina (provitamina A, riboflavina, ácido fólico e vitamina C) e sais minerais (ferro e cálcio). As suas vitaminas hidrossolúveis (ferro, magnésio e fósforo) perdem-se na água da cozedura se esta não for aproveitada. Por esta razão, os vegetais devem comer-se crus ou pouco cozidos, no caso de se optar pela cozedura, ela deve ser feita em recipiente tapado.


Conheça alguns vegetais:


Alface

Rica em cálcio. Cerca de 230 gramas destas folhas podem conter 10% deste mineral que, como se sabe, é extremamente benéfico para os ossos. Equivale mesmo a um copo de leite, mas com menos 100% de gordura saturada. Também tem algum magnésio, um mineral que previne a osteoporose.


Couve-flor

Contém muitas vitaminas C, E, A - indispensáveis à boa visão e à saúde da pele -, e do Complexo B, que, entre outras coisas, evitam problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso. Mas as coisas não se ficam por aqui, a couve-galega figura na lista de alimentos que ajudam a combater vários tipos de cancro.


Couve-de-bruxelas

Contém vitaminas C e A (retinol), proteínas, potássio e ferro. Entre as suas principais virtudes, deve destacar-se o facto de fortalecer os ossos e proteger a pele e as mucosas. É, por isso mesmo, um poderoso antioxidante e possui uma grande quantidade de bioflavonóides e indóis, substâncias vegetais que protegem contra diversos tipos de cancro. Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute demonstrou que aqueles que comiam couve regularmente tinham metade das probabilidades de vir a padecer de cancro na bexiga.


Agrião

É um dos vegetais mais nutritivos, tendo também um baixo valor calórico. É uma boa fonte de vitamina A e vitamina C, importante para aumentar a resistência do organismo às infecções, e vitaminas do complexo B, responsáveis pela produção de energia. Tem também sais minerais como o ferro e o fósforo que evitam o cansaço mental e estão ligados à produção de glóbulos vermelhos no sangue.


Espinafre

Os espinafres são fonte de luteína e zeaxantina, duas substâncias nutrientes com propriedades antioxidante, protegendo a vista de prováveis problemas oculares próprios do envelhecimento. Uma investigação da Tufts University, em Boston (EUA), descobriu que quem come espinafres frequentemente reduz em 48% o risco de sofrer de uma degeneração ocular.
Fonte:

Espárragos vs. Cáncer













Saturday, 18 October 2008

Os bróculos ajudam na prevenção do cancro da próstata.



O estudo sugere que o consumo de brócolos interage com o genótipo GSTM1 e resulta em modificações nos caminhos associados à inflamação e à carcinogênese na próstata. Os brócolos produzem mudanças na produção de proteínas chamadas factores de crescimento, como o TGF Beta 1 e o EGF. Esta produção é desencadeada por certos genes. Os factores de crescimento estimulam a divisão celular que desempenha um papel importante na evolução do cancro.

Ao longo de um ano, dois grupos de homens considerados sob risco de desenvolver cancro de próstata comeram ou 400 gramas de brócolos ou 400 gramas de ervilhas por semana, além da sua dieta normal. Amostras de tecidos foram retiradas das suas próstatas aos seis meses da experiência e por ocasião da sua conclusão. Foi monitorizada a actividade de vários genes.

No caso dos homens que comeram brócolos, a análise dessas amostras mostrou alteração na produção de factores de crescimento como o TGF beta 1 e o EGF, assim como do hormonoinsulina (também associado à evolução do cancro de próstata e outros tumores).
Estudos anteriores já haviam demonstrado que dietas ricas em vegetais da família dos crucíferos, como brócolos, couve-flor, repolho e agrião, podem reduzir o risco de cancro.

Mas este é o primeiro estudo com seres humanos que dá evidências experimentais de que dietas ricas em vegetais crucíferos podem reduzir o risco de câncer na próstata, segundo Richard Mithen, coordenador do estudo e biólogo do Instituto Pesquisas sobre Alimentos.

Por enquanto, o cientista aconselha a ingestão de duas a três porções destes vegetais por semana.

Fonte: CENTERIN

Friday, 17 October 2008

Extracto de bróculos protege a pele contra os efeitos dos raios ultra-violetas


Teste feito nos Estados Unidos mostrou o potencial para reduzir vermelhidão.

Substância da planta protege células contra reacções químicas nocivas.
Parece uma daquelas dicas de saúde bizarras do tempo da avó, mas esta tem o apoio irrestrito da ciência: o extracto de brócolos é um santo remédio contra as queimaduras produzidas pelos raios ultravioleta do Sol.

Um estudo coordenado por Paul Talalay, da prestigiosa Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, comprovou essa capacidade ao aplicar o emplastro em cobaias e pessoas com vermelhidão na pele.

O estudo está na edição da revista científica americana “PNAS”. Na pesquisa, Talalay e os seus colegas investigaram os efeitos protectores do sulforafano, substância presente em abundância nos rebentos dos brócolos com três dias de vida.

Já se sabia que essa molécula tem actividade antioxidante, impedindo a acção de substâncias que danificam os componentes das células. Já a radiação ultravioleta do Sol costuma ter o efeito oposto, danificando directamente o ADN celular, estimulando o aparecimento de moléculas altamente reactivas que prejudicam a química do organismo e diminuem a acção do sistema de defesa do corpo.

Em testes feitos em seres humanos (três homens e três mulheres que se voluntariaram para a pesquisa), os pesquisadores verificaram efeitos muito positivos do extracto: diminui a inflamação causada pelas queimaduras, bem como a vermelhidão — para ser mais exacto, em 40%.

No futuro próximo, os pesquisadores estimam que será possível levar esse conhecimento para o uso clínico, impedindo, pelo menos em parte, as piores consequências da radiação ultravioleta, como o cancro de pele.

Fonte: CENTERIN