Sunday, 23 October 2011
Saturday, 6 August 2011
Thursday, 4 August 2011
Guia Zen - Terapias de A a Z - nº2 (Edição Especial)

Saiu o nº 2 da revista "Guia Zen - Terapias de A a Z", mês de Agosto 2011, que contém um artigo que escrevi sobre Reflexologia (págs.56/57).
Este Guia tem o propósito de reunir as mais variadas terapias, métodos, práticas e exercicíos como forma de dar a conhecer um leque variado de opções existentes à disposição de cada um para melhorar a sua saúde,com o objectivo de favorecer ou restabelecer o bem-estar e o equilíbrio natural do sistema do corpo humano.


Procurem nos quiosques, bancas e lojas de revistas!
Namasté!
Maria da Luz Cardoso
Wednesday, 4 May 2011
Tuesday, 1 March 2011
A doença como caminho

Focar a causa das doenças nos leva à questão de qual a memória/lembrança a ser resgatada pela pessoa(*), de modo a tornar-se novamente uma manifestação da perfeição universal.(*) bem como do entendimento do porque da experiência de vida dolorsa pela qual está passando.Aqui estão apenas algumas das doenças listadas e num resumo muito geral, contendo apenas a parte de questões levantadas em alguns capítulos, além de um texto na íntegra sobre "depressão", para servir como exemplo. Vale a pena ler o livro, que traz além deste "guia rápido" copiado aqui, a análise e interpretação ligada aos diversos sistemas do corpo físico, e possuí-lo posteriormente como guia para consultas quando oportuno.
Infecção - um conflito que se materializou
Quem mostra predisposição a inflamações está tentando evitar conflitos.
No caso de contrairmos uma doença infecciosa, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - Qual o conflito existente em minha vida que até agora eu não vejo?
2 - Que conflito estarei evitando?
3 - que conflito tento fingir que não existe?
Para descobrir que conflito se trata, basta prestar atenção ao simbolismo do órgão afetado ou da parte doente do corpo.
A pessoa alérgica deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Por que não suporto tomar consciência da minha agressividade, e a transfiro para a manifestação corporal?2 - Quais âmbitos da vida me inspiram tanto medo que procuro evitá-los?
3 - Para que temas apontam os meus alérgenos?
4 - Até que ponto uso minha alergia para manipular o meio ambiente?
5 - Como encaro o amor, qual é a minha capacidade de amar?
No caso de doenças que tenham relação com a respiração, a pessoa doente deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - O que me faz sentir falta de ar?
2 - O que me recuso a aceitar?
3 - O que estou evitando dar?
4 - Com o que não desejo entrar em contato?
5 - Acaso terei medo de dar o passo para uma nova liberdade?
Perguntas que a pessoa asmática deve fazer a si mesma:
1 - Em que âmbitos da vida quero receber sem dar nada em troca?
2 - Consigo confessar conscientemente minhas agressões?
Que possibilidades disponho para expressá-las?
3 - Como lido com o conflito entre a vontade de dominar e a sensação de inferioridade?
4 - Quais setores da vida valorizo e quais rejeito?
Posso sentir algo do medo que fundamenta meu sistema de valores?
5 - Quais setores da vida procuro evitar por considerá-los sujos, baixos, ignóbeis?
Não se esqueça: Sempre que se sente uma limitação, ela de fato é medo!
O único modo de combater o medo é expandindo-se.
A expansão ocorre se a pessoa deixar entrar aquilo que até agora rejeitou!
No caso de males estomacais e digestivos, devemos nos fazer as seguintes perguntas:
1 - O que não posso ou não quero engolir?
2 - Algo está me moendo por dentro?
3 - Como lido com meus sentimentos?
4 - O que me deixa tão azedo?
5 - Como expresso a minha agressividade?
6 - Como fujo dos conflitos?
7 - Existe em mim alguma saudade reprimida de um paraíso infantil, livre de conflitos, em que eu só seja amado e cuidado, sem precisar me esforçar para nada?
A pessoa que sofre do fígado deve fazer a si mesma as seguintes perguntas:
1 - Em que âmbitos perdi a capacidade de fazer uma avaliação e uma discriminação corretas?
2 - Onde é que não consigo mais decidir entre aquilo que posso suportar e aquilo que é um "veneno" para mim?3 - Em que sentido ando cometendo excessos?
Até que ponto estou "voando alto demais" (ilusões de grandeza) e onde venho ultrapassando os limites?
4 - Acaso me preocupo comigo mesmo e com o âmbito da minha "religio", de minha religação com a fonte primordial?
Ou o mundo da multiplicidade está impedindo minha percepção intuitiva?
Os temas filosóficos ocupam uma parte muito pequena na minha vida?
5 - Confio nos outros?
Quem tiver problemas com os olhos, ou seja, com a visão, deve em primeiro lugar abandonar por um dia seus óculos (e/ou lentes de contato) e viver conscientemente a situação honesta de vida criada pelo fato. Depois desse dia, deve fazer um relatório honesto, descrevendo o modo como viu o mundo e as experiências que teve, o que pôde e o que não pôde fazer, no que foi impedido pela falta de visão, como lidou com o ambiente exterior etc. Um relatório como esse deve fornecer-lhe material suficiente para poder conhecer melhor sua personalidade, seu mundo e seu modo de ser.
Essencialmente, deve responder às seguintes perguntas:
1 - O que não desejo ver?
2 - Minha subjetividade tem impedido meu autoconhecimento?
3 - Deixo de ver a mim mesmo nos acontecimentos?
4 - Uso a visão para obter uma percepção mais elevada?
5 - Tenho medo de ver os contornos rígidos (definidos) das coisas?
6 - Posso suportar, afinal, ver as coisas como elas são?
7 - Qual o âmbito de minha personalidade de que procuro desviar o olhar?
Quem tem problemas com os ouvidos, ou seja, com o ato de ouvir, deve de preferência fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Por que não estou disposto a prestar atenção ao que os outros dizem?
2 - A quem ou a que não desejo obedecer?
3 - Há equilíbrio entre os dois pólos de minha personalidade, o egocentrismo e a submissão?
Quem sofrer de dores de cabeça o tiver enxaquecas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Com que estou "quebrando a minha cabeça"?
2 - O "em cima" e o "embaixo" estão num equilíbrio dinâmico dentro de mim?
3 - Estou me esforçando demais para subir? (cobiça)
4 - Sou um cabeçudo e tento derrubar os obstáculos com a cabeça?
5 - Tento substituir a ação pelo pensamento?
6 - Estarei sendo honesto no que se refere aos meus problemas sexuais?
7 - Por que transfiro o orgasmo para a cabeça?
Quem teve afecções cutâneas deve fazer a si mesmo as seguintes perguntas:
1 - Acaso estarei me isolando demais?
2 - Qual é a minha capacidade de estabelecer contatos?
3 - Por trás da minha atitude defensiva não haverá um desejo de intimidade?
4 - O que será que deseja atravessar os limites a fim de se tornar visível (sexualidade, desejo, paixão, agressividade, satisfação)?
5 - O que é que de fato está "coçando" dentro de mim?
6 - Acaso resolvi viver no ostracismo?
Quando temos alguma coisa nos rins devemos fazer a nós mesmos as seguintes perguntas:
1 - Quais problemas me afligem no âmbito conjugal?
2 - Acaso tenho tendência a estagnar na projeção e, desta forma, a considerar os erros do meu parceiro como problemas que só dizem respeito a ele?
3 - Deixo de ver a mim mesmo no modo como o meu parceiro se comporta?
4 - Ando me apegando a velhos problemas e, deste modo, interrompendo o fluxo do meu próprio desenvolvimento?
5 - A que salto para o futuro meu cálculo renal está tentando me estimular?
Doenças na bexiga sugerem as seguintes perguntas:
1 - A quais âmbitos me apego, embora ultrapassados, e só à espera de serem eliminados?
2 - Em que ponto me coloco sob pressão e a projeto para os outros (exames, o chefe)?
3 - Que assuntos gastos devo abandonar?
4 - Por que choro?
No caso de perturbações e doenças cardíacas devemos fazer as seguintes perguntas:
1 - Há equilíbrio entre meu coração e minha cabeça, entre a compreensão e o sentimento?
Eles estão em harmonia?
2 - Dou espaço suficiente para meus próprios sentimentos, me atrevo a demonstrá-los?
3 - Vivo e amo de todo coração ou apenas participo, sem grande entusiasmo?
4 - Minha vida transcorre num ritmo animado ou a forço a dotar um ritmo rígido?
5 - Ainda há combustível e explosivos suficientes em minha vida?
6 - Tenho escutado a voz de meu coração?
A insônia deve servir de motivo para se fazer as seguintes perguntas:
1 - Até que ponto dependo do poder, do controle, do intelecto e da observação?
2 - Acaso posso me desapegar?
3 - Como desenvolvo minha capacidade de entrega e minha sensação de uma confiança básica?
4 - Acaso me preocupo com o lado sombrio da minha alma?
5 - Quão grande é o meu medo da morte?
Já me reconciliei o suficiente com ela?
Uma necessidade exagerada de dormir suscita as seguintes questões:
1 - Ando fugindo da atividade, da responsabilidade, da conscientização?
2 - Vivo num mundo quimérico e tenho medo de acordar para a realidade da vida?
- Bexiga - Pressão, desapego
- Boca - Disposição para receber
- Cabelos - Liberdade, poder
- Coração - Capacidade de amar, emoção
- Costas - Correção
- Dentes - Agressividade, vitalidade
- Estômago - Sensação, capacidade de absorção
- Fígado - Avaliação, filosofia, religião
- Gengivas - Desconfiança
- Intestino delgado - Elaboração, análise
- Intestino grosso - Inconsciente, ambição
- Joelhos - Humildade
- Mãos - Entendimento, capacidade de ação
- Membros - Movimentos, flexibilidade, atividade
- Músculos - Mobilidade, flexibilidade, atividade
- Nariz - Poder, orgulho, sexualidade
- Olhos - Discernimento
- Ouvidos - Obediência
- Órgãos genitais - Sexualidade
- Ossos - Firmeza, cumprimento das normas
- Pele - Delimitação, normas, contato, carinho
- Pênis - Poder
- Pés - Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade
- Pescoço - Medo
- Pulmões - Contato, comunicação, liberdade
- Rins - Parceria, discernimento, eliminação
- Sangue - Força vital, vitalidade
- Unhas - Agressividade
- Vagina - Entrega
- Vesícula biliar - Agressividade
Segundo a americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Ela afirma que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. "Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empancados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas.
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões.
CANCRO: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSONIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Monday, 14 February 2011
Saturday, 14 August 2010
Dr. Hamer

El Dr. Ryke Geerd Hamer nació en Frisia (Alemania) en 1935, en el seno de una familia de pastores protestantes. A los 18 años, tras finalizar el bachillerato, inicia estudios de medicina y de teología en la Universidad de Tübingen, donde conoce a una estudiante de medicina que acabará por convertirse en su esposa, Sigrid Oldenburg. Con 20 años aprueba el examen preliminar de medicina y un año después contrae matrimonio en Erlangen, donde aprueba su licenciatura en teología.
- El 9 de diciembre de 1988, se realiza la verificación por la Universidad de Viena. firmada por: El Profesor Jörg BIRKMAYER, Doctor en Química y Doctor en Medicina, titular de la cátedra universitaria de Medicina Química y de Cancerología, especialista de medicina de laboratorio y jefe del laboratorio médico-químico de la Universidad de Viena,
la Doctora Elisabeth M. ROZKYDAL, Medicina General,
el Doctor Franz REINISCH, especialista de enfermedades internas,
el Doctor Fritz EBERZ,
y el médico asistente Doctor Ryke Geerd HAMER, Medicina Interna, Psiquiatra, Pediatra, Radiólogo y Teólogo;
efectúan la verificación de su ley, siguiéndole verificaciones posteriores realizadas por equipos médicos de Munich, Chambéry, Austria... - Los dias 12 y 13 de Mayo de 1990, se realiza la verificación por la Conferencia de Médicos de Namur (Bélgica) firmada por:
Médicos de la Conferencia (16 firmas). - El 24 de junio de 1992, se realiza la verificación por la Clínica Pediátrica de Gelsenkirchen (Alemania), firmada por:
el profesor Dr. E. A. Stemmann, médico en Jefe
y por el Dr. Elke Mühlpfort, Pedíatra y Medicina Escolar. - Los días 8 y 9 de Setiembre de 1998, se realiza la verificación porla Universidad de Trnavská, en el Instituto de Cancerología H1. Elizabeth de Bratislava y en el Servicio de Cancerología del Hospital de Trnava, firmada por:
Prof. MUDR. J. Pogády, DrSc, Catedrático de Psiquiatría y Presidente de la Comisión,
Prof. MUDR. V. Krcmery, DrSc, Decano de la Facultad,
Doc. RN Dr. J. Miklosko, DrSc, Vice-rector de la Facultad de Investigación.
A pesar de que sólo es necesaria una verificación, la lista cuenta ya con 20 verificaciones.
Los intentos de desprestigio y desacreditación del Dr. Hamer y de sus descubrimientos, (expuestos como Nueva Medicina), han sido constantes desde esa fecha. Sin embargo, el 21 de mayo de 1997 el Dr. Hamer fue arrestado.
Tras pasar un día en el calabozo, la juez Nagel, en Colonia (Alemania) decidió su encarcelación basándose en tres puntos:
- haber infringido la ley de práctica médica.
- no atenerse a razones (¿debe abjurar de sus convicciones para que le dejen libre?).
- que existía el temor fundado de que se «fugase» al Estado español.
Según resolución judicial, el Dr. Hamer «podía ser visitado en prisión media hora dos veces al mes, previa solicitud, y a ser posible, en grupo». Medidas inconcebibles ya que se le trata como a un peligroso criminal...
La Nueva Medicina, basada en 5 leyes biológicas naturales, ya ha sido pues validada por médicos y científicos competentes. A pesar de ello, la prensa y medios de comunicación en general no han escatimado los epítetos insultantes en relación al Dr. Hamer, y el COMB (Colegio Oficial de Médicos de Barcelona), que tiene abierto expediente a los «seguidores» del «método» Hamer, porque «las teorías del doctor Hamer no han estado nunca sometidas a los debates y a las pruebas a las que se someten las hipótesis, los presuntos descubrimientos y las nuevas propuestas terapéuticas que realiza la comunidad científica» (Diario Médico, 19 de septiembre de 1995), no ha hecho mucho más que sumarse a las voces de descrédito, sin querer afrontar el reto de estudiar esta gran aportación a la medicina, incorporarla a los estudios universitarios y ponerla a la práctica en beneficio de todos. Especialmente de los enfermos actuales y de la investigación futura.
Si ellos no lo hacen ¿quién se supone que debe hacerlo?.
O es que, tal como los cancerosos pintaron en 1956, en los muros del Hospital de Villejuif de París: «Del cáncer vive mucha más gente de los que morimos».
Fonte: free-news.org
Tuesday, 6 July 2010
RECUPERACIÓN NATUROPATICA CON AGUA DE MAR

Sin embargo, ¿porqué agua de mar? El agua de mar es el más parecido al de nuestro organismo, haciendo que éste a la hora de la ingesta se ponga a trabajar, equilibrando nuestro organismo, es decir, regenerando nuestra célula a través de la cual conseguimos un buen funcionamiento en todo nuestro organismo.
Lo que conseguimos tomando éste agua es fortalecer nuestro sistema ya sea inmunológico, nervioso, digestivo, respiratorio, linfático,etc. Ayuda para todo lo que te puedas imaginar.
Con esto llegamos a la conclusión de que es bueno para todo y para todos.
FENACO, debido a éste gran producto nos ha proporcionado una ayuda para que lo podamos tener al alcance de nuestra mano, ya que los laboratorios ASAC nos han ofrecido exclusividad del producto, y en la cual también se pondrá “
¡ ánimo compañeros! Y saquemos partido de los que nos quieren ayudar con productos naturales.
Saturday, 3 July 2010
Saturday, 29 May 2010
Conheça as alergias mais comuns e o tipo de tratamento
Por Barbara Bettencourt
fonte: http://activa.aeiou.pt/
Tipos de alergia:
As respiratórias
Os ácaros domésticos são a principal causa de alergias do aparelho respiratório, sobretudo no Outono e Inverno. Os pólenes das árvores são outro alérgeno comum na Primavera.
. Asma
Pode surgir em qualquer idade, mas é mais frequente na infância. Na maioria dos casos, aparece antes dos 5 anos. Estima-se que existam um milhão de portugueses asmáticos e a maioria (75% a 80%) sofre também de rinite.
Diagnóstico: É feito através da história clínica pessoal e familiar. Métodos complementares usados são os exames laboratoriais, testes cutâneos e provas funcionais respiratórias.
Sintomas: Crises recorrentes de falta de ar e tosse que aparecem de forma repentina, após constipações, exercício ou episódios de stresse, e com intensidade variável.
Tratamento: O objectivo é controlar a doença, o que implica que a medicação deve ser feita a nível preventivo. Usam-se broncodilatadores que melhoram o fluxo de ar nas vias respiratórias, e anti-inflamatórios, para reduzir a inflamação.
Prevenção: Evite o contacto com ácaros, mantendo a casa isenta de pó, e consulte os níveis de pólen no País em http://www.rpa.uevora.pt/.
. Rinite, sinusite e conjuntivite alérgica
A rinite é a alergia mais frequente. Afecta 2,5 milhões de portugueses, e mais de um terço tem também asma. É comum em crianças e pouco diagnosticada. 'Quando se negligenciam as queixas, deixa-se uma porta aberta para o pulmão, o que pode desencadear ou piorar a asma', alerta Morais de Almeida. Está associada à sinusite e à conjuntivite alérgica.
Sintomas: Na rinite, os mais comuns são: obstrução nasal, comichão, espirros e pingos no nariz, perturbações do sono e fadiga. Na sinusite, há uma inflamação da mucosa nasal, que condiciona a drenagem do muco. Na conjuntivite, os olhos ficam vermelhos, lacrimejantes, inchados e dão comichão. É desencadeada por ácaros, pêlos de animais e pólenes. Está associada à rinite sazonal, pelo que os sintomas se confundem.
Diagnóstico: Aplica-se à rinite e sinusite a análise dos sintomas, através do exame do interior do nariz, procurando alterações típicas, como uma mucosa pálida. Podem fazer-se testes cutâneos e análises ao sangue para verificar o nível de anticorpos específicos, e que também se realizam em caso de conjuntivite.
Tratamento: Quando a rinite e a sinusite são intermitentes, pode ser suficiente recorrer a um anti-histamínico, que alivia os sintomas. Formas persistentes tratam-se com corticóides nasais, anti--histamínicos orais ou nasais. As vacinas reduzem a reactividade dos brônquios. Nas rinites sazonais, vacine-se antes da estação do pólen. A conjuntivite trata-se com anti-histamínicos orais e colírios. Evite lentes de contacto.
Alergias alimentares
São cada vez mas comuns e podem levar à morte. A culpa é dos alimentos processados e dos aditivos a que o nosso corpo não teve tempo para se habituar.
Mais de um milhão de portugueses sofre de alergias alimentares: 8% são crianças e 3% adultos. Muitas vezes confunde-se com a intolerância alimentar, mas enquanto na primeira o corpo desenvolve anticorpos em reacção a determinados alimentos, na segunda, 'o que existe é uma deficiência do organismo que não tem determinadas enzimas essenciais para digerir substâncias, como lactose ou o glúten', explica Cristina Santa Marta.
Alguns dos alimentos mais susceptíveis de causar alergias são ovos, caju, amêndoas, amendoim, nozes, chocolate, castanha, quivi, sésamo e caril.
Sintomas: Os mais ligeiros podem limitar-se a erupções cutâneas, urticária (edema dos lábios e da garganta), falta de ar, náuseas e diarreia. Nos mais graves, pode haver uma reacção anafiláctica, em que a inflamação da garganta é tão grande que impede a respiração, o que pode causar desmaios e até levar à morte. Nem sempre é preciso ingerir os alimentos, nalguns casos a simples inalação é suficiente.
Diagnóstico: Os testes sanguíneos detectam a presença de anticorpos e, por vezes, os cutâneos também podem ser úteis. Se bem que um resultado positivo nem sempre signifique que existe alergia, um negativo torna improvável a sensibilidade ao mesmo. As dietas de eliminação são outra forma de tentar identificar alérgenos. Implicam que se elimine todos os possíveis causadores da alergia, sendo depois reintroduzidos um de cada vez, até se identificar o responsável.
Tratamento: Nas crises agudas, administram-se anti-histamínicos e corticóides. Existem ainda kits de adrenalina de emergência para combater choques anafilácticos. Além destes medicamentos, não há tratamentos específicos e a solução é evitar os alimentos causadores de possíveis alergias.
Alergias cutâneas
Quer surjam na infância ou na idade adulta, causam muito transtorno, sobretudo quando não se consegue identificar as causas.
. Eczema atópico
Atinge 10% de portugueses e, apesar de ser muito frequente na infância, 'é cada vez mais uma doença de adultos', diz Mário Morais de Almeida. Geralmente, é provocada ou agravada por alérgenos, sobretudo ácaros, mas também pólen ou leite de vaca, ovo e frutos secos.
Sintomas: Nas crianças, manifesta-se como prurido, vermelhidão na face e pele seca nas dobras do corpo (joelhos, cotovelos), e nos adultos aparece como manchas vermelhas, que podem desaparecer ao fim de dias (agudas) ou durar anos (crónicas).
Diagnóstico: As análises ao sangue detectam anticorpos específicos das alergias e os testes cutâneos e de contacto tentam identificá-los.
Prevenção: Evite a acumulação do pó, use capas protectoras em colchões e almofadas, mantenha a pele hidratada, use roupa de algodão e evite a de fibras.
. Eczema de contacto
Neste caso, o eczema aparece claramente no seguimento do contacto com alérgenos e nas zonas do contacto. A maior parte são aos metais, como o níquel ou o crómio, e aos químicos das fragrâncias ou tintas. É mais frequente nos adultos.
Sintomas: As reacções a estas substâncias não são muito diferentes do eczema atópico. A inflamação surge 48 a 72 horas depois, bem como o prurido, vermelhidão na zona em questão.
Diagnóstico: A localização é o principal meio de diagnóstico. Depois, os testes de contacto permitem a confirmação.
Tratamento: Em ambos os eczemas, o tratamento passa por evitar o contacto com aquilo que provoca a alergia. Se isso não lhe for possível, por exemplo, por causa da sua profissão, podem ser administrados anti-inflamatórios corticóides e, nalguns casos, antibióticos.
. Urticária
Cerca de 80% da população tem pelo menos um episódio de urticária na vida. As causas podem ser diversas: ácaros, pólen, alimentos, medicamentos, picadas de insectos, plantas ou até infecções e stresse. 'Também são cada vez mais comuns os casos de urticária física, que surgem depois de estímulos como o frio, o calor ou o exercício, e desaparecem a seguir', diz a alergologista Cristina Santa Marta. Pode ainda ser um sintoma que, como a febre, remete para a existência de outras doenças. 'As causas nem sempre se descobrem e, nesses casos, a cura é difícil.'
Sintomas: Manchas avermelhadas e pápulas que causam comichão.
Tratamento: Os anti-histamínicos aliviam o prurido e reduzem a inflamação. Os corticosteróides devem ser reservados para casos mais graves, já que quando usados por mais de um mês têm efeitos secundários. Em metade dos casos costuma desaparecer naturalmente em dois anos.
Prevenção: O controlo do stresse pode ajudar a reduzir a frequência e gravidade das crises.
Soluções alternativas
As chamadas terapias não convencionais são especialmente eficazes em doenças crónicas e podem ser uma ajuda preciosa.
. Acupunctura
'Já é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde e não se questiona a sua eficácia na dor e nas alergias', garante o acupunctor Pedro Choy. 'O seu índice de cura é de 30 a 40% em adultos e de mais de 60% nas crianças, seja qual for o tipo de alergia. Não interessa se é respiratória, cutânea ou alimentar, porque a Medicina Tradicional Chinesa trata a causa, não os sintomas. E na maioria das vezes estas devem-se a alterações no rim. A tendência é genética, mesmo que só se manifeste aos 40 anos, e a poluição e o stresse são factores agravantes, pois enfraquecem o sistema imunitário', explica. Conte com um tratamento a longo prazo (30 sessões ao longo de um ano e meio, geralmente em conjunto com a fitoterapia, que consiste na administração de plantas medicinais). Também se usam técnicas auxiliares, como a massagem tui na, que pressiona com as mãos os pontos energéticos da acupunctura.
. Homeopatia e Naturopatia
Também são úteis na melhoria de sintomas alérgicos.
'Podemos receitar drenantes respiratórios e oligoelementos que ajudam a expelir toxinas, fortalecendo o terreno biológico', explica o homeopata e naturopata Luís de Jesus Silva. Mas, além disto, é sempre essencial melhorar a forma de se alimentar. Os malefícios de uma má alimentação podem aparecer anos mais tarde, muitas vezes sob a forma de doenças ou alergias de etiologia desconhecida ou auto-imunes', alerta. O presidente do Instituto de Macrobiótica de Portugal, Francisco Varatojo, também põe o enfoque na alimentação e garante já ter tratado os mais diversos tipos de alergias, de sinusites a urticárias. 'Na maioria dos casos, uma mudança de alimentação é suficiente para acabar com a doença ou, pelo menos, reduzir drasticamente os sintomas. A redução dos lacticínios e, nalguns casos, o combate ao excesso de acidez das mucosas do organismo (causado por uma alimentação incorrecta) pode ser suficiente para a cura', explica.
. Ioga
O tai chi e o chi kung podem ser úteis para combater o stresse, um factor agravante em muitas alergias. Funcionam à semelhança da fisioterapia da medicina convencional. A massagem shiatsu pode ajudá-la a fortalecer os sistemas linfático e imunitário. E é benéfica no tratamento de problemas respiratórios.
. Osteopatia
Pode ser útil no alívio de sintomas de asma e sinusite e contribui para o equilíbrio geral.
ONDE FAZER
Instituto Macrobiótico, Lisboa.
Tel.: 21 324 22 90. Orientação alimentar: €100 a 1.ª consulta, €75 as seguintes.
Acupunctura: a partir de €35.
Shiatsu: €45/sessão.
Chi kung: €35/mês 2x por semana.
Tai chi: €50 2x por semana.
Centro de Osteopatia e Naturopatia Jorge Indiveri, Oeiras.
Tel.: 21 442 3563. Primeira consulta €60. Seguintes a partir de €50.
Acupunctura. Clínicas Pedro Choy, Lisboa.
Tel.: 21 848 77 97/Porto: 22 606 35 77/Coimbra: 239 837 370. Primeira consulta €60 e €30 as seguintes.
Centro de Acupunctura, Amadora.
Tel.: 21 495 06 99. 1.ª consulta €60, €30 as seguintes. Tratamentos de fitoterapia a partir de €10.
Associação Portuguesa de Homeopatia. Tel.: 21 417 68 29.
http://www.homeopatia-aph.pt/.
Lirius Centro de Terapias Naturais, Cascais. Tel.: 21 482 12 24.
Shiatsu: €40/sessão.
Saturday, 26 December 2009
Acupuncture Therapy


Acupuncture Therapy : Acupuncture Fixed Cupping Demo
http://www.youtube.com/watch?v=NweGEgup74Q&NR=1
Acupuncture Therapy : Acupuncture Moving Cupping Demo
Moxibustion Benefits
Moxibustion Benefits : Moxibustion for MenstruationTraditional Chinese Medicine Diagnostics

http://www.youtube.com/watch?v=qSCsQ9wJvTM&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Pulse Diagnostics
http://www.youtube.com/watch?v=mAiXMU4WpqE&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Pain Diagnostics
http://www.youtube.com/watch?v=09B_3NBFoM8&NR=1
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Diagnostic Colors
http://www.youtube.com/watch?v=PFd2DgQD-WA&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Stools & Bowel Movements
http://www.youtube.com/watch?v=CPVGdoInU84&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Diagnostics Overview
http://www.youtube.com/watch?v=vIrO9CLNxiU&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Weather & Wind Effects
http://www.youtube.com/watch?v=kMXQo6hOaIM&feature=channel
Traditional Chinese Medicine Diagnostics: Menstruation Diagnositcs
http://www.youtube.com/watch?v=0LCK78beKqk&feature=related
Traditional Chinese Medicine Dietary Therapy

Traditional Chinese Medicine Dietary Therapy: 8 Treasures Soup Recipe
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine
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http://www.youtube.com/watch?v=dd9vlslm7CE&feature=player_embedded#
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine: Cooking Herbs
http://www.youtube.com/watch?v=N52DT2iv28w&feature=channel
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine: Herb Taking Tips
http://www.youtube.com/watch?v=bo4rXLee1SQ&feature=channel
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine: Tonic Herbs
http://www.youtube.com/watch?v=lhfA49h6SeY&feature=channel
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine: Combining Herbs With Prescription Drugs
http://www.youtube.com/watch?v=4VbCvgDfXAM&feature=channel
Herbal Therapy in Traditional Chinese Medicine: Alternative Treatments
http://www.youtube.com/watch?v=qoM8kiNcM_8&feature=channel
Saturday, 5 December 2009
O Mistério do CHI
O Mistério do CHI - [Parte 1] Introdução
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http://www.youtube.com/watch?v=1VYLUx1ll5I&feature=player_embedded#
http://www.youtube.com/watch?v=9WKjRhaXQHU&feature=player_embedded
http://www.youtube.com/watch?v=o21xGLpHvpM&feature=player_embedded
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Wednesday, 21 October 2009
SunGazing



