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Saturday, 30 May 2009

Manobra de Heimlich


Manobra de Heimlich é o melhor método pré-hospitalar de desobtrução das vias aéreas superiores por corpo estranho. 
Essa manobra foi descrita pela primeira vez pelo médico estadunidense Henry Heimlich em 1974 e induz uma tosse artificial, que deve expelir o objecto da traqueia da vítima. 
Resumidamente, uma pessoa ao executar a manobra usa as mãos para fazer pressão sobre o final do diafragma
Isso comprimirá os pulmões e fará pressão sobre qualquer objecto estranho na traquéia.

Procedimento
A pessoa a aplicar a manobra deverá posicionar-se atrás da vítima, fechar o punho e posicioná-lo com o polegar para dentro entre o umbigo e o osso esterno. Com a outra mão, deverá segurar o seu punho e puxar ambas as mãos em sua direção, com um rápido empurrão para cima e para dentro a partir dos cotovelos. Deve-se comprimir a parte superior do abdomen contra a base dos pulmões, para expulsar o ar que ainda resta e forçar a eliminação do bloqueio. É essencial repetir-se a manobra acerca de cinco a oito vezes. Cada empurrão deve ser vigoroso o suficiente para deslocar o bloqueio.
Caso a vítima fique inconsciente, a manobra deve ser interrompida e deve ser iniciada a reanimação cardio-respiratória.

SOS - Engasgo - Manobra de Heimlich







Monday, 29 September 2008

O que é o cancro da mama?


O que é o cancro da mama?
Miguel Pereira

O cancro da mama é uma das doenças com maior impacto nas sociedades contemporâneas. Segundo a Direcção-Geral de Saúde, surgem cerca de 4 mil novos casos por ano. A grande maioria dos infectados são mulheres, mas também pode atingir homens.

Um tumor maligno, uma massa dura e irregular, que se desenvolve no tecido mamário, por causa de um crescimento anormal do número de células que constituem as células mamárias. Todos os dias morrem em Portugal cerca de quatro pessoas morrem com esta doença e são detectados onze novos casos deste cancro, que é o que tem mais incidência no nosso país.

É comum pensar-se que este flagelo só atinge as mulheres. Esta doença também atinge os homens, embora seja raro: em Portugal, apenas um em cada cem casos de cancro na mama surge num homem. Logo, é nas mulheres onde a doença mais se propaga, sendo esta a principal causa de morte nas mulheres entre os 35 anos e 55 anos, sendo que anualmente há 1500 mulheres que morrem vítimas desta doença.

Desde 1986, para combater a terrível realidade da doença, a Liga Portuguesa Contra o Cancro desenvolve o Programa de Rastreio Nacional do Cancro da Mama. Esta iniciativa tem como objectivo diagnosticar os tumores na fase inicial, que assim podem ser curáveis e controláveis.

Principais factores de risco:
- Mais de 50 anos
- Antecedentes familiares
- Mestruação antes dos 12 anos
- Menopausa após os 54 anos
- Não ter filhos
- Ter o primeiro filho depois dos 30 anos
- Obesidade
- Ingestão excessiva de álcool

Como aceder ao Programa de Rastreio Nacional?
Todas as mulheres, entre as mulheres os 45 e os 69 anos, inscritas no Serviço Nacional de Saúde, pode aceder gratuitamente ao programa de rastreio.
Unidades móveis viajarão pelo país e estacionam em vários concelhos, onde voltam dentro de dois anos. As mulheres residentes nesse concelho são convidadas, por carta, a se deslocarem à unidade, de modo a efectuar uma “mamografia de rastreio”.

Os resultados negativos são informados através de uma carta emitida pelo Centro de Leituras do Núcleo da Liga Portuguesa do Cancro a que pertençam. Em caso de haver necessidade de efectuar mais exames complementares, haverá uma convocação para uma consulta de avaliação. Quanto mais cedo se detectar a doença, mais probabilidades há para uma cura.

Embora não se saiba uma causa específica para a doença, é aconselhado um estilo de vida de salutar: fazer exercício físico; ter uma alimentação saudável; restringir o consumo de álcool; não fumar, e despir o soutien sempre que possível.

Quais os métodos de diagnóstico precoce do cancro da
mama?

● Evite que o cancro se espalhe para outras partes do corpo,
antecipe-se, e faça um diagnóstico precoce:
● Realize a mamografia de rastreio.
● Faça um auto-exame das mamas mensalmente.
● Vá ao médico especialista em patologia mamária uma vez por ano.

O que é a Mamografia?

A mamografia é um simples Raio-X à mama. Normalmente é indolor e demora menos de 30 minutos.

Deve ser feita de quanto em quanto tempo?
De dois em dois anos, a partir dos 45 anos. Pode ser realizado antes dessa idade, sempre que o médico achar conveniente.

Para que serve a mamografia?

Serve para detectar alterações na glândula mamária, que indiciem a presença efectiva ou a possibilidade de vir a desenvolver o cancro da mama. Portanto, é um método de rastreio fundamental na detecção precoce desta patologia.

Onde se realiza?

Pode ser feita de forma gratuita, nas Unidades Móveis e Fixas de Rastreio do Programa Nacional de Rastreio de Cancro da Mama da LPCC.

Que cuidados deve ter antes de realizar uma
mamografia?
No dia do exame deve evitar, usar desodorizantes; perfumes; loções ou cremes sobre a mama ou na axila.
Durante o exame, a mama é comprimida por poucos segundos, algumas mulheres queixam-se de dor, pelo que será recomendável marcar o exame para alguns dias após o fim do ciclo menstrual, altura em que a mama está menos sensível.Faça um Auto – exame:
Como se faz?
1- Em pé, em frente ao espelho e com os braços esticados ao longo do corpo, observe as suas mamas.

2-Coloque uma mão atrás da nuca e palpe a mama esquerda (incluindo a área próxima da axila) com a mão direita, pressionando com a ponta dos dedos.

3-Repita os passos I e II na outra mama.
Todas as mulheres com mais de 20 anos devem realizar o auto-exame da mama como rotina mensal.

Que sintomas se deve procurar?
Observe com atenção tipo o de alterações que surjam, as mais comuns são: nódulos; veias salientes; secreções dos mamilos; sensibilidade no mamilo; retracção do mamilo (virado para dentro da mama) ou outras alterações na forma, no tamanho,
na consistência, na cor ou na pele de uma ou ambas as mamas.

Na maioria das vezes, estes sintomas não estão associados a cancro, mas é importante que, caso detecte alguns destes sintomas, consulte o médico de imediato.


Atenção:
O auto-exame da mama não substitui a mamografia regular de rastreio.
Nas consultas de ginecologia de rotina, o seu médico realizará, entre outros, um exame semelhante a este, a que se dá o nome de Exame Clínico da Mama.
Estar alerta para os sintomas é o primeiro passo para um diagnóstico precoce e um acompanhamento adequado, para evitar a progressão do cancro.

Fazer um exame clínico:
O que é?
Durante um exame clínico da mama, o médico palpa as mamas em diferentes posições, usando a ponta dos dedos para sentir quaisquer alterações e/ou nódulos. Um nódulo, geralmente, só é palpável quando apresenta um tamanho igual ou superior ao de uma ervilha. Um exame clínico completo da mama, pode demorar cerca de 10 minutos a ser realizado.

Qual a importância de detectar cedo?
Sabia que o tamanho médio de um tumor é:
• 0,5 cm-quando é detectado por mamografia.
• 1 cm – quando é detectado num exame médico.
• 2 cm – quando é detectado por uma mulher que faz a palpação mamária todos os meses.
• 3,5 cm – quando é detectado por uma mulher que não faz a palpação mamária todos os meses.
“A informação é a melhor prevenção” informe-se com o seu médico e faça dele o se melhor conselheiro.

Fonte: www.laco.pt

O leite e o Cancro da Mama


Esta é uma história real!

É a história da professora Jane Plant, geoquímica e chefe científica do British Geological Survey — uma prestigiada instituição pública britânica que se dedica à investigação em matéria de Geologia — pode constituir um significativo exemplo para muitas mulheres, já que ela sobreviveu a 5 tumores mamários e às práticas médicas convencionais para tratar o cancro.

E fê-lo, segundo ela mesma afirma, de uma forma muito simples, eliminando todos os lácteos da sua dieta. A sua história é parecida à de muitas outras mulheres. Sentiu o mesmo pânico quando lhe diagnosticaram cancro da mama e confiada no bem saber e fazer dos oncologistas submeteu-se a uma mastectomía e à irradiação dos ovários porque lhe disseram que assim provocava-se a menopausa, suprimia-se a produção de estrogénios e se poderia curar o cancro. Mas tudo resultou falso. De facto o cancro reproduziu-se até 4 vezes.

Sofri a amputação de uma mama, submeteram-me a radioterapia e a uma quimioterapia muito dolorosa. Vieram os mais eminentes especialistas do meu país mas no meu íntimo estava certa que estava enfrentando a morte.E estive quase a ponto de “atirar a toalha", conta a professora Plant no seu livro “Your life in your hands” (A Tua Vida Nas Tuas Mãos) onde relata a sua própria experiência e explica como chegou à ideia que acabou por salvar a sua vida:

Teve origem numa viajem de meu marido à China — conta na sua obra — comecei a pensar que a minha enfermidade era virtualmente inexistente em tal país. De facto só uma em cada 10.000 mulheres morre de cancro de mama na China enquanto que só no Reino Unido os números oficiais falam de uma em cada 12.

Então o meu marido — que também é cientista — e eu mesma, começámos a investigar sobre a forma de vida e alimentação dos orientais até que chegámos à ideia que me salvou a vida: as mulheres chinesas não tinham cancro da mama nem os homens desenvolviam tumores prostáticos porque são incapazes de tolerar o leite e, portanto, não o tomam. E mais, sabemos que os chineses são incapazes de compreender a preocupação ocidental por tomar leite de vaca.

Eles nunca o utilizam e muito menos para amamentar os seus bebés! E se pára para pensar, não pode ser uma simples casualidade que, mais de 70% da população mundial tenha sido incapaz de digerir a lactose. Hoje creio que a natureza tenta avisar-nos a tempo, de que estamos comendo um alimento errado.

Quando Jane Plant escreveu tudo isto, estava a fazer quimioterapia ao seu quinto tumor mamário. E foi então quando decidiu suprimir por completo a ingestão de lácteos, incluindo todos os alimentos que contêm algo de leite: Sopas, biscoitos, pastéis, margarinas, etc. E que sucedeu? — Em só uns dias - refere em seu livro — o tumor começou a encolher. Duas semanas depois da minha 2ª sessão de quimioterapia e uma semana depois de haver suprimido o leite e os seus derivados, o tumor começou a picar-me. Logo abrandou e começou a minguar. Umas seis semanas depois havia desaparecido.

De facto o meu oncologista, do Charing Cross — Hospital de Londres, no pôde reprimir um exclamar maravilhado:

“Não o encontro!” quando examinou a zona onde havia estado o tumor.

Pelo visto, não esperava que alguém com um cancro tão avançado — pois já havia invadido o meu sistema linfático — pudesse sobreviver.

Felizmente, aquele oncologista conseguiu superar o seu cepticismo inicial e na actualidade, recomenda uma dieta sem lácteos aos seus pacientes.

Convencida de que deixar de tomar lácteos era o que lhe havia salvado a vida, Jane Plant decidiu partilhar os seus conhecimentos e a sua experiência no livro antes mencionado. E de imediato, mais de 60 mulheres afligidas de cancro de mama se puseram em contacto com ela para pedir-lhe conselho.

E os seus tumores também desapareceram.

Ainda que não tenha sido fácil aceitar que uma substancia tão “natural” como o leite pudesse ter tais repercussões para a saúde —explica Plant — agora não tenho dúvida de que a relação entre os produtos lácteos e o cancro de mama é similar à que existe entre o tabaco e o cancro do pulmão.

Mas não só isso porque, por exemplo, já em 1989 o Dr. Daniel Cramer da Universidade de Harvard, determinou que estes produtos estão implicados na aparição do cancro dos ovários. E os dados sobre o cancro da próstata conduzem a conclusões similares. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS), afirma que o número de homens que padecem deste cancro na China, é de 0,5 por cada 10.000 enquanto que no Reino Unido o número é 70 vezes maior.

A chave está pois, sem dúvida, no consumo de lácteos.

Para a professora Plant o leite de vaca é um grande alimento... mas só para os bezerros! E afirma, convencida, que a natureza não o destinou para ser consumido por nenhuma outra espécie! De facto estou convencida —conclui — de que salvei a minha vida por deixar de consumir leite de vaca. Só desejo que a minha experiência possa servir a mais mulheres e homens que, sem o saberem, podem estar, ou virem a estar, enfermos por causa dos lácteos que consomem.

No seu livro, para além de detalhes da sua própria experiência e dados interessantes sobre as suas investigações acerca dos efeitos do leite de vaca sobre a nossa saúde, reconhecem-se uma série de recomendações nutricionais que se resumem em alimentar-se basicamente de leite de soja, chá de ervas, sementes de sésamo, tofú, nozes, muita fruta e verduras frescas.

Healing Hugs

Always, Jeannette

Saturday, 27 September 2008

Tratamento para a osteoporose reduz risco de cancro da mama


Imagem retirada de: :http://cancrodasmamas.blogs.sapo.pt/2008/01/

Tratamento para a osteoporose reduz risco de cancro da mama

O cancro da mama é um dos problemas mais temidos pelas mulheres. A necessidade de ser descoberto cedo é primordial para que a cura seja possível. Este tratamento é mais uma esperança!

As mulheres que se submetem a um tratamento com raloxifeno para combater a osteoporose pós-menopáusica, apresentam uma diminuição significativa do risco de cancro da mama, ao longo de quatro anos. Estes dados foram revelados numa edição recente do Breast Cancer Research and Treatment, no âmbito do estudo MORE (Multiple Outcomes of Raloxifene Evaluation).

Raloxifeno, um modulador selectivo dos receptores de estrogénio, desenvolvido pela Eli Lilly, é a única terapêutica aprovada pela União Europeia para o tratamento e prevenção da osteoporose em mulheres pós-menopáusicas e que está igualmente a ser estudado quanto à hipótese de redução do risco de cancro da mama nestas mulheres.

Os dados obtidos no âmbito do estudo MORE ao fim de 48 meses, demonstram uma redução na ordem dos 72% de novos diagnósticos de cancro da mama invasivo e de 84% de cancro da mama invasivo receptores de estrogénio positivos – o tipo de cancro mais frequente nas mulheres pós-menopáusicas. Estes dados representam as conclusões finais sobre cancro da mama obtidas neste ensaio- um estudo multi-centrico sobre osteoporose, no qual a redução do risco de cancro da mama era, à partida, um objectivo secundário.

As mulheres que participaram no MORE não tinham como condição factores de risco relacionados com cancro da mama. No estudo MORE, um total de 7 705 mulheres receberam doses de 60mg/dia, 120 mg/dia de raloxifeno ou placebo. As doentes realizaram regularmente mamografias durante o estudo e um conselho independente de oncologistas confirmaram os dados relativos ao cancro da mama.

Alguns aspectos a realçar: foram diagnosticados e confirmados 39 cancros da mama invasivos nas 2 576 mulheres do grupo de placebo, em comparação com 22 cancros nas 5 129 mulheres que tomaram raloxifeno. Este facto traduz-se numa redução de 72% no risco de cancro da mama invasivo no grupo de raloxifeno em comparação com o grupo de placebo. O grupo de placebo registou 31 cancros da mama invasivos estrogénio-positivos, em comparação com 10 cancros nos grupos sujeitos a raloxifeno, o que demonstra uma redução de 84% no risco de contrair este tipo de cancro.

"Não só as reduções do risco de cancro de mama são significativas, mas o tipo de cancro que o raloxifeno demonstrou reduzir neste estudo é um dos mais graves que afecta as mulheres pós-menopáusicas"- refere J. Rauley, principal autora do trabalho. O cancro de mama invasivo é considerado como sendo o cancro mais mortal para a mulher e o cancro de mama estrogeno-positivo é mais comum nas mulheres pós-menopáusicas.

O MORE, um estudo a longo prazo, controlado com placebo, para o tratamento da osteoporose, foi concluído em 1999 e contou com a participação de 7 705 mulheres em fase pós-menopáusica que sofriam de osteoporose. No seu todo, o MORE contribuiu para a divulgação de informação importante sobre a eficácia do raloxifeno na prevenção de fracturas, o seu perfil lipídico favorável e a segurança apresentada na mama e útero.

Fonte:
http://www.mulherportuguesa.com/content/view/2285/55/

Friday, 26 September 2008

Novos medicamentos para o tratamento do Cancro da Mama


Uma nova geração de substâncias promete sobrevivência prolongada após a doença. Combatem a reincidência do tumor e o aparecimento de novos no organismo.

Por Mariza Figueiredo

Há vida após o cancro. O número de pessoas a sobreviver ao diagnóstico desta doença nas suas mais variadas vertentes triplicou nos últimos 30 anos nos Estados Unidos. E dos 10 milhões de sobreviventes que hoje existem naquele país, 60 por cento são pessoas que venceram a batalha contra cancros da mama, próstata, cólon e aparelho ginecológico.

Entre os adultos diagnosticados com esta doença, estima-se que 64 por cento sobreviverá, pelo menos, cinco anos depois de constatada a sua existência, e a possibilidade de sobrevivência revela-se cada vez mais alargada. É o que indicam dados referidos pelo American Society of Clinical Oncology (ASCO), uma das mais respeitadas organizações internacionais no âmbito da Oncologia, que reúne cerca de 23 mil membros provenientes de mais de 100 países, e dita normas de procedimento no cuidado dos pacientes com cancro em todo o Mundo, além de desenvolver e apoiar investigação na área da prevenção, diagnóstico e tratamento deste mal. Esta realidade estende-se para além das fronteiras norte-americanas, apresentando valores semelhantes um pouco por todo o mundo ocidental.

Esta melhoria significativa nas expectativas de vida daqueles que, dia-a-dia, enfrentam a dura realidade do cancro ajuda a desmistificar a doença que, aos poucos, vai perdendo o seu cunho de fatalidade. Os especialistas mais entusiastas já conseguem prever, para um futuro não muito longínquo, a passagem do cancro para o grupo das doenças crónicas como a hipertensão ou a diabetes.

A prevenção, assim como os avanços tecnológicos – que permitem diagnósticos mais precisos, tratamentos cada vez menos agressivos, e que trazem ao mercado novas drogas –, são os grandes responsáveis por esta boa nova.
Mais novidades

O Encontro Anual da ASCO foi também palco para a apresentação de outros estudos. No campo do cancro da mama, estes foram alguns dos destaques:
Trastuzumab e quimioterapia – Cerca de um quarto dos cancros detectados na mama são positivos em HER2, gene envolvido no controle do crescimento das células, que leva a um crescimento acelerado do cancro e a um maior risco de disseminação pelo resto do organismo. Um estudo desenvolvido pelo North Central Cancer Treatment Group revelou que a combinação simultânea da quimioterapia com a substância trastuzumab, em vez da utilização sequencial destes tratamentos, mostrou ser mais eficaz na redução do risco de reincidência e do risco de morte.

Dieta pobre em gorduras – Um estudo levado a cabo junto de 2400 mulheres demonstrou que a alimentação pode ter um papel importante durante o tratamento padrão do cancro (cirurgia, radiação e quimioterapia ou terapia hormonal). Quando comparado com mulheres que mantiveram uma dieta normal, o grupo de mulheres pós-menopáusicas que se submeteram a uma dieta baixa em gorduras apresentou 24 por cento menos
risco de reincidência num período de cinco anos.
Os malefícios do álcool – De acordo com um estudo apresentado por investigadores do Dana-Farber Cancer Institute, do Brigham and Women’s Hospital e da Harvard School of Public Health, as mulheres pós-menopáusicas que consomem álcool, mesmo em quantidades reduzidas, podem estar sujeitas a um risco maior de virem a sofrer de cancro da mama.

Isto leva a uma nova atitude. Enquanto prevenção e investigação se mantêm na ordem do dia para que a expectativa de vida após um cancro seja cada vez maior, a sobrevivência e a qualidade de vida após a retirada do tumor ganham relevo entre as preocupações dos especialistas. Este foi um dos aspectos amplamente focados ao longo do Encontro Anual promovido pela ASCO, um impressionante evento que reuniu no primeiro semestre deste ano cerca de 25 mil especialistas de todo o Mundo e em que foram apresentados mais de três mil traba-lhos de investigação.

Entre as novidades apresentadas nesta ocasião, um dos destaques foi para um novo grupo de drogas denominado inibidores de aromatase, substâncias já conhecidas dos especialistas, mas que em estudos se têm revelado verdadeiramente eficazes na redução do risco de recorrência do cancro da mama e do surgimento de outros tumores no organismo das mulheres na pós-menopausa. A esperança de vida livre da doença torna-se, assim, uma realidade. Trata-se de um novo tipo de terapia hormonal que visa inibir os efeitos do estrogénio, um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento do cancro da mama. Cerca de 10 por cento das mulheres corre o risco de um dia vir a sofrer deste tipo de cancro da mama. E mais de dois terços destes cancros são do tipo estrogeno-sensitivos. São tumores que crescem “alimentados” pelo estrogénio que circula no organismo.

Após a menopausa, a produção desta hormona nos ovários é bastante reduzida. A sua presença no organismo da mulher deve-se então à transformação do androgénio em estrogénio, a qual é feita através de uma enzima denominado aromatase. Os inibidores de aromatase ligam-se a esta enzima e bloqueiam-na, impedindo a conversão de androgénio em estrogénio. Assim, este novo grupo de drogas foi apontado pela ASCO como sendo de grande interesse e indicado como terapia complementar para as mulheres pós-menopáusicas que foram diagnosticadas com cancro da mama na forma de tumores com receptores de estrogénio.

A terapia inicial envolve normalmente a cirurgia para remover o tumor e o tecido envolvente. Após a cirurgia, a terapia pode incluir radiação e/ou quimioterapia, seguida de um tratamento hormonal para os casos de tumores hormono-receptores, para evitar a reincidência do tumor ou o aparecimento de novos em outras partes do organismo. Durante décadas, esta terapia tem sido feita à base de uma substância denominada tamoxifen, com excelentes resultados. Os estudos que envolvem os inibidores de aromatase visam me-lhorar ainda mais os resultados nesta fase do tratamento.
Adeus passividade

De pacientes a doentes activas. Este é o desafio do futuro.
A atitude dos doentes face ao seu percurso desde o diagnóstico até ao controlo da sobrevivência tem ganho cada vez mais espaço em reuniões como a que foi promovida pela ASCO. São organizadas palestras específicas para associações de pacientes com o objectivo de informar e também de ouvir as suas principais preocupações.

Os pacientes são cada vez mais incentivados a defender os seus direitos, a controlar todas as etapas do seu tratamento e a revelar à equipa médica as suas necessidades ao longo de todo este percurso.

Os pacientes são desafiados a verem-se como parceiros dos seus especialistas em oncologia, em lugar de meros agentes passivos. O objectivo final é melhorar e humanizar os tratamentos, e promover uma melhor qualidade de vida.

O papel dos médicos como “defensores” (advocates) dos seus pacientes também tem sido estimulado. São desafiados a assegurar que os seus doentes, além do melhor tratamento possível, tenham acesso à informação, apoio e ajuda prática às suas necessidades.

Começa a haver também preocupação de proporcionar aos especialistas formação adequada para a relação com os doentes. É que ao longo das suas carreiras são levados por centenas ou mesmo milhares de vezes a dar notícias difíceis e lidar com temas sensíveis, o que nem todos estão preparados para fazer.
O letrozole é um destes inibidores de aromatase de terceira geração. Tem sido amplamente investigado pelo International Breast Cancer Study Group desde 1998, num estudo que envolveu oito mil mulheres a quem foram diagnosticados e tratados cancros da mama. De acordo com os resultados até agora apurados, o letrozole revelou ser mais eficaz que o tamoxifen, reduzindo o risco de reincidência em mais 19 por cento dos casos. E mesmo em relação às mulheres em que o risco de reincidência era maior – aquelas cujo cancro já tinha alastrado aos nódulos linfáticos por altura do diagnóstico ou que foram tratadas com quimioterapia –, a eficácia foi maior, com taxas de redução de risco de 29 e 30 por cento, respectivamente.

“Nesse estudo, não só investigámos qual a melhor droga – letrozole ou tamoxifen – mas também em como usá-las da melhor forma”, explicou à Máxima Beat Thürliman, um dos responsáveis pelo desenvolvimento do estudo. O objectivo era estabelecer qual a metodologia indicada: se a substituição do tamoxifen pelo letrozole ou a combinação de ambas as substâncias. Num artigo publicado recentemente no Journal of the National Cancer Institute, a ASCO indica a terapia com o letrozole após cinco anos de utilização do tamoxifen. “A maioria dos casos de reincidência entre as mulheres tratadas com o tamoxifen teve lugar ao fim de cinco anos de tratamento.
Mãos amigas

Em Portugal é possível contar com associações preparadas para orientar e também apoiar as mulheres com cancro da mama em todos os sentidos, desde o primeiro momento em que a doença é diagnosticada. Conheça algumas delas.


Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama http://www.apamcm.com.pt/

A sua acção centra-se no suporte terapêutico, na intervenção social e jurídica, na formação aos profissionais e na actividade lúdica/ocupacional das mulheres com cancro da mama.

Tem como objectivo possibilitar uma melhor qualidade de vida ao doente, permitindo-lhe usufruir dos seus direitos e deveres, tendo em vista a sua reintegração social e familiar, bem como estimular a sua participação num conjunto de serviços e actividades.

Esta associação oferece acesso gratuito ao atendimento e acompanhamento com vários profissionais: psicólogos, sexólogos, fisioterapeutas, enfermeiros, médicos, juristas e advogados. Oferecem também actividades lúdicas e ocupacionais como reiki, yoga, chi kung, pintura, informática e aulas de inglês. E a partir de 30 de Outubro disponibiliza uma linha SOS gratuita: 800 102 122.

Associação Viva Mulher Viva
www.vivamulherviva.cjb.net


Nasceu na Consulta Multidisciplinar de Cirurgia da Mama do Hospital São José da necessidade de dar voz às necessidades das pacientes e sua família, de melhorar a comunicação entre pacientes, familiares e profissionais. Tem como principal objectivo o bem-estar e a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares ao longo de todas as fases da doença e tratamento. O que faz estabelecendo a ligação das doentes com outras mulheres na mesma situação ou que tenham superado o cancro, com profissionais de diversas áreas de apoio, para assegurar apoio psicossocial ao longo de todo o processo de doença.

Liga Portuguesa Contra o Cancro

http://www.ligacontracancro.pt/

Esta associação cultural e de serviço social está voltada para todos os doentes oncológicos, oferecendo apoio específico para cada tipo de cancro. Promove a prevenção primária e secundária do cancro, o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico e a formação e investigação em oncologia. Entre outras finalidades, destacam-se: divulgar informação sobre o cancro e a promoção da educação para a saúde, privilegiando a prevenção; contribuir para o apoio social e a humanização da assistência ao doente oncológico; a cooperação com instituições envolvidas na área da oncologia, nomeadamente com os Centros do Instituto Português de Oncologia de Francisco Gentil; o estabelecimento e manutenção de relações com Instituições congéneres, nacionais e estrangeiras.


O estudo provou que a utilização do letrozole nos cinco anos subsequentes mostrou ser capaz de reduzir por mais tempo o risco de reincidências.” E a preocupação agora é mesmo essa: depois de assegurar a retirada do cancro, garantir um período cada vez maior livre da doença. E que este período seja vivido com qualidade.

A utilização do letrozole, no entanto, não é indicada para pacientes com osteoporose moderada ou grave, assim como para alguns casos de mulheres com problemas cardiovasculares.

Fonte:
www.maxima.pt/1105/corpo/100.shtml

Prevenção do Cancro da Mama


Nota de Patrícia Pilar à imprensa 17 de Fevereiro de 2008

“Eu tive uma forma rara de cancro da mama, que está no exterior da mama, no mamilo ou auréola, surge com uma vermelhidão que depois se torna uma lesão com bordas com crostas.

Eu nunca teria suspeitado que fosse um cancro da mama, mas era...

O meu mamilo nunca pareceu diferente para mim, mas a vermelhidão incomodou, por isso eu fui ao consultório do meu médico.

Às vezes fazia comichão e doía, mas outras vezes não atrapalhava.

Era só feio e incómodo, e não desaparecia com todos os cremes prescritos pelo dermatologista, como a dermatite nos olhos que tive antes disso.

Aí fui ao consultório para ser examinada. Eles pareciam um pouco preocupados, mas não me avisaram que poderia ser cancro.

Agora suspeito que não haja muitas mulheres por aí que saibam que uma lesão ou vermelhidão no mamilo ou auréola pode ser cancro da mama.

Estes são os sintomas:

- O meu começou como uma simples pápula (espinha) na auréola.
- Um dos maiores problemas com a Doença de Paget do mamilo é que os sintomas parecem inofensivos.
- Pensa-se frequentemente que é uma inflamação ou infecção de pele, levando a indesejáveis adiamentos na detenção e tratamento.

Os sintomas incluem:

- Uma persistente vermelhidão e crostas no seu mamilo levando a ter comichão e a provocar uma sensação de queimadura (como falei, o meu não coçou ou ardeu, mas tive uma crosta na borda externa de um dos lados).
- Uma dor no seu mamilo que não diminui (a minha era na área da auréola com uma área grossa e esbranquiçada no centro de meu mamilo).
- Geralmente só um mamilo é afectado. <

Como é diagnosticado:
O seu médico fará um exame físico, e pedirá uma mamografia bilateral imediatamente.
Apesar da vermelhidão, inchaço e crosta parecerem dermatite (inflamação da pele), o seu médico deve suspeitar de cancro se a lesão for em apenas uma mama.

O seu médico deverá pedir uma biopsia na sua lesão para confirmar o que está a acontecer.
Se o Cancro for só no mamilo e não na mama, o seu médico pode recomendar retirar só o mamilo e o tecido ao redor, ou sugerir radioterapia.

Se o médico cuidasse do meu rapidamente ao invés de ter tratado como dermatite, talvez pudessem salvar a minha mama e a doença não iria para meus nódulos linfáticos.


NOTA:
Esta mensagem deve ser levada a sério e repassada para tantas amigas quanto possível.
O meu cancro da mama espalhou-se e metastatizou para os meus ossos, isso depois de receber mega doses de quimioterapia, 28 tratamentos de radioterapia e tomar Tomoxipan.

Talvez se eu soubesse dessa doença anteriormente, ela não teria se espalhado.

Tentei relatar o meu caso num programa de TV, mas não houve interesse sobre esse tema.

DIVULGUE ESTA MENSAGEM A TODAS AS MULHERES COM QUE VOCÊ SE PREOCUPA E PARA OS HOMENS QUE VOCÊ CONHECE E QUE AMAM AS MULHERES QUE EXISTEM NAS SUAS VIDAS, PARA QUE POSSAM TAMBÉM AJUDÁ-LAS NO COMBATE CONTRA O CANCRO DA MAMA.

Wednesday, 27 August 2008

30 Dicas para retardar o envelhecimento


30 DICAS PARA RETARDAR O ENVELHECIMENTO!!!

Sabe-se que o envelhecimento é um processo biológico que pode ser controlado. Há uma série de estudos afirmando que um estilo de vida saudável é uma das chaves da longevidade.
Confira alguns deles:

1. CASE-SE.

Segundo um estudo publicado no Health Psychology Journal, dos Estados Unidos, as pessoas que se mantêm em longas e bem-sucedidas uniões têm uma expectativa de vida maior em comparação àquelas que se casam novamente ou terminam a vida divorciadas (desde que estejam juntas por amor e não por aparência, conveniência ou obrigação social ).

2. EXPRESSE AS SUAS EMOÇÕES.

De acordo com o Journal of Clinical Psychology, da Inglaterra, aqueles que manifestam as suas emoções por meio de alguma actividade artística, como cantar, escrever e pintar, são mais saudáveis do que as pessoas que não o fazem.

3. TENHA HORÁRIOS.
Evite a prática de exercícios entre as 11h. da manhã e a 13h. da tarde, principalmente em lugares reconhecidamente poluídos. É quando a produção de adrenalina atinge o seu pico. O sangue fica mais grosso do que o normal, a pressão arterial sobe e o batimento cardíaco eleva-se. Durante essas duas horas, é maior a probabilidade de uma placa de gordura se romper um vaso, o que pode provocar um derrame cerebral ou enfarte no coração.

4. SEJA SOLIDÁRIO.
Segundo um estudo publicado na revista Psychology Science, dar apoio físico ou emocional a outras pessoas reduz em até 60% o risco de morte prematura no idoso.

5. PREFIRA AS COMÉDIAS.

O riso espontâneo promove a dilatação dos vasos e melhora o fluxo sanguíneo. Também reduz os níveis de adrenalina e cortisol no sangue e aumenta a liberação de endorfinas, hormonas ligadas às sensações de bem-estar e prazer. Quer mais? Ainda emagrece. Estudos da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, concluíram que dar boas risadas por um período de dez a quinze minutos faz uma pessoa queimar, em média, 50 calorias.

6. USE O FIO DENTAL.
De acordo com pesquisadores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, a inflamação bacteriana da gengiva, causada pelo acumulo de resíduos alimentares entre os dentes, aumenta em 72% o risco de doença cardiovascular.

7. IMITE OS BRITÂNICOS.
Ser pontual é bom, mas beber chá é ainda melhor. De acordo com o jornal Phytotherapy Research, o hábito cultivado pelos ingleses pode ajudar no combate à doença de Alzheimer. Estudos indicam também que o consumo de chá reduz os riscos de cancro. O chá verde é o que promete maiores benefícios.

8. LARGUE O CIGARRO.
Fumadores regulares vivem, em média, dez anos menos do que um não-fumador. Cerca de 90% dos casos de cancro é nos pulmões, a neoplasia que mais mata , está relacionada ao tabagismo.

9. TENHA FÉ (Crer não é ter fé cega ).
Segundo o International Journal of Psychiatry and Medicine, ter uma crença forte em algo ajuda a combater o stress e problemas emocionais.

10. BEBA COM MODERAÇÃO.
Estudos mostram que o consumo diário de até duas taças de vinho deve fazer parte da receita para uma vida longa. Até a cerveja, quando consumida moderadamente, pode trazer benefícios à saúde, apontam pesquisas recentes. (CUIDADO, HEIN!!!)

11. COMA MENOS.
Nos Estados Unidos, um estudo comparou cinquentões que viviam de dieta com outros que consumiam, em média, 2000 calorias por dia. A conclusão foi que o primeiro grupo teve uma expectativa de vida cerca de 30% maior, além de aparentar ser mais jovem do que os congéneres da mesma idade.

12. MORE PERTO DE UM PARQUE.
Um estudo realizado por pesquisadores japoneses concluiu que a expectativa de vida dos idosos que moram próximo a áreas verdes é maior do que a daqueles que vivem cercados de arranha-céus.

13. COMA VEGETAIS VERDES.

Vegetais verde-escuros, como espinafre, rúcula e brócolos, são ricos em ácido fólico, uma substância que ajuda a manter a integridade do ADN.•

14. MANTENHA A MENTE ACTIVA.
Pesquisas mostram que a doença de Alzheimer tem uma maior incidência entre as pessoas com baixo nível de instrução.
Estudo publicado no New England Journal of Medicine relaciona a leitura, os jogos de cartas e de tabuleiro e as palavras cruzadas com a redução do risco de demência em pessoas com mais de 75 anos.

15. TOME VITAMINAS.
Cápsulas de vitamina C são as mais indicadas. O seu consumo ajuda a prevenir a degeneração macular, que afecta 3 milhões de brasileiros e é a maior causa de cegueira em pessoas com mais de 50 anos.
Consulte o seu médico sobre a dosagem.

16. CURTA O CHOCOLATE.
Em pequenas quantidades, ele pode ser benéfico à saúde. Segundo estudo do King's College, de Londres, a quantidade de flavonóides encontrada em 50 gramas de chocolate é equivalente à de seis maçãs, duas taças de vinho ou sete cebolas. Os flavonóides têm sido apontados como importantes armas no combate aos radicais livres.

17. DÊ PREFERÊNCIA AOS PESCADOS.

Peixes de água profunda, como salmão e anchova, são ricos em ómega 3. Esse poderoso antioxidante, segundo o jornal da Associação Médica Americana, pode reduzir em até 81% o risco de morte súbita no homem.

18. FAÇA SEXO.

A actividade sexual traz sensações de prazer e bem-estar, combate o stress, aumenta a auto-estima e ainda queima calorias. Estudos mostram que as pessoas sexualmente activas são mais saudáveis. Segundo a OMS, o sexo é um dos quatro pilares da qualidade de vida, ao lado do prazer no trabalho, da harmonia familiar e do lazer.

19. SEJA OPTIMISTA.
Após dez anos estudando como a personalidade de uma pessoa pode influir no aumento ou na diminuição da expectativa de vida, pesquisadores holandeses concluíram que ter uma atitude positiva pode diminuir em até 55% o risco de morte prematura.

20. NÃO PULE O CAFÉ-DA-MANHÃ.

Pesquisa do Instituto de Gerontologia da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, averiguou que os centenários não costumam dispensar a primeira refeição do dia.

21. TENHA UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO.
O conselho foi seguido por operadores da bolsa de valores de Nova York, avaliados num estudo. Foi tão eficaz no combate ao stress que metade deles suspendeu o uso de medicamentos contra a hipertensão. Quem tem um bichinho em casa vai ao médico com menor frequência, afirmam pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

22. REDUZA O SAL.
Essa medida é importante no tratamento e na prevenção da hipertensão arterial, um dos factores de risco para doença cardiovascular.
Evite mais de 6 gramas por dia, o equivalente a uma colher de chá.

23. INVISTA EM CULTURA.
Depois de acompanhar 12 000 pessoas por nove anos, pesquisadores suecos observaram que, em média, as hipóteses de uma pessoa alcançar a longevidade foram 36% maiores naquelas que cultivavam o hábito de realizar programas culturais, como visitar galerias de arte, assistir a peças de teatro e frequentar concertos musicais.

24. SINTA-SE EM CAPRI
.
Está provado que uma dieta mediterrânea, rica em vegetais, peixes e azeite de oliva, pode afastar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade, capazes de encurtar a vida em até dez anos. A pesquisa foi feita com 1 507 homens e 832 mulheres, entre 70 e 90 anos, em onze países europeus.

25. ABUSE DO MOLHO DE TOMATE. (Não industrializado)
Pesquisas conduzidas pelo médico americano Michael Roizen, autor do livro Idade Verdadeira e fundador do Real Age Institute, um dos mais respeitados centros de estudo da saúde e do metabolismo humano, mostram que dez colheres de molho de tomate ingeridas semanalmente podem reduzir pela metade o risco de ocorrência de onze tipos de câncer. O tomate é rico em licopeno, um antioxidante encontrado nos vegetais vermelhos.

26. DURMA BEM. Estudos sugerem que a falta de sono crónica pode ter um impacto negativo nas funções metabólicas e endócrinas. Quando se dorme menos de cinco horas, há um desequilíbrio no metabolismo.

27. CONTE ATÉ CINCO.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, esse é o número mínimo de porções de frutas e vegetais que uma pessoa deve comer por dia. A OMS defende que uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas, fibras e minerais pode reduzir em até 40% o risco de cancro.

28. VÁ AO OFTALMOLOGISTA.
Depois dos 50 anos, a chamada vista cansada torna-se ainda mais comum. Com a idade, também aumentam os riscos de glaucoma e catarata. Além disso, alterações de fundo de olho podem indicar a presença de diabetes e hipertensão.

29. MODERAÇÃO COM A CARNE VERMELHA.
Pesquisa sobre hábitos alimentares em dez países europeus concluiu que o consumo diário de carne vermelha aumenta o risco de cancro do intestino em até 35%. Mas não a evite.
Proteínas são essenciais para quem faz actividade física regularmente, não só porque dão resistência mas também porque ajudam a tornear os músculos.

30. MOVA-SE.
De acordo com a Associação Americana do Coração, o sedentarismo, por si só, aumenta o risco de doença coronária em, pelo menos, uma vez e meia.
Exercícios diários moderados ajudam a aumentar o tempo de vida em até seis anos.

Fonte:
Revista Psychology Science, Journal of Clinical Psychology, Universidade Vanderbilt, Universidade Harvard, Associação Médica Americana, International Journal of Psychiatry, Phytotherapy Research, New England Journal of Medicine, Journal of the American Medical Association, King´s College, Universidade de Cambridge, Federação Mundial de Cardiologia e Organização Mundial de Saúde, RealAge Institute, Universidade da Geórgia e Universidade de Loma. --- Adriani F. Zadrozny Psicóloga

Monday, 14 July 2008

Pé-de-atleta



O pé-de-atleta é uma micose causada por fungos do género Epidermphyton. Este fungo é um microorganismo capaz de, em condições ideais para se proliferar, causar infecções.
Os fungos desenvolvem-se em todo o tipo de ambientes, porém mais ainda em lugares onde existe pouca ou nenhuma luz, bastante humidade e matéria orgânica morta.
O pé-de-atleta é uma infecção extremamente comum, que ataca mais homens do que mulheres, em geral adultos e é cientificamente chamado de Tinea pedis.
Ele pode incidir na pele e nas unhas, na região dos pés, sendo mais acentuado entre os dedos dos pés e de tratamento mais prolongado quando atinge as unhas.
Quando os fungos que causam o pé-de-atleta (os Epidermphyton) entram em contacto com a pele dos pés, particularmente nos vãos dos dedos, que é a região normalmente mais abafada e mais húmida, surge uma reacção no tecido de modo a combater os efeitos do agente nocivo. O pé-de-atleta, além do desconforto, causa problemas estéticos nos pés. Assim, os pés reclamam quando as unhas se tornam queratinosas e fracas, às vezes curvas, ou quando, por entre os dedos, surgem feridas que causam uma impressão de falta de cuidados ou de higiene.

As feridas podem surgir desde uma pele vermelha que se descama até pequenas bolhas e um formato esbranquiçado da pele, com leves tons cinza, típicos de fungo (de aparência semelhante à casca da laranja contaminada por fungos).
Os pés também reclamam quando começam a sofrer pruridos, ou quando, depois de avançada a micose, são obrigados a esconderem-se dentro dos sapatos quando a pessoa sai à rua.
Os pés não servem apenas para sustentação do nosso corpo, mas também para nossa locomoção e são umas das formas de apresentação no convívio social. Pés bem tratados exibem-se sem reclamar e, para isso, há que se ter os cuidados necessários.
Entre os mais comuns factores de risco estão o uso de sapatos fechados e de meias sintéticas, uma má higiene dos pés, o acto de andar descalço em balneários ou nas piscinas e o stress, que ao tornar mais vulnerável o nosso sistema imunitário, aumenta a facilidade da infecção.
Assim, e mais uma vez, a prevenção revela-se fundamental para evitar esta desagradável infecção. Entre os comportamentos preventivos a adoptar podem ser referidos:

- Lavar bem os pés e enxugar principalmente no espaço entre os dedos.

- Procurar um dermatologista caso se verifique algum sintoma de descamação, dor sob as unhas ou aparência de ‘bolor’ nos espaços entre os dedos do pé.

- Iniciar o tratamento o mais rápido possível após a constatação de pé-de-atleta, lembrando que uma infecção, se mal cuidada, pode desenvolver outras doenças.

- Limpar os sapatos por dentro, usando desinfectante diluído ou álcool, deixando-o secar bem antes de calçar.

- Não usar meias de fios sintéticos, preferindo as de algodão, que são permeáveis.

- Andar o maior tempo possível descalço, dentro de casa, e usar chinelos quando em espaços públicos como piscinas, praias e locais húmidos de grande afluência de pessoas.

O tratamento, geralmente, é feito com pós e cremes antifúngicos, de aplicação local. Se o problema estiver muito acentuado, o médico pode receitar um antimicótico via oral.

Tratamentos

Aromaterapia

Os óleos essenciais antifúngicos mais indicados são os de alfazema, mirra e melaleuca (tea trea); todos eles não só atacam directamente a infecção como também acalmam e cicatrizam. Inicialmente podem ser mais bem aplicados dissolvidos num pouco de álcool puro, a 2-3% de diluição, ou mesmo usados puros, espalhados sobre a pele húmida e infectada; quando a pele estiver mais seca, podem então ser incorporados num creme de base, a 3% de diluição.
Outra base que pode servir é o azeite, que, já por si, parece possuir alguma actividade antifúngica. O óleo de calêndula, ou malmequer tem propriedades terapêuticas e também pode servir de base. Na fase inicial, ajuda fazer um banho de pés com 10 gotas de um dos óleos essenciais mencionados, mas é importante que os pés sejam depois bem enxugados e mantidos ao ar livre o mais frequentemente possível.

Fitoterapia
Aplicadas externamente as tinturas de calêndula (Calendula officinalis) ou mirra (Commiphora molmol) são fortemente anti-fúngicas; deixe a aplicação secar na pele. Se a pele estiver muito húmida, estas duas plantas podem ser aplicadas em pó, se houver, seco ou misturado com pó de talco sem perfume.
A infecção alastrada ou recorrente também pode exigir remédios internos para activar o sistema imunológico - consuma alho (Allium sativa) regularmente, tanto na comida como, eventualmente, em cápsulas; algumas doses de estróbilo (Echinacea angustifolia ou E. purpurea), sob a forma de infusão, tintura ou em comprimidos podem ajudar.

Homeopatia
Os homeopatas também devem recomendar a Calêndula como tratamento local, primeiro a tintura e depois, talvez, o óleo ou uma pomada. Os remédios internos vão depender da natureza da doença - por exemplo, se a zona estiver húmida e a supurar, poderá ter de se escolher Hepar sulfur, Merc sol, Silica ou Sulphur, entre outros, pelo que é mais aconselhável consultar um homeopata habilitado.

Naturopatia
A primeira medida a tomar é assegurar que a região afectada se mantenha seca e o mais bem ventilada possível, na medida em que os fungos responsáveis adoram ambientes quentes e húmidos. Use meias e roupa interior de algodão, mudando todos os dias. O ideal será evitar usar ténis e usar sapatos de pele. Lave os pés e outras zonas afectadas pelo menos uma vez por dia, secando depois muito bem, sem esfregar e aquecer a pele. Utilize pó de talco para ajudar a manter os pés secos. Lave a roupa interior com água bastante quente; os fungos são capazes de sobreviver aos programas de lavagem a baixas temperaturas. Não partilhe toalhas nem calças porque a infecção pode transmitir-se através de contacto físico. Aos banhos de pés podem juntar-se 10-20mL de vinagra de cidra, para um efeito antifúngico mais forte.

Thursday, 19 June 2008

Uma agulha pode salvar uma vítima de derrame


Medicina Tradicional Chinesa
Uma agulha pode salvar uma vítima de derrame ???
Uma agulha pode salvar a vida dum paciente com principios de derrame....dito por uma professora chinesa
Guarde uma seringa ou uma agulha para fazer isto - é um método inconvencional para recuperar alguém de um derrame.
Quando um derrame estiver a ocorrer fique calmo.
Independentemente de onde a vitima estiver, não o/a mova de lugar.
Quando o derrame acontece, as veias capilares no cérebro vão-se gradualmente rompendo - (Irene Li)
Se a pessoa for movida os capilares vão se romper.
Ajude a vitima a ficar de pé para prevenir que ela/ele volte a cair e o derrame comece de novo. Se tiver na sua casa uma seringa melhor.
Se não tiver, pode usar uma agulha de costura ou um alfinete estreito.

1. Aqueça a agulha/ alfinete para esterilizar e depois dê uma alfinetada em todos os dedos das mãos do paciente começando pelo dedo médio.

2. Existem pontos específicos nos dedos para a acupunctura, mas pode picar 1 milímetro perto da unha.

3. Pique até o sangue começar sair.

4. Se o sangue não começar a sair, então aperte com os dedos.

5. Quando todos os dedos começarem a sangrar, espere alguns minutos e depois puxe as orelhas do paciente até ficarem vermelhas.

6. Pique cada um dos lóbulos das orelhas até começar a sair uma gota de sangue de cada lóbulo.

Depois de alguns minutos a pessoa começará a recuperar os sentidos.
Espere até que recupere o estado normal e leve-o para o hospital.
Se for levado à pressa para o hospital, a viagem turbulenta vai fazer com que os vasos capilares no cérebro se rompam.
Irene Li diz o seguinte. "Eu aprendi a tirar gotas de sangue para salvar vidas através de um médico de medicina tradicional chinesa. Ele chama-se Ha Bu Ting.

Mais tarde tive experiência pratica sobre o assunto e posso dizer que este método é 100% eficaz.
Em 1979, eu era professora no colégio de Fung Gaap em Tai Chung. Uma tarde, um outro professor veio correrendo para a minha sala e disse "Sra. Liu, venha rápido, o nosso supervisor teve um derrame!
" Eu fui imediatamente para o 3º andar. O Sr. Chen Fu Tien estava pálido, o seu discurso era feito através de sussurros, a boca torta - sintomas de um derrame.
Imediatamente pedi a um dos estudantes para ir a uma farmácia comprar uma seringa, que usei para picar o Sr. Chen em todos os dedos.
Quando todos os dedos estavam a sangrar (cada um dos dedos com uma gota de sangue do tamanho de uma ervilha), o Sr. Chen começou a recuperar a sua cor.
Mas a boca continuava torta.
Então, eu puxei as orelhas dele para enche-las de sangue.
Quando as orelhas dele começaram a ficar vermelhas, eu piquei o lóbulo da orelha direita por 2 vezes para saírem duas gotas de sangue. E depois o lóbulo da orelha esquerda.
Dentro de 3 a 5 minutos o formato da boca voltou ao normal e a sua maneira de falar tornou-se clara. Nós o deixamos descansar algum tempo e o l evamos para o hospital.
Ele ficou lá em repouso por uma noite e no dia seguinte deram alta para dar aula.

Tudo correu normalmente. Não apareceu nenhuma doença derivada do primeiro Socorro que lhe foi aplicado.
Por outro lado, normalmente as vitimas de derrame sofrem danos irreparáveis nos capilares do cérebro durante o percurso para o Hospital. Como resultado essas vitimas nunca se recuperam." Por isso, o derrame é a segunda maior causa de morte.
Os que têm sorte podem sobreviver, mas ficam paralíticos para toda a vida.
È coisa horrível de acontecer na vida de alguém.