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Saturday, 27 June 2009

Caneleira (Cinnamomum zeylanicum Nees.)


Família: Lauráceas

Nomes vulgares: Caneleira, caneleira-da-índia, caneleira-de-ceilão, cinamomo e pau-canela Brasil: Cinamomo.

Outros Idiomas: Cinnamomi (latim), Cinnamon (inglês), Canela (espanhol), Cannelle (francês), Cannella (italiano) e Zimt (alemão).

Habitat e distribuição: Originária do Ceilão, da Birmânia e da Índia, foi depois introduzida nas ilhas do oceano Índico e sudeste da Índia,o Sri Lanka é o maior exportador.

Partes utilizadas: Óleo essencial e casca desidratada.

Constituintes: Acetato de eugenol, ácido cinâmico, açúcares, aldeído benzênico, aldeído cinâmico, aldeído cumínico, benzonato de benzil, cimeno, cineol, elegeno, eugenol, felandreno, furol, goma, linalol, metilacetona, mucilagem, oxalato de cálcio, pineno, resina, sacarose, tanino e vanilina.

Propriedades: Aromática, estimulante da circulação, do coração e aumenta a pressão. Provoca a contracção de músculos e do útero, por isso é emenagoga (regula o fluxo menstrual).

Propriedades Medicinais: Adstringente, afrodisíaca, anti-séptica, aperitiva, aromática, carminativa, digestiva, estimulante, hipertensora, sedativa, tónica e vasodilatadora.
Usos Etnomédicos e Médicos: Como digestiva, carminativa, aperitivo, estimulante das secreções digestivas, antiespasmódica, colites, nas diarreias infantis; na dismenorreia; asma e gripe. Externamente nas estomatites e micoses cutâneas.
Principais indicações: Como aperitiva e eupéptica (bom digestivo). Coriza (rinite) e síndromes gripais acompanhadas de inflamação orofaringe e das vias respiratórias, como antibacteriana.

Contra indicações: Não administrar por via oral, nem topicamente, o óleo essencial a crianças menores de seis anos, nem a pessoas com alergias respiratórias ou com hipersensibilidade a este ou outros produtos aromáticos. Não empregar ao mesmo tempo a baunilha nem o bálsamo-do-perú. Não usar em caso de úlcera gástrica, ou intestinal, nem durante a gravidez. Pode irritar as mucosas por uso excessivo.
Precauções: Topicamente: O óleo essencial pode originar dermatites por contacto, irritações das mucosas ou reacções alérgicas. Internamente, em doses elevadas, pode produzir alterações nervosas.

Efeitos Secundários e Toxicidade: Dermatites nas mãos dos pasteleiros atribuídas ao aldeído cinâmico. Gomas aromatizadas com canela pode originar dermatites periorais.
Aromaterapia: O óleo essencial é usado em dores articulares, reumatismo, cãibras, etc. É anti-inflamatório e analgésico.



História: A canela é uma árvore originária do Ceilão, da Birmânia e da Índia e conhecida há mais de 2500 anos a.C. pelos chineses. Seu nome científico, "cinnamomum", segundo referências, é derivado da palavra indonésia "kayu manis", que significa "madeira doce". Mais tarde, recebeu o nome hebreu "quinnamon", que evoluiu para o grego "kinnamon".
A canela era a especiaria mais procurada na Europa e seu comércio era muito lucrativo. O monopólio do comércio da canela esteve nas mãos dos portugueses no século XVI, passou para os holandeses, com a Companhia das Índias Orientais, quando esses expulsaram em 1656 os portugueses do Ceilão, e depois, passou para as mãos dos ingleses, a partir de 1796, quando esses ocuparam essa ilha. As canelas são algumas das espécies mais antigas conhecidas pela humanidade.
A mais difundida é a Cinnamomum zeylanicum, originária do Ceilão, actual Sri Lanka. Outras, entretanto, como a Cássia (Cinnamomum cassia), chamada de falsa-canela e conhecida como canela-da-china, também têm importância económica. Esta espécie é uma Laurácea arbórea muito cultivada nas províncias do sudoeste da China.
As partes mais úteis das canelas são o córtex dissecado (casca) e o óleo. O óleo é obtido das folhas por destilação, por arraste a vapor.
O seu principal constituinte é o aldeído cinâmico, cujo teor pode ser superior a 80%.
Considerada símbolo da sabedoria, a canela foi usada na Antiguidade pelos gregos, romanos e hebreus para aromatizar o vinho e com fins religiosos na Índia e na China. Entre as muitas histórias da canela, conta-se que o imperador Nero depois de matar com um pontapé a sua esposa Popea, tomado de remorsos ordenou a construção de uma enorme pira para cremá-la. Nessa pira foi queimada uma quantidade de canela suficiente para o consumo, durante 1 ano, de toda a cidade de Roma!
Mesmo sem a importância que teve no passado e não sendo mais motivo de lutas entre os povos, a canela continua indispensável, como tempero na culinária moderna.

Lendas e Mitos: A canela é mencionada até em passagens bíblicas. No Livro dos Provérbios da Sagrada Escritura, por muitos atribuído a Salomão, no versículo "As Seduções da Adúltera", é feita a seguinte referência à canela:"Adornei a minha cama com cobertas, com colchas bordadas de linho do Egipto. Perfumei o meu leito com mirra, alóes e cinamomo ...Vem ! Embriaguemo-nos de amor até ao amanhecer. Porque o meu marido não está em casa; Que o teu coração não se deixe arrastar pelos caminhos dessa mulher,A sua casa é o caminho para a sepultura, Que conduz à mansão da morte".

Remédios caseiros
Anemia: Elixir - Em 1 litro de Marsala da melhor qualidade colocar em maceração por 5 dias, 10gr de Canela, 30gr de Quina e 50gr de Centáurea. Filtrar o líquido e consumi-lo em cálices pequenos antes de cada refeição.

Debilidade: Elixir – Em 1 litro de Vinho Marsala, macerar por 24 horas, 25gr de casca de Canela e 10gr de Hortelã fresca, filtrar o líquido e colocá-lo numa garrafa e consumi-lo em cálices cada vez que se sentir fraco ou cansado.
Estômago (Atonia gástrica) – Tintura – Macerar por 24 horas, 50gr de casca de Canela, esmiuçada em ¼ de litro de álcool a 60º. Filtre o líquido e coloque-o numa garrafa. Administrá-lo em colheres antes das refeições.

Vinho digestivo: Em 1 litro de vinho branco de boa qualidade, macerar por uma semana os seguintes ingredientes: 10gr de casca de Canela, 30gr de casca de Quina, 20gr de raiz de Genciana, 10gr de semente de Anis, 50gr de açúcar, 1 envelope pequeno de Baunilha, os ingredientes devem ser esmiuçados, antes de serem colocados no vinho. Filtrar o líquido vertê-lo numa garrafa e conservá-lo em local fresco. A dose é um cálice pequeno.

Gripe: - Infusão - Numa chávena de água fervente colocar, 5gr de casca de Canela, 5gr de Eucalipto, 10gr de Alcaçuz, deixar em infusão por 10 minutos, filtrar o líquido e bebe-lo bem açucarado.

Ponche de chá: - Colocar água quente num recipiente, adicionar à quantidade de chá necessária, um pedacinho de casca de Canela e um cálice pequeno de Aguardente de Cana. Deixar em infusão por 10 minutos.

Vinho Brule: Ferver por 3 minutos em 200gr de Vinho Tinto forte 5gr de Canela e 3 Cravos-da-índia, coar, adoçar e beber em seguida.
Reconstituinte: - Vinho Medicinal – Num litro de Vinho Marsala de boa qualidade, macerar por 12 horas, 40gr de casca de Canela, 30gr de casca de Quina. Filtrar e colocar em uma garrafa. Tomar um cálice pequeno antes das refeições.

Saturday, 10 January 2009

Alecrim (Rosmarius officialis L.)


Alecrim
Rosmarius officialis L.


Família:
Lamiáceas (Labiadas)

Nomes vulgares:
Alecrim-da-terra, alecrinzeiro ,alicrizeiro. Brasil: Alecrim-do-jardim, alecrim-da-horta, alecrim-rosmaninho, alecrim-do-sul, erva-coroada, erva-da-recordação, flor-do-olimpo, rosmarino.

Planeta:
Sol

Habitat e distribuição:
Arbusto vivaz da zona europeia mediterrânica, cresce em solos secos e pobres, principalmente calcários. Encontra-se em charneiras e pinhais do Centro e Sul do Continente. É muito cultivado.

Origem:
A sua origem remonta às praias do Mediterrâneo. O nome rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar. Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Foi companheiro dos portugueses nas Entradas e Bandeiras. Antigamente, queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.


Partes utilizadas:

Folhas, flores e óleo essencial.

Constituintes:
Óleos essenciais, ácidos orgânicos, heterósidos, saponósidos, colina, taninos, princípios amargos, flavonóides

Propriedades:
Anti-séptico, antiespasmódico, colagogo, diurético, estimulante, estomáquico e tónico.

Propriedades Terapêuticas:
Bom para os rins e vesícula e equilíbrio da pressão arterial, auxiliando a boa circulação; auxilia nos estados de depressão, dores reumáticas, digestão, facilita a menstruação, combate gota, icterícia é anti-séptico, sedativo, fortalece a memória.
Bochechos de infusão são recomendados para aliviar aftas, estomatites e gengivites.
Asma: fumo de alecrim (reduzir a pedaços pequenos as folhas secas. Fazer cigarro e fumar quando ameaçar ataque de asma).
Reumatismo, eczemas e contusões: folhas cozidas no vinho usadas externamente.
Anti-séptico bucal: infusão comum.
Cicatrizante de feridas e tumores: folhas secas reduzidas a pó ou sumo.

Propriedades Cosméticas:

Vinagre de alecrim ou chá bem forte no cabelo depois de lavado estimula a saúde dos folículos capilares e evita a calvície; Champô para fortificar. Na pele, restabelece o ph natural (é ligeiramente adstringente).
O Óleo de alecrim é bom para passar no corpo após o banho.

Creme de alecrim para lábios sensíveis:
1 colher (de café) de manteiga de cacau, 1/3 de colher (de café) de glicerina, essência de alecrim. Derreta a manteiga, misture a glicerina e o alecrim. Impede rachadura dos lábios ou irritação dos mesmos.

Tónico facial de alecrim:
5 chávena de água, 1 maço de alecrim, 1/2 dose de conhaque. Ferver o alecrim na mistura de água e conhaque por 15 minutos. Filtre e conserve em vidro escuro. Para pele precocemente envelhecida: 50 gramas de alecrim em infusão em 1 litro de água por 10 minutos. Coe e faça compressa no rosto após a limpeza.

Usos Etnomédicos e Médicos:

Internamente: Como normalizador das perturbações digestivas associadas a disfunções hepatobiliares, flatulência, anorexia. Adstringente e diafiorético, aumenta a sudação. Como tónico circulatório e hipotensor.
Externamente: Coadjuvante, no tratamento de reumatismos musculares e articulares, como analgésico e anti-inflamatório nas mialgias, nevralgias e inflamações osteoarticulares, no couro cabeludo como estimulante.

Principais indicações:
Anorexia, digestões lentas e flatulência por disquinesia biliar. Em Balneoterapia, como activador circulatório e anti-reumatismal.

Contra indicações:
Não usar o óleo essencial por via interna durante a gravidez, a aleitação, em crianças menores de seis anos ou em doentes com gastrites, duodenite, síndrome do cólon irritável úlceras pépticas, doenças inflamatórias intestinais ou com doenças neurológicas acompanhadas de tremores ou convulsões e epilépticos

Efeitos Secundários e Toxicidade:
Não usar o óleo essencial puro, por via interna, pois pode produzir cefaleias, convulsões, espasmos, gastroenterites, lesão renal. Pode ser abortivo em doses elevadas. Topicamente o óleo essencial produz rubefacção dérmica, devendo evitar-se a aplicação sobre as mucosas e zonas cutâneas. Em caso de overdose pode causar gastroenterites e/ou nefrites.

Uso caseiro:
Insecticida natural, plantado na horta protege as outras plantas.
Ramos de alecrim frescos colocados entre as roupas defendem-nas do ataque de traças.

Desinfectante de alecrim:
Ferverfolhas e pequenos caules de alecrim por meia hora. Quanto menos água, mais concentrado. Espremer e usar para limpar louças e casas de banho. Para desengordurar melhor, misturar um pouco de detergente. Guardar no frigorífico, dura uma semana.
Os galhos floridos, secos num vaso da casa, estimulam a memória.

Aromaterapia:
Para dores musculares, reumatismo, artrite, prisão de ventre, tosse, sinusite, resfriados, bronquite, enxaquecas, deficiência de memória e cansaço.

História:
A sua origem remonta às praias do Mediterrâneo (o nome Rosmarinus vem do latino que significa "o orvalho que vem do mar", devido ao cheiro das flores vegetando à beira mar). Carlos Magno obrigava os camponeses a cultivá-lo. Antigamente queimava-se caules de alecrim para purificar o ar do quarto de doentes em hospitais.

Lendas e Mitos:
Conta-se que numa viagem Nossa Senhora se sentou à sombra de um alecrim para dar de mamar ao menino Jesus: por isso acredita-se que a planta nunca atinja altura superior à de Jesus adulto. Outro conto diz que a Bela Adormecida foi acordada pelo príncipe com um ramo de alecrim. Diz-se que a Rainha Isabel da Hungria, septuagenária, depauperada pela doença, recuperou a saúde e rejuvenesceu graças ao alecrim.
Os gregos usavam coroas de alecrim em festas, como símbolo da imortalidade. A crendice popular usa o alecrim para afastar o mau-olhado (olho gordo), erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver. A erva colocada debaixo do travesseiro afasta os maus sonhos.
Tocar com alecrim na pessoa amada faz ter o seu amor para sempre. .

Alfazema (Lavandula angustifólia)


Alfazema
Lavandula angustifólia Miller, Lavandula officialis Chaix


Família:
Lamiáceas (Labiadas)


Nomes vulgares:
Lavândula, lavanda. Brasil: Alfazema, lavanda nardo, espicanardo.

Variedades utilizadas:
Lavandula spica L, Lavandula vera, Lavandula vulgaris Lam.

Planeta:

Mercúrio

Habitat e distribuição:
Subarbusto vivaz da zona europeia mediterrânica, cresce em solos secos e áridos, calcários e bem expostos ao sol, é muito cultivado.

Origem:
Cresce principalmente nas regiões quentes do Mediterrâneo, encontrada aclimatada e nativa em diferentes pontos do globo.
Baptizada de nardus pelos gregos, por causa de Naarda, cidade Síria à beira do rio Eufrates. Era o aditivo de banho preferido dos gregos e romanos.
O nome deriva do latimlavare (lavar).
Conta-se que a peste não chegava aos fabricantes de luva de Grasse, pois eles usavam a alfazema para perfumar o couro. Isso fez com que as pessoas na época andassem sempre com alfazema.
Durante as duas Grandes Guerras, a alfazema foi utilizada para limpar os ferimentos.
O seu óleo tem sido testado em ligaduras cirúrgicas.

Partes utilizadas:

Folhas e Flores

Constituintes: Óleos essenciais (acetato de linalilo e linalol), taninos 12%, cumarinas, princípio amargo, saponina ácida, resina

Propriedades:
Anti-séptico, tónico, antiespasmódico, calmante, digestivo, antibacteriana, carminativa, revulsiva

Propriedades Terapêuticas:
Nevralgias, hemicrania, excitação nervosa, insónia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, tosse convulsa, faringite e laringite.
Diurética, expectorante, sedativa, anti-inflamatória, sudorífica, antiespasmódica, anti-séptica, cicatrizante e colagoga.
Infusão para as dores de cabeça e acalmar os nervos.
Alivia a falta de urina, doenças de baço, cãibras, gota, fraqueza, vómitos, hipocondria, falta de regras, insolação, vómitos.
Bom para digestão, dores reumáticas, tosses e resfriados, cistites e inflamações das vias urinárias, facilita a produção e eliminação da bílis, combate as enxaquecas. Gargarejo com decocção das flores alivia as dores de dentes.

Propriedades cosméticas:
Fazer uma água tónica para acelerar a substituição das células nas peles sensíveis e como anti-séptica contra acne. Agente de limpeza e tónico para todos os tipos de pele. Recomendável para peles com acne. Uma decocção de sumo de pepino com lavanda dá uma boa loção de pele.

Usos Etnomédicos e Médicos:

Estados de intranquilidade, agitação e insónia. Perturbações digestivas como anorexia, flatulência e que se acompanhem de espasmos de natureza nervosa. Em Balneoterapia, como tonificante cutâneo de efeito calmante.

Principais indicações: Reumatismo, nevralgias, hemicrania, excitação nervosa, insónia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, tosse convulsa, faringite, laringite, depressão, cistites, enxaquecas, bronquite, corrimento vaginal, prurido vaginal.

Contra indicações:
Não usar o óleo essencial por via interna durante a gravidez, a aleitação, em crianças menores de seis anos ou em doenças com gastrites, úlceras pépticas, doenças inflamatórias intestinais ou com doenças neurológicas.

Efeitos Secundários e Toxicidade:
Evitar o uso prolongado. Torna-se excitante se usada em excesso.
Internamente: o óleo essencial, em doses não terapêuticas, é neurotóxico. Externamente: pode provocar dermatites de contacto quando usado não diluído.

Aromaterapia:
Um dos óleos aromáticos mais populares, pode ser utilizado para tratar uma grande variedade de problemas e é um componente essencial de qualquer caixa de 1os socorros. É usado para cortes, queimaduras, reumatismo, alergias de pele, queimaduras de sol, dor de cabeça, insónia, problemas inflamatórios, artrite, pelas propriedades bactericidas e antivirícas. É eficaz para restaurar a circulação dos pés. O banho perfumado com óleo essencial de alfazema é excelente tratamento contra a insónia.

Medicina Ayurvédica e Lavanda:
Apesar dos médicos Ayurvédicos originais não terem reconhecido a Lavanda, os seus ingredientes energéticos à base de ervas podem ser compreendidos nos termos desta medicina. O seu sabor levemente picante e a sua influência suavemente refrescante tornam-na numa erva muito útil para os 3 componentes do corpo. O óleo de lavanda acalma tanto Pitta como Kapha, e tem um efeito de equilibrar Vata. Pode acalmar a mente perturbada, sem provocar entorpecimento indesejado.

História:

Desde a Antiguidade uma das mais populares plantas medicinais, a Alfazema vai buscar o nome ao latim lavare, lavar. Na medicina árabe, é utilizada como expectorante, enquanto na tradição europeia ela é considerada uma planta benéfica para as feridas. As espécies utilizadas medicinalmente incluem a Lavandula angustifólia ou Lavandula spica, bem como a alfazema francesa (Lavandula stoechas) no Sul da Europa.

Lendas e Mitos:
Bastante utilizada em banhos de purificação.

Tuesday, 4 November 2008

Amigdalite


Febre alta, inchaço dos gânglios no pescoço, dificuldade para engolir e mau hálito podem ser sinais de que está com amigdalite.

A inflamação e infecção das amígdalas ocorre com mais frequência nas crianças ou nos adultos jovens; já foi moda remover cirurgicamente as amígdalas, mas, a menos que a infecção se torne crónica e actue como foco de outras infecções, hoje em dia considera-se que é preferível conserva-las. Elas actuam como um primeiro sinal de aviso da falta de vitalidade, e, se se perder esta primeira barreira defensiva, mais tarde poderão ocorrer doenças mais profundas.

Provocada por vírus e bactérias, a inflamação das amígdalas é mais comum nesta época do ano, quando esfria, porque depende de ambientes fechados para se disseminar.Uma forma de prevenir o mal é manter a casa arejada.Para baixar a febre, os médicos receitam antitérmicos. Já os antibióticos só são indicados se a infecção foi causada comprovadamente por uma bactéria.

Tratamentos

Aromaterapia

Os óleos essenciais são sobretudo utilizados como tratamento adjuvante em inalações de vapor, sendo os mais indicados os de Benjoim, Eucalipto ou o Tomilho, para minimizar a inflamação e combater a infecção em geral.

Fitoterapia
Se possível utilizar a tintura das seguintes plantas para gargarejar, ou em substituição, infusões arrefecidas.
Agrimonia (Agrimonia eupatoria), Salva (Salvia officinalis) e Tomilho (Thymus vulgaris); todas são adstringentes e tonificam as membranas; as duas últimas são ainda anti-sépticas.
Para obter um efeito mais forte, utilize tintura de Mirra (Commiphora molmol) juntamente com algumas das outras.
Nas crises repetidas de amigdalite crónica, consuma alho todos os dias, em pílulas/cápsulas ou fresco. Outra planta essencial a utilizar na amigdalite crónica é a Equinácea (Echinacea angustifolia ou E. purpurea), que reforça o sistema imunitário e pode ser tomado em comprimidos ou em tintura, 20 gotas, 2 vezes/dia.

Homeopatia
Acónito - aparecimento súbito da inflamação, com amigdalas quentes, vermelhas e ardentes, e com sede de bebidas frias.
Hepar sulph - inchaço doloroso, como se houvesse alguma coisa entalada na garganta; amigdalas inchadas e com pus amarelo.
Lycopodium - inchaço crónico das amigdalar, que parecem pintalgadas de branco, por pequenas ulceras purulentas; as bebidas frias podem agravar a sensibilidade

Naturopatia

A função das amígdalas - captura e remoção das bactérias infecciosas que, de outro modo, causariam problemas - significa que elas próprias são mais susceptíveis de ficarem infectadas. Isso pode, por sua vez, originar uma infecção das adenóides, com congestão nasal.
Quando estes sintomas ocorrem, convém suprimir os lacticínios por algum tempo. Em qualquer caso, tome muitos líquidos, especialmente sumos de fruta. O sumo de limão, acabado de espremer e com um pouco de mel, é um bom anti-séptico local. Os ataques repetidos de amigdalite são, muitas vezes, sinal de falta de saúde em geral, podendo necessitar de tratamento profissional.

Alimentos recomendados
Pepino, repolho, tomate, abacate, abacaxi, limão, cebola, oregãos, sálvia, chá de casca de jequitibá.

Wednesday, 15 October 2008

Bamboo Massage


Criada pelo fisioterapeuta francês Gill Amsallem

A utilização de acessórios nas técnicas manuais de massagem é uma tendência geral. Depois da Terapia com pedras quentes , a ultima novidade é a massagem com bambus, que serve tanto para acalmar como para energizar, acelerar, relaxar tecidos e fibras musculares.
Indicada para corpo, rosto e extremidades, a Massagem com Bambu é praticada com hastes de tamanhos e diâmetros variados, proporcionando sensações excepcionais. O fisioterapeuta Gill Amsallem explica: "A mão, da ponta dos dedos à raiz do punho, é excelente para executar as massagens. No entanto, o acessório prolonga os dedos e dá à mão a possibilidade de se expressar de uma outra forma, o que nos permite entrar numa nova dimensão, a das massagens com sensações".
Elas podem ser usadas para acalmar, relaxar, aliviar, activar, energizar, acelerar, sem perder de vista o prazer....

A Massagem com Bambu, associada aos óleos essenciais (mornos) é uma técnica drenante, relaxante e remodeladora.O efeito circulatório é imediato. Os músculos são amaciados e as áreas de tensão dispersadas. Os bambus escorregam, rolam e giram nos relevos musculares, desenhando e moldando a silhueta.
Nesta técnica, o profissional actua sobre a dinâmica dos fluidos, a linfa, o sangue e os líquidos intersticiais, favorecendo, assim, a drenagem e a regeneração dos tecidos. Da mesma forma, é possível realizar um lifting do rosto usando varetas, ou estimular as zonas reflexas dos pés e das mãos. Através de vibrações e percussões, pode-se propagar uma onda de bem estar em todo o corpo.


Princípio da técnica

A massagem com Bambu é terapêutica mas não esquece o prazer. Responde a várias demandas:

- Relaxamento e bem-estar
- Alterações circulatórias
- Celulite
- Remodelagem da silhueta

O ritmo pode variar do lento ao rápido, do suave ao denso, do fluído ao estrutural, do rítmico ao estático. A técnica combina parâmetros de pressão, rapidez, durabilidade e amplitude de contacto.


Efeitos da técnica

- Dispersão das zonas de tensão.
- Amaciamento do tecido cutâneo.
- Amaciamento muscular e tendinoso.
- Revitalização
- Estruturação e desenho da silhueta com dinamização da circulação sanguínea e linfática.

Não devemos esquecer, embora a Bambuterapia seja um recurso estético extremamente eficaz é necessário seguir algumas orientações, tais como:

• Tomar muita água;
• Actividade Física;
• Diminuir a ingestão de sal;
• Alimentação balanceada;
• Assiduidade nos tratamentos estéticos;
• Cuidado cosmético diários.

Saturday, 20 September 2008

Tomilho (Thymus vulgaris)

Flores, plantas e óleos afsrodisíaco

Tomilho (Thymus vulgaris)

Desde a Antiguidade, o tomilho tem sido amplamente usado em terapias por suas propriedades estimulantes e purificadoras. O aroma desta planta é considerado energizante.
O tomilho empregue na cozinha e como planta medicinal é o Thymus vulgaris.
Encontra-se em abundância no Norte e Este da Península Ibérica assim como no Sul de França.
Uma tradição muito antiga recomendava que, no final de um dia cansativo, era só amassar levemente entre as mãos alguns ramos de tomilho e aspirar o perfume para recuperar a energia e aumentar a disposição para o sexo. Não há comprovação científica que ateste o efeito, mas também não há qualquer contra-indicação - assim, não custa nada experimentar...

Propriedades medicinais do Tomilho:

a) Bom para a digestão (favorece a boa digestão dos alimentos).
b) Evita os espasmos gástricos e intestinais.
c) Evita a formação de gases e retenções putrefactas no intestino....*em caso de emergência, beber três chávenas de infusão de flores do tomilho por dia.
d) Estimulante do apetite (bom para casos de anorexia) *juntar folhas e flores a qualquer prato cozinhado.
e) Anti-séptico e expectorante: bom para casos de dor de garganta ou anginas. *gorgolejar ou beber uma infusão de tomilho; preparar um xarope com tomilho, camomila e açúcar.
f) Alivia as dores de menstruação e diminui os efeitos colaterais como as dores de cabeça, de estômago, a retenção de líquidos e a irritabilidade. *beber infusão de tomilho na semana anterior à menstruação.
g) Eficaz para combater os problemas orais, como as inflamações, aftas e mau hálito.
h) Cicatrizante e anti-séptica.
i) Relaxante e sonífero suave: em situações de fadiga extrema pode-se juntar ao banho de emersão uma infusão de tomilho. A infusão pode ajudar a adormecer.
j) Erva aromática: na cozinha pode ser utilizada para temperar muitos pratos, com um toque muito próprio que realça as propriedades medicinais da refeição. Também é utilizado para aromatizar queijos e é mesmo comido directamente (apenas os rebentos mais tenrinhos).
h) Favorece a circulação sanguínea.
i) Reduz o teor de colesterol e evita o sintoma de indigestão.
j) Bom repelente de mosquitos devido à alta concentração de álcoois e de óleos essenciais (por isso também utilizado na industria como desinfectante e fungicida). *basta pôr uns raminhos de tomilho nas janelas e nas Portas.
k) Utilização de alguns óleos na fabricação de perfumes.

Nota:
Para quem tiver com dores de garganta, uma tisana de tomilho pode fazer maravilhas. A flor de Sabugueiro também ajuda e também é bom para as infecções respiratórias, catarro e gripe).

Como é óbvio, nunca deve andar por aí sem trazer um raminho de tomilho consigo...

Guaraná (Paulinia cupana)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Guaraná (Paulinia cupana)

Quando os primeiros europeus chegaram ao Brasil, os índios já consumiam o guaraná como alimento e para afastar o cansaço. A planta foi estudada pela primeira vez pelo botânico Karl von Martius que, em 1826, visitou a região amazónica. A sua fama como afrodisíaco viria do fato de que a planta apresenta propriedades tónicas e estimulantes que afastam o esgotamento físico e mental, aumentando a disposição geral do organismo.

Jacinto (Hyacinthus)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos
Jacinto (Hyacinthus)

A raiz desta flor era utilizada cozida, para tratar tumores dos testículos. Considerada uma flor masculina, era usada por povos antigos como um tónico para aumentar o vigor e o desempenho sexual nos homens.

Ginseng (Panax ginseng)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Ginseng (Panax ginseng)

A raiz do ginseng, contorcida e ramificada, lembra uma figura humana. Chineses e indianos consideram a planta como um dos melhores afrodisíacos, pois ao agir contra o stress, o cansaço e a falta de energia, melhoraria o desempenho sexual, equilibrando o indivíduo como um todo.

Ylang Ylang

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Ylang Ylang (Cananga odorata):
Assim como o óleo de jasmim, a Aromaterapia considera o óleo obtido das flores do Ylang Ylang um poderoso afrodisíaco, que estimula o apetite sexual aguçando os sentidos.
Aplicado em massagens ou simplesmente vaporizado no ambiente, acredita-se que esse óleo essencial é capaz de maravilhas.
Na Indonésia, por exemplo, era costume cobrir a cama dos recém-casados com flores do Ylang Ylang., para inspirar uma óptima noite de lua-de-mel.

Jasmim (Jaminum officinalis)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Jasmim (Jaminum officinalis)
Outra flor considerada afrodisíaca há séculos.
Várias espécies de jasmim apresentam um perfume doce e envolvente. O óleo desta flor - um dos mais caros do mundo - é usado como ingrediente na preparação dos mais valiosos perfumes que hoje existem no mercado (o Chanel no. 5 é um deles).
Muito ligado ao aspecto feminino, o jasmim inspirava as canções ardentes e lascívas dos poetas árabes. Era, também, uma das flores mais usadas pelas "favoritas" dos sultões, ao se enfeitarem para as longas noites de amor. Além disso, elas tomavam um banho com óleo de jasmim e, depois, espalhavam-no pelo corpo em massagens sensuais. Para os hindus, esta flor está intimamente ligada ao amor e, por isso, ainda hoje é utilizada na montagem de grinaldas nupciais.

Sobre o óleo de jasmim, é interessante reproduzir as palavras de Marcel Lavabre, na sua obra "Aromaterapia, a Cura pelos Óleos Essenciais":

"Graças aos supremos poderes sensuais, o jasmim é o melhor afrodisíaco que a Aromaterapia pode oferecer. No entanto, não deve ser considerado um mero estimulante para o sexo. O jasmim desfaz a inibição, solta a imaginação e deixa a pessoa num estado jubiloso. Num certo sentido, o poder do jasmim só pode ser experimentado por completo por quem se ama de verdade, pois ele transcende o amor físico e liberta toda a energia sexual tanto do homem quanto da mulher. É o melhor estimulante do chakra sexual".

Rosa (Rosa sp.)

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

Rosa (Rosa sp.)
Uma das flores mais famosas é, também, considerada um afrodisíaco. Ninguém menos que Cleópatra, a rainha do Egipto, a utilizava com essa finalidade. Conta-se que a rosa era um dos ingredientes básicos das suas receitas de beleza e, além disso, a sábia rainha cobria o seu leito com pétalas de rosas para garantir uma "tórrida noite de amor" com seu amado Marco António. O óleo de rosas era muito usado pelas mulheres do Oriente - elas espalhavam-no por todo o corpo, ao se prepararem para o amor. Durante as pesquisas, descobri uma receita de Geleia com Pétalas de Rosas

Geleia com Pétalas de Rosas

Escolha uma panela de ágata ou de vidro. Separe as pétalas de 12 rosas, lave-as em água corrente e coloque-as para cozinhar em um litro de água filtrada, até que fiquem macias. Para cada chávena (chá) do preparado, adicione ¾ de chávena (chá) de açúcar. Junte 3 colheres (sopa) de limão, misture bem e mantenha no fogo brando até chegar ao ponto de geleia. Mexa de vez quando, durante o cozimento, para não pegar no fundo da panela.

Nota: considerada infalível, quando o assunto é despertar o amor. Aqui, é necessária uma observação importante: no preparo da geleia, nunca se deve utilizar rosas tratadas com insecticidas, fungicidas ou qualquer outro produto químico. Se quiser mesmo preparar a geleia, sugiro que produza seu próprio ingrediente pois, além do prazer de cultivar uma roseira, você estará garantindo que as flores estarão livres de qualquer substância tóxica.

Flores, plantas e óleos afrodisíacos

(Rose Aielo Blanco)

Desde tempos muito remotos, flores e plantas em geral estão relacionadas a poderes mágicos. E nesse aspecto, um dos usos mais comuns tem sido como afrodisíaco. A imagem de belas feiticeiras preparando "poções do amor" à base de plantas e flores faz parte da mitologia de vários povos. Não se sabe ao certo se as poções eram preparadas para funcionar como um medicamento e acabavam agindo como afrodisíacos, ou se a intenção era fazer mesmo um "feitiço" e as substâncias presentes nas plantas agiam favoravelmente. A única certeza é que essa história é muito antiga.

Acredita-se que os afrodisíacos tenham surgido na Grécia Antiga, quando os gregos cultivavam Afrodite - a deusa do amor, da beleza e da fecundidade - com cerimónias e rituais especiais, nos quais eram ingeridas poções do amor, na esperança de que aumentassem o vigor e o prazer sexual. Ervas, flores e especiarias regidas por Afrodite (Vénus, para os romanos) eram usadas como ingredientes no preparo dessas poções e, com isso, ganharam a fama de "afrodisíacos".

A cultura popular de povos do mundo todo tem muito a contar sobre seus afrodisíacos. A respeito desse assunto, daria para escrever um livro, mas a intenção aqui é mostrar algumas curiosidades que relacionam esse assunto a plantas e flores. A ciência ainda enfrenta muitas dificuldades para comprovar as propriedades verdadeiramente "excitantes" dos chamados afrodisíacos. Certas linhas de estudo defendem que o mecanismo que desperta o prazer nos humanos é resultado de uma série de estímulos recebidos por meio dos sentidos (olfacto, tacto, visão, paladar e audição) somados a uma boa dose de fantasia.

Seja pelo perfume, pelas substâncias quando ingeridas, pelo óleo usado em massagens, em banho ….,interessa é despertar os sentidos.


Cheiro e emoções

Como um cheiro pode despertar emoções? Estudos comprovam que isso é possível e muito mais: o cheiro penetra pelo nariz e as células olfactivas captam as moléculas aromáticas por meio de cílios, enviando impulsos nervosos para o sistema límbico (originalmente conhecido como "rinencéfalo", é a parte do cérebro que regula a actividade senso-motora e é responsável pelos impulsos mais primitivos, como fome, sede e sexo). Quando os impulsos nervosos chegam, o sistema límbico reconhece as moléculas aromáticas e as identifica. É por isso que certos cheiros afectam o nosso humor e despertam emoções. O sistema límbico passa a informação sobre o aroma para o hipotálamo, que a reenvia para a hipófise. Daí essa informação vai para as outras glândulas e influencia a actividade imunológica, o batimento cardíaco, a produção de enzimas e hormonas (inclusive as hormonas sexuais).


Óleos: As essências das plantas

Os óleos essenciais são obtidos a partir de flores, folhas, cascas, raízes ou frutos e correspondem a, no máximo, 6% da planta. A qualidade de um óleo depende de uma série de factores: da procedência da planta, do método de extracção e de como é armazenado, por exemplo. Sem falar que até o clima, a altitude, o tipo de solo e a forma como a planta foi colhida podem afectar a qualidade do óleo.

Os óleos essenciais aplicados na pele penetram pelos poros e vão para os vasos sanguíneos que irrigam a derme. Depois, seguem para a corrente sanguínea, o sistema linfático, os músculos e os órgãos. Para ser aplicado em massagem, o óleo essencial deve ser dissolvido numa base de óleo vegetal, na seguinte proporção: 2 a 3 gotas de óleo essencial para 1 colher (sopa) de óleo vegetal puro ou combinado.

Um trecho de um poema de Homero dá uma ideia dos poderes de um banho aromático: óleos de fragrância suave e afrodisíaca,
Os ares perfumados, a brisa calmante conduz
Através do céu, da terra e de todo lugar do espaço"

Os banhos aromáticos podem ser considerados afrodisíacos de acordo com as essências, ervas ou flores utilizadas. Na banheira, os aromaterapeutas recomendam diluir na água morna uma dose de um chá bem forte feito com a erva escolhida, ou pingar algumas gotas do óleo essencial. Para um banho com flores, é possível simplesmente misturar algumas pétalas da flor escolhida e pingar algumas gotas de um óleo com o seu aroma. Para banhos de chuveiro, pode-se despejar no corpo, após a o duche, uma dose de um chá feito com a erva escolhida (bem concentrado) ou borrifar no corpo um pouco do óleo aromático, espalhando-o com uma esponja macia.

Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/

Wednesday, 17 September 2008

Dama da noite (Aromaterapia)



Esse óleo é indicado para momentos amorosos.
Favorece a integração e a intimidade entre o casal.
"Cria um clima"...
Excelente indicação para a mulher que precisa de desenvolver ou expressar mais afirmativamente a sua feminilidade.
Traz autoconfiança à mulher no uso do seu poder de sedução.
Para o homem, favorece o contacto criativo com a força feminina, desenvolvendo a intuição e poder de atracção.

Nota: Óptima indicação para uma noite tântrica.

Fonte: CENTERIN

Receita de Óleo de massagem para Mulheres


(foto: Dama da noite)

Receita de Óleo de massagem para mulheres:

Estimula a sensualidade e sexualidade femininas;
Aumenta o poder de atracção e de sedução;
Afrodisíaco feminino;
Autoconfiança e segurança emocional.


100 ml de óleo de amêndoas
30 gotas de óleo essencial de patchouly
20 gotas de óleo essencial de dama da noite
10 gotas de óleo essencial de flor de laranjeira
08 gotas de óleo essencial de jasmim
02 gotas de óleo essencial de cravo

Pode passar sobre a pele após o banho
Não se assuste se alguém lhe oferecer flores!
Não é impulse, são as feromonas...

Fonte:CENTERIN

Saturday, 23 August 2008

Oliveira (Olea europaea)


Oliveira
Olea europae
a L., var. europaea (MilIer) Lehr


Família:
Oleáceas

Nomes vulgares: Oliveira-brava para a Oleo europaea L. var. sylvestris (Miller) Lehr, também denominada zambujeiro.

Habitat e distribuição: É originada do sul do Cáucaso, das planícies altas do Irão e do litoral mediterrâneo da Síria e Palestina, expandindo posteriormente para o restante do mediterrâneo e em zonas americanas de clima semelhante. Cultivada em quase todo o país.

Partes utilizadas: Folhas e óleo obtido dos frutos (azeite).

Constituintes:
- Folhas:
iridóides (6%) (oleoeuropeósido); derivados da colina; flavonóides derivados do luteol e do olivol; constituinte amargo (olivamarina); derivados triterpénicos (ácido oleanólico); saponósidos; ácidos fenólicos; sais minerais (cálcio); manitol; taninos; ceras.
- Óleo: ésteres glicéridos dos ácidos oleico (78 a 86%), linoleico (até 7%), palmítico e esteárico (9 a 12%); fitosteróis; vitaminas A e E.

Propriedades Terapêuticas do Óleo de Oliva: Os benefícios à saúde produzidos pelo óleo de oliva devem-se, basicamente, às substâncias que contém. A sua alta quantidade de gordura monoinsaturada reduz o LDL (mau colesterol) e, ao contrário do que ocorre com a gordura saturada de origem animal, não é transformada em colesterol. Dessa forma, o consumo regular de óleo de oliva reduz a possibilidade da formação de placas de ateroma na parede dos vasos sanguíneos. Isto, por sua vez, leva a um menor risco de doença cardíaca como enfarte do miocárdio, e também de acidentes vasculares cerebrais (derrame). Além da gordura monoinsaturada, com todos os seus benefícios, o óleo de oliva é rico em polifenóis (substâncias químicas vegetais que são potentes anti-oxidantes). Ao prevenir as oxidações biológicas, os polifenóis reduzem a formação de radicais livres. Estes, através do dano celular que produzem, são os grandes vilões do envelhecimento e das doenças crônico-degenerativas, como o cancro.

Usos Etnomédicos e Médicos: - Folhas: na hipertensão moderada, prevenção da arteriosclerose e reumatismo. - Óleo: internamente na disquinesia hepatobiliar, obstipação, e hipercolesterolemia; como lubrificante e anti-inflamatório intestinal. Externamente em afecções cutâneas, queimaduras solares ou queimaduras de primeiro grau.

Principais indicações: Hipertensão arterial.

Contra indicações: Não utilizar o azeite, como colagogo quando exista obstrução das vias biliares.

Efeitos Secundários e Toxicidade: As folhas, pelos taninos. são ligeiramente irritantes para a mucosa gástrica pelo que as preparações devem ser tomadas durante as refeições.

Aromaterapia:
Tem acção regenerativa da epiderme e, devido à sua alta concentração de ácido oleico, é um excelente emoliente. Contém grande quantidade de esqualeno vegetal.

História: Na Grécia antiga já se falava das oliveiras. Contam eles que durante as disputas pelas terras onde hoje se encontra a cidade de Atenas, Possêidon, com um golpe de seu tridente, teria feito surgir um belo e forte cavalo. A Deusa Palas Atenas, teria então trazido uma oliveira capaz de produzir óleo para iluminar a noite e suavizar a dor dos feridos, fornecendo alimento rico em sabor e energia. Do outro lado do mediterrâneo, os italianos contam que Rômulo e Remo, descendentes dos deuses fundadores de Roma viram a luz do dia pela primeira vez sob os galhos de uma oliveira.
O facto concreto é que vestígios fossilizados de oliveiras são encontrados na Itália, no Norte da África, em pinturas nas rochas das montanhas do Saara Central, com idade de seis mil a sete mil anos, entre o quinto e segundo milénio a.C. Múmias da XX Dinastia do Egipto foram encontradas vestidas com granalhas trançadas de oliveira e em Creta, registos foram encontrados em relevos e relíquias da época minóica (2.500 a.C.).

Curiosidades: "Cultivada no Antigo Egipto há mais de quatro mil anos, os egípcios da VII Dinastia designavam-na por Tat; os gregos já a agricultavam no tempo de Homero; na Síria, desde o III milénio (.) o rei Salomão enviava o azeite a Hirão I rei de Tiro, em troca de materiais e dos artesãos que destinava à construção do templo; Josué e Zorobabel já comercializavam azeite com as populações de Sidon e Tiro por troca de madeira dos cedros do Líbano; na Palestina, o rei David fá-la guardar por intendentes especiais e os oásis líbios povoam-se desta árvore de frutos nutritivos"
O ramo de oliveira é utilizado como símbolo cristão por a Bíblia referir que a pomba enviada por Noé trouxe um ramo de oliveira como anunciador da misericórdia divina. Estima-se que algumas das oliveiras presentes em Israel nos dias actuais devam ter mais de 2500 anos de idade, e possivelmente presenciaram a passagem de Jesus Cristo por aquelas terras.

Nota: A oliveira é uma das quatro árvores cardinais do Calendário Celta (com o carvalho, a bétula e o freixo).


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Fonte: "Algumas das Plantas usadas em Fitoterapia"

Autora: Maria da Luz Cardoso

(Trabalho apresentado à ESMOT - Escola Superior de Medicina Oriental e Terapias - como requisito para o Curso de Acupunctura e Fitoterapia)
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Friday, 22 August 2008

Andiroba (Carapa guianensis )


Há mais de um século as mulheres da Amazónia usam o óleo de andiroba como cicatrizante, principalmente em ferimentos causados por picadas de cobra, aranha, escorpião e insectos. Enquanto se dedicam à tarefa de depurar o óleo, elas fazem bolas do bagaço e queimam-nas para afugentar os mosquitos.
Em alguns estados da região Norte, principalmente no Pará, é comum extrair-se a andiroba, um óleo grosso e bem amargo, que também é usado como combustível de iluminação, na fabricação de sabão e como protecção para madeira.. Trata-se de um azeite precioso, que representa uma verdadeira riqueza em virtude de suas múltiplas aplicações.

A andiroba é a oferta que a Amazónia faz ao mundo do futuro, segredo que a cultura cabocla guardou, por milénios, para a cura e o embelezamento da humanidade. Esta árvore amazónica é típica das várzeas e ilhas. As suas flores produzem uma agradável fragrância, perfumando as alturas e atraindo os pássaros que passeiam pelo céu da Amazónia.

O óleo extraído dessa semente possui propriedades regeneradoras, amaciando e estimulando a pele e aliviando as dores causadas por inflamações. O óleo também é utilizado no relaxamento muscular, na fadiga, como anti-séptico, emoliente e hidratante.
Por causa dessas propriedades, o óleo de andiroba deixa a pele macia e acetinada. Os caboclos fazem sabonete medicinal usando o óleo de sua semente somado a cinzas de madeiras e resíduos da pele do coco e ainda garantem que a andiroba previne contra a temerosa celulite.

Da família Meliaceae, seu nome botânico é Carapa Guianensis e as partes que devem ser utilizadas são as folhas, a casca e as sementes.

A sua casca é constituída por carapina; o óleo extraído das sementes contém, em média: ácido mirístico - 18%; ácido palmítico - 9 a 12%; ácido oleico - 56 a 59%; ácido linoleico - 7,5 a 9,5; as sementes contém de 36 a 60% de óleo.

Como fitoterápico é indicado para a febre, vermes intestinais, afecções de pele (vermelhidão, feridas, inchaços), picadas de insectos. Para uso interno deve ser usado como decocção de cascas a 10% (febres e vermes intestinais; e as sementes como purgativos.

Como fitocosmético, em cremes e hidratantes; o óleo, em champôs, condicionadores, cremes, loções e géis, na dosagem de 2 a 5%. A casca, muito amarga, actua na eliminação de vermes intestinais e baixando a temperatura corporal.

Uso medicinal
Actua, na pele, regenerando e estimulando o tecido epitelial. Alivia e acalma a dor de tecidos inflamados. As folhas frescas contribuem para a cicatrização das feridas e contusões e actua, também, como vermífugo e febrífugo. As sementes desenvolvem uma actividade purgativa. O óleo amacia a pele, regenera o tecido e apresenta óptimo efeito, também, sobre os tecidos inflamados. Funciona como febrífugo, vermífugo, purgativo, cicatrizante, emoliente, anti-séptico, hidratante e suave.
A Andiroba (Carapa guianensis ) é uma árvore alta que cresce a uma altura de até 25 metros. As sementes de Andiroba fornecem um óleo amarelo com propriedades insectívoras e medicinais.

O método tradicional para produção do óleo de Andiroba é colher as sementes que, após ter caídas da árvore, flutuam no rio. Em seguida, as sementes são fervidas. Depois de duas semanas o óleo é extraído com uma simples prensa chamada "tipiti".

O óleo de Andiroba é usado pelos indígenas misturado com corante de urucum (Bixa orellana L.) para repelir insectos, e como medicamento contra parasitas do pé.


Velas repelentes
A fabricação de velas repelentes de insectos, especialmente os mosquitos do género Anopheles, transmissores da malária, surge como um grande potencial. Recentemente descobriu-se que as velas feitas com andiroba repelem o mosquito que transmite a dengue (Aedes aegytpi).


Medicina tradicional

A casca é utilizada para o preparo de um chá contra febre, o qual também serve como vermífugo. Transformada em pó, trata feridas e é cicatrizante para afecções da pele. Os caboclos fazem um sabão medicinal com o óleo bruto, cinza e resíduos da casca de cacau. Além de ser empregado na fabricação de sabão, também fornece um óptimo combustível utilizado para iluminação nas áreas rurais.
O óleo é muito usado na medicina doméstica para fricção sobre tecidos inflamados, tumores e distensão muscular. Além disso, sabe-se ainda que o óleo da andiroba é utilizado como protector solar e a casca e a folha servem contra reumatismo, tosse, gripe, pneumonia, depressão.

A andiroba forma parte do elenco de plantas medicinais sendo estudados pela "Central de Medicamentos" (CEME) do Brasil. Ela pode ser utilizada no combate as infecções do tracto respiratório superior, dermatites, lesões dermáticas secundárias, úlceras, escoriações, e tem propriedades cicatrizantes e antipiréticas.

O óleo de Andiroba é utilizado em vários produtos para tratamento de cabelo, deixando o cabelo sedoso e brilhante.

Na indústria farmacêutica homeopática, onde está a ser comercializado na forma de cápsulas, é utilizado para diabetes e reumatismo, e o bálsamo para uso tópico de luxações e na fabricação de sabonetes medicinais.

Fonte...... http://www.amazonlink.org/biopirataria/andiroba.htm

Wednesday, 20 August 2008

Gerânio (Pelargonium graveolens)


O gerânio pelargonium graveolens é uma planta muito aromática originária da África. O seu óleo essencial é obtido por extracção a vapor das suas flores e folhas.
Existem muitas variedades de gerânios (outras cores e nomes botânicos), mas o tipo pelargonium graveolens, conhecido no Brasil como malva cheirosa, é o que gera o óleo essencial cujas propriedades terapêuticas estão descritas a seguir. Esta malva cheirosa apresenta pequenas e delicadas flores cor-de-rosa e as suas folhas são um pouco aveludadas e rendadas na extremidade.

Acção do Gerânio no emocional

O gerânio tem um aroma semelhante ao de rosas, o que sinaliza um potencial de expandir o coração, a decisão de amar e amar-se. Antigamente, as pessoas plantavam gerânios ao redor da casa, com a intenção de afastar os maus espíritos e trazer sorte aos bebés, atribuindo ao gerânio poder de protecção.

O facto é que o gerânio proporciona, via Aromaterapia, ou seja, o seu óleo essencial, uma rápida activação na energia vital, eleva o astral e alivia o cansaço. A sua folha pode ser usada no preparo de sucos desintoxicantes e chás, aromáticos e saborosos.

Emocionalmente, porque o seu aroma sedoso é semelhante ao de rosas, o gerânio trabalha muito bem o feminino quando ajuda o fígado (e vesícula) na sua desintoxicação. Portanto, ajuda a dissipar raivas reprimidas, equilibrar o emocional, mobilizar angústias e tratar a depressão.

O gerânio “acorda”, “desperta”, coloca os sentimentos no “aqui e agora”, na REALIDADE.

Ele trabalha também as vibrações Yang (acção), o masculino, quando ajuda na desintoxicação dos rins para desmaterializar os medos. É quando a ilusão dos medos se transforma em coragem, possibilitando as decisões adiadas (harmoniza o raciocínio lógico e a intuição) e o resgate da responsabilidade pelas acções iludidas. Quando se está vivendo momentos onde o sonho é uma necessidade, as pessoas irão se sentir pouco à vontade com o aroma do gerânio, uma vez que a mensagem do gerânio é oposta à ilusão.

O gerânio aumenta a criatividade e estimula-nos para a entrega, a fé de “corpo e alma”. O coração deseja e realiza: enfrenta e “dá conta do recado”.

Disso tudo é que, possivelmente, vem do seu uso histórico como “protector”. Afinal, quando no mundo real (meditação) e longe das ilusões, o nosso campo de protecção não permite que energias densas, falsas expectativas e frustrações se manifestem.

Acção do Gerânio no físico

Fisicamente, o gerânio tem a função reguladora sobre o sistema hormonal e supra-renais. O seu óleo essencial trabalha fortemente o feminino, quando interfere positivamente na prevenção e tratamento da TPM, menopausa e celulite. Tonifica as mamas, evita e trata estrias quando normaliza qualquer tipo de pele e as suas afecções. O gerânio aumenta o fluxo sanguíneo o que faz revigorar todas as células, inclusive unhas e cabelos.

Importante: deve ser evitado o seu uso durante a gravidez.

Homens podem e devem usá-lo, pois todos precisamos trabalhar o feminino internamente. Também porque o gerânio tem forte influência sobre os rins e supra-renais, órgão de choque do metabolismo masculino.

Com a sua acção diurética tem importante acção tónica sobre os rins: cálculos renais, bexiga e diabetes. Pela grande influência que o gerânio exerce sobre as glândulas supra-renais, podemos compreender muitos dos seus benefícios tanto físicos quanto emocionais.

Tem acção também sobre o fígado (hepatite, cirrose) e sistema linfático, contribuindo na eliminação de toxinas como excessos de glicose, colesterol, triglicéridos e mucosidade.

Como usar o óleo essencial de Gerânio?

O gerânio é um óleo que pode ser usado puro, como um perfume. Trata-se de um aroma forte e penetrante, portanto, é suficiente e prudente usar somente uma gota. Lembre-se que em caso de pele sensível deverá ser diluído em óleo vegetal. Uma gota na nuca, por exemplo, estimula, diminui o cansaço e revigora!

Para usar à noite, importante combinar com óleos relaxantes como a lavanda ou camomila.

Para favorecer sentimentos de confiança e coragem é excelente praticar meditações com o óleo essencial de gerânio. Ideal pela manhã ou tarde. Este óleo pode ser aplicado na nuca, num aromatizador pessoal, num lenço de papel, pulverizado no ambiente, na esponja no banho matinal, enfim...

Nas diluições em óleo vegetal, usa-se a 1%: para 50 ml de óleo vegetal adicione 11 gotas do óleo essencial de gerânio.

Nos óleos corporais, o óleo vegetal irá viabilizar a massagem. Dependendo das composições com outros Óleos Essenciais poderão ser indicados para: alívio de dores, relaxamento, estimulação, hidratação e outros cuidados específicos. Além de tratar internamente via olfacto, ajuda a "respirar" a pele, integrando seus efeitos terapêuticos.

Para uso nos chacras, o gerânio é mais indicado no coronário, trabalhando o medo e depressões, além de fortalecer a capacidade para a tomada das decisões. No chacra básico, é indicado para materializar objectivos. No chacra frontal, para resgatar a visão interna, o auto-conhecimento.

Fonte: Somos Todos Um; Conceição Trucom – química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para o bem-estar e qualidade de vida

Email: mctrucom@docelimao.com.br

Wednesday, 13 August 2008

Alivio de escaldões



Ingredientes:
1 colher de sopa de gel de Aloé Vera
3 gotas de Óleo essencial de Alfazema
2 gotas de Óleo Essencial Camomila R.

Misture todos os ingredientes e aplique.

Fonte: New Directions

Repelente Natural de insectos




Ingredientes para o rosto:

4 gotas de Óleo Essencial de Sândalo
4 gotas de Óleo Essencial de de Cajepute
2 gotas de Óleo Essencial de Alfazema
2 colheres de sopa de óleo de Jojoba

Ingredientes para o corpo:

100 gotas de Óleo de Jojoba
100 gotas de Óleo Essencial de Alfazema
50 gotas de Óleo Essencial de Eucalipto Goma Azul
50 gotas de Óleo Essencial de Erva Limeira
50 gotas de Óleo Essencial de Patchouli
50 gotas de Óleo Essencial de Cajepute
60ml de Vodka

Modo de utilização:
Misture todos os ingredientes num frasco de vidro. Vaporizar nas partes do corpo expostas aos mosquitos.

Fonte: New Directions